Espaço de atividade literária pública e memória cronista

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Artigo no SF com motivação especial…!

O jornal Semanário de Felgueiras, a fazer trinta e seis anos de existência, na sua edição comemorativa - conforme foi e está publicado em seu número de sexta-feira 5 de JUNHO - inclui mais um artigo da colaboração aqui do autor destas linhas, no caso sobre um motivo especial. Quão, para se entender bem, o melhor é ler até ao fim.


Armando Pinto

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sexta-feira, 12 de setembro de 2025

De vez em quando… Um artigo sobre Património Felgueirense Edificado ("Capela do Monte do Senhor dos Perdidos") em artigo de Mário Pereira no SF Jornal

 

Entre curiosidades felgueirenses e motivos de interesse, regista-se aqui desta vez um artigo da autoria do amigo sr. Mário Pereira, publicado no jornal Semanário de Felgueiras, sobre a Capela do Monte do Senhor dos Perdidos. Um dos pontos altos do horizonte vislumbrado nos contornos paisagísticos do concelho de Felgueiras e com história que vem das brumas do tempo, entre as existências patrimoniais em terras de Felgueiras. Artigo historiador, publicado no SF Jornal, em sua edição atual de 12 de setembro, que se partilha pelo seu merecimento.



Armando Pinto

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sexta-feira, 13 de junho de 2025

Pessoal reportagem sobre a COMEMORAÇÃO DOS 35 ANOS DO SEMANÁRIO DE FELGUEIRAS no Semanário de Felgueiras…!

 

A edição de sexta-feira, 13 de junho, do jornal Semanário de Felgueiras, patenteia logo na sua 2.ª página um artigo aqui do autor deste blogue, dando realce ao artigo de reportagem que na ocasião do aniversário publiquei aqui neste mesmo blogue Longra Histórico-literária. Sendo assim com interessante surpresa quer vi e gostei, naturalmente, de ver a transposição do texto do blogue para o jornal, demonstrando que no jornal também gostaram de ver o que foi descrito, então. Dando o caso do mesmo artigo ter bastado para ilustrar no jornal a ocorrência da comemoração do 35.º aniversário, bem como foi e onde. Curiosamente tendo a publicação acontecido no mesmo dia em que, ao entrar da noite, na sessão da Assembleia Municipal de Felgueiras foi proposto pela bancada municipal do PSD um voto de louvor pelos 35 anos de vida do Semanário de Felgueiras. Cuja proposta foi aprovada por unanimidade dos presentes na sala, sendo o Semanário o único jornal ainda publicado regularmente em edição de papel em Felgueiras. No qual com muito gosto colaboro desde 1996, e continuo escrevendo sobre temas felgueirenses já muitos anos depois de ter frequentado o ensino liceal, como em tempos idos se chamava ao ensino atual das escolas preparatórias e secundárias.

Armando Pinto

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sábado, 31 de maio de 2025

“Memória jornalística” do Encontro de “Colegas & Amigos” em artigo noticioso no Semanário de Felgueiras

  

Pela repercussão que teve o encontro de confraternização dos “Colegas & Amigos”, entre os que conviveram em tal reunião, mais familiares e conhecidos, o sucesso do mesmo encontro merecia mais que ficar confinado apenas entre os amigos, seus familiares e conhecidos. De modo que foi possibilitado, através de crónica jornalística, que chegue mais além, entre quem lê jornais e assim sabe mais… E como tal também fica perpetuado nos anais concelhios, por meio do que o jornal Semanário de Felgueiras guardará na sua coleção. 

Assim sendo, eis: Artigo noticioso, como eco a ressoar em forma escrita, sobre o recente Encontro de “Colegas & Amigos” – na edição de sexta-feira, dia 30 de maio, à página 14 do Semanário de Felgueiras, número comemorativo do 35.º aniversário do mesmo SF-Semanário de Felgueiras Jornal. Numa crónica a memorizar o convívio em apreço.

Armando Pinto

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Artigo no jornal Semanário de Felgueiras – Homenagem a um amigo: "NAIA – In Memoriam de António Magalhães"

 

In "Sermanário de Felgueiras" Jornal - edição de 14 de fevereiro de 2025, página 9:

NAIA – In Memoriam de António Magalhães


No expirar do passado mês de novembro, em pleno tempo outonal de ambiente acabrunhado na tela paisagista dos dias, desapareceu do número dos vivos um artista que sabia dar cor aos dias: o nosso amigo António Magalhães, felgueirense conhecido pelo seu pseudónimo artístico, Naia. Cuja notícia de seu falecimento surpreendeu, pela rapidez do desenlace e a surpresa nem deu para lhe dedicar então umas palavras, como ele merecia. Algo que aqui faço agora, expressando na primeira pessoa, por ele ser apreciador de tudo o que eu escrevia. Fazendo isto passado algum tempo, restabelecido o alento da escrita.


O Magalhães da Vinha, como era conhecido quando pelos nossos lados andava, é o bom amigo que partiu assim de súbito. Conterrâneo comparsa de juventude também e de gosto pelas artes. Ainda não há muito tempo me voltara a falar no livro que tinha escrito e queria publicar. Com ideias de o apresentar depois publicamente onde em tempos viveu, na Pedreira. Sempre com Felgueiras na cabeça, embora residindo há muito já em Guimarães. E sempre sonhador, quão tinha idealizado constituir um grupo de dinamização cultural em Felgueiras com felgueirenses ligados a áreas da cultura, a partir da Biblioteca e Arquivo Municipal de Felgueiras, instituição com que colaborara entretanto em diversas exposições, como aconteceu ainda recentemente aquando das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. 


Antes, em fevereiro de 2022, teve em exposição no Semanário de Felgueiras uma sua peça de arte,“Gaibla, o Gato-libélula”. E em maio de 2023 teve na Casa do Pão de Ló de Margaride exposta uma outra obra de arte, essa intitulada “Tributo aos Ucranianos”. Pois tinha obra vasta e assim honrava Felgueiras, também. Na linha de, não é novidade nenhuma, Felgueiras sempre ter gente de valor nos mais variados campos da sociedade e também das artes. Tal o caso deste natural do concelho, que andava nas telas a expressar-se, mas também nas letras. Enquanto pelos nossos lados era associado pelo cartão-de-visita familiar, sendo filho dos históricos professores da Pedreira, D. Joaquina e professor Luciano. Quando era ainda estudante andava muito pela Longra em convivência com amigos de livros estudantis, sensivelmente da mesma idade e também da mesma condição de andarem à boleia e atrás de caras bonitas. Agora e desde há muito vivia em Guimarães, dedicando-se ao ensino e paralelamente à cultura artística, como apaixonado por teatro e artista de nome feito no mundo das artes plásticas.


António Manuel Ribeiro de Magalhães, tal era seu nome completo, nasceu na Pedreira, em 1956 e residia em Guimarães desde 1978. Era multifacetado autor, quer como pintor, artista plástico, escritor e ator de teatro. Em 1967 ingressara no Seminário da Diocese do Porto. Em 1970 passou a frequentar o Externato Infante D. Henrique, em Felgueiras. E logo expôs, com apenas 14 anos, no célebre “Staminé”. Em 1977 concluiu o Curso Complementar de Artes do Fogo (opção pintura), na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, Porto. Foi professor em 1978/1980 no Colégio Egas Moniz, Guimarães, da disciplina de Trabalhos Oficinais (Mecanotecnia) do 7.º e 8.º anos de escolaridade. Em 2008/2009 frequentou o 3.º ano de Licenciatura de Artes/Desenho na ESAP-Escola Superior Artística do Porto. Em 2019 (com 63 anos) matriculou-se no 1.º ano de Licenciatura de Artes Plásticas e Intermédia na mesma ESAP. 

Em 1993 optara pelo óleo sobre tela. E como artista plástico passou a assinar NAIA, desde então. Depois, em 2000 é inscrito associado na ANAP-Associação Nacional dos Artistas Plásticos. Está representado em várias coleções privadas e entretanto foi realizando exposições individuais e coletivas em Portugal e Espanha. Bem como expôs em Felgueiras, na Biblioteca Municipal e no Semanário, Casa do Pão de Ló e Casa de Cultura da Lixa. 

De permeio, no Teatro, iniciara-se em 1971, com a personagem Diabo, da peça “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente e em 2019 foi convidado a fazer parte do conjunto “Oficina Excêntrica” teatro máscaras e marionetas, com inauguração da exposição na Casa da Memória Guimarães. Já como escritor usava o pseudónimo “Berto da Vinha”, desde 1992. Autor de vários títulos, impressão e ilustração desde 1970, em “A Vergonha do Adolescente” (diário), “O pincha Malaquias... na décima” (poesia), “A Melodia da Informação”, “Os Meninos de Novembro” e “Do meu baú troco um poema por um sorriso teu” (poesia). Em 2016 foi coordenador da publicação do livro com o título “Memórias de uma Família Os Mendes da Casa da Boavista”. Bem como tinha para publicar um livro, que (pelo menos quando me referiu isso) pensava intitular “Fragmentos com História”.


Até sempre, amigo!

 ARMANDO PINTO

Nota Bene: Fica assim prestada esta homenagem a um amigo, ao amigo Magalhães, que, mesmo residindo em Guimarães, das vezes que soube que era apresentado um livro meu, esteve presente. E que por vezes me surpreendia com telefonemas a perguntar sobre alguns temas que queria incluir no livro que estava a escrever e tinha ideia de publicar. A cuja apresentação eu contava estar presente, como ele sabia. Mas infelizmente já não será possível. Permanecendo contudo a lembrança de sua boa disposição e seu caraterístico otimismo.

Armando Pinto
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sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Um conto de Natal… pessoal

Crónica em forma de conto, num texto escrito ao jeito de narrativa pessoal e publicado no jornal Semanário de Felgueiras, na sua página 10 da edição de 22 de dezembro, sexta-feira da quadra natalícia.

Um conto de Natal… pessoal


ARMANDO PINTO

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quarta-feira, 5 de julho de 2023

Artigo no Semanário de Felgueiras sobre a passagem do 20.º Aniversário da Vila da Longra

A propósito da passagem da conta de 20 anos desde que a Longra passou a ser vila, antes ainda da comemoração respetiva do aniversário, foi pelo autor escrito um artigo alusivo, em moldes de efabulação elucidativa, então publicado no Semanário de Felgueiras Jornal, em sua edição de 3 de julho seguinte. Para cujo número entretanto já não foi a tempo, depois, uma pequena notícia escrita reportando à comemoração da elevação da Longra a vila e sobretudo sobre a cerimónia oficial, registo noticioso esse que deverá ter publicação na edição que virá a seguir, agora que este único jornal felgueirense de publicação normal é quinzenário, em tempo de saída a público.

Posto isto, regista-se neste espaço de memorização o artigo referido, conforme teve publicação na página 6, em página inteira da edição de 3 de julho. Partilhando-se aqui através de digitalização dividida em duas partes de cada meia página, para proporcionar melhor leitura.

Armando Pinto

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sexta-feira, 16 de junho de 2023

Artigo no SF: Felgueiras Nosso Torrão Doce

 

Mais uma vez, a ideia pessoal de Felgueirismo rende uma homenagem de sentido coletivo a Felgueiras-concelho, desta feita na pertinência da proximidade do Dia de Felgueiras, como é afinal o dia do Feriado Municipal. Em cuja sinceridade de tal afetividade que deve nortear o bairrismo sadio, no apreço conjunto, fica subjacente uma imagem de estilo do concelho de Felgueiras. Incluindo, além de características, qualidades e capacidades, também personagens conterrâneos e aspetos proeminentes. Contando que num artigo de jornal, para não alongar o texto, devido ao espaço normal destinado para o efeito, se tem de condensar algo, resumindo dentro do possível, pois que dos Filhos Ilustres de Felgueiras muitos há mais, felizmente. Podendo ser também lembrados, por exemplo, artistas como o mestre de iluminuras Lucas Teixeira, beneméritos como Agostinho Ribeiro e os Fonseca Moreira, mestres musicais como o Padre Luís Rodrigues, Presidentes de Câmara históricos como o Conselheiro Dr. António Barbosa Mendonça e o Dr. João Brandão, etc. Entre Filhos de Felgueiras de naturalidade felgueirense. Ficando os que foram enumerados de passagem como sinónimos de toda a alma felgariana. Enquanto em tal género de preito de homenagem imaterial fica o conceito de como se pode ver e sentir Felgueiras, na denominação ampla de Torrão Doce. Como é expresso na publicação impressa então no Semanário de Felgueiras Jornal, na página 6 da respetiva edição de 16 de junho.

Armando Pinto

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sexta-feira, 19 de maio de 2023

Crónica no Semanário de Felgueiras sobre os 91 anos do FC Felgueiras e sua histórica 1.ª foto

Em artigo escrito pelo autor para o Semanário de Felgueiras e publicado em sua edição de papel, à página 12, no respetivo número de sexta-feira 19 de maio, foi assinalado em género de crónica o 91.º aniversário do Futebol Clube de Felgueiras e rememorada a histórica foto da primeira pose da pioneira equipa do clube azul-grená. De cuja publicação, no atual quinzenário, se transpõe para aqui o mesmo artigo, como registo pessoal, em recorte digitalizado do espaço do referido periódico, único jornal felgueirense com publicação em formato clássico, mais útil e acessível de papel.

Armando Pinto

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Padre António Pacheco de Barbosa Mendonça – alma do Centro Social de Airães – em artigo evocativo no jornal Semanário de Felgueiras

Em mais uma crónica da colaboração pessoal na imprensa periódica felgueirense, desta vez versa sobre o Padre António Pacheco de Barbosa Mendonça o mais recente artigo publicado no Jornal Semanário de Felgueiras, em jeito de fazer memória sobre mais um felgueirense de realce. Conforme se pode ler na edição impressa do mesmo SF Felgueiras Jornal, à página 12, edição de sexta-feira dia 27 de janeiro de 2023. Do qual, para registo memorando, se transpõe para aqui recorte do mesmo, ilustrado com foto captada de um quadro emoldurado existente no Centro Social de seu nome – agradecendo a amabilidade da cedência a quem fotografou e a quem intermediou correspondendo ao pedido do autor, para o efeito.

Armando Pinto

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domingo, 9 de outubro de 2022

Aviso publicado na imprensa local (in Semanário de Felgueiras) sobre terrenos para instalação de Parque Solar Fotovoltaico – na parte alta de Rande (mais Idães e Unhão)

Porque não houve ainda conhecimento público, perante o caso, mas ao que se vê parece que será algo para acontecer, respiga-se dum anúncio jornalístico essa novidade – um Parque Solar Fotovoltaico. Conforme está publicado no jornal Semanário de Felgueiras, edição de sexta-feira 7 de outubro de 2022, publicitando anúncio da Câmara Municipal de Felgueiras, dum despacho e edital já de outubro de 2021, segundo consta no referido anúncio. Sendo que, pelo que se depreende, estará para ser instalado esse tal Parque Solar Fotovoltaico em terrenos do alto desta região sul do concelho de Felgueiras, nas zonas altas das freguesias de Idães, Rande e Unhão.

Atendendo a isso e ao interesse coletivo, recorta-se do mesmo anúncio a parte respeitante a Rande.


Nota: Segundo as definições oficiais, «os Parques Solares Fotovoltaicos conectados à rede são projetados para converter a luz solar em energia elétrica, que é injetada diretamente na rede elétrica nacional. A produção de energia é destinada à venda total à rede, visando a rentabilidade de seu investimento».

Armando Pinto

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terça-feira, 31 de maio de 2022

Crónica sobre a apresentação duma obra de autor felgueirense – reportando a apresentação do livro de José Melo “A Arte e o Sagrado na Escultura de Ilídio Fontes”

 

Na colaboração pessoal ao jornal Semanário de Felgueiras, desta vez aconteceu ser com uma reportagem sobre a apresentação em Felgueiras do livro do felgueirense e amigo Dr. José Melo. Cronicazinha essa, pequena para não abusar do espaço do jornal, na qual foi anotado o essencial, a registar essa ocorrência merecedora de boa nota.

Armando Pinto

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sábado, 20 de março de 2021

Artigo no Semanário de Felgueiras sobre um antigo ciclista felgueirense de cartaz nacional

 

Na rememoração de temas historicistas da colaboração pessoal ao jornal Semanário de Felgueiras, periódico que resiste impresso em papel no concelho de Felgueiras, desta feita foi evocado um antigo desportista felgueirense que correu de bicicleta pelo país fora, um antigo ás dos pedais do tempo de amadorismo simples – Adalberto Soares. Ciclista que faz parte de tempos de outrora do ciclismo nacional e naturalmente das pedaladas iniciais dentro de seu clube de longa duração, o FC Porto.


Ao artigo, para efeito de ilustração, junta-se aqui uma foto coeva do mesmo antigo ciclista, numa imagem retirada d' O Porto de há uns bons anos já, embora algo desbotada pela erosão do tempo no papel de jornal antigo.

Assim, em artigo próprio do signatário e autor destas linhas e deste blogue, também, é de tal modo dado a conhecer às gerações mais recentes algo sobre esse atleta do ciclismo de competição que consta dos registos ancestrais das corridas de bicicletas em Portugal. Ainda que de maneira resumida, como artigo jornalístico, a dar um ar do que um dia poderá ser mais desenvolvido (quando houver possibilidades de descrever em livro a história do ciclismo do FC Porto, antes e depois da atual boa realidade da parceria W52-FC Porto).  

Eis então o que está publicado no Semanário de Felgueiras, em sua edição de 19 de março, sobre esse antigo ciclista do FC Porto, nascido a 4 de junho de 1890, na Lixa-Felgueiras, felgueirense e portista merecedor de memorização destacável. 

Armando Pinto

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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Mega Entrevista no jornal Semanário de Felgueiras desta semana, edição de 06-11-2020, a Adriano Quintanilha, Homem da W52-FC Porto

Grande Entrevista a Adriano Quintanilha, dono da W52 e parceiro do FC Porto. Um percurso de vida para ler no jornal em que também sou colaborador. (Sem ter sido eu a fazer a entrevista, mas sendo amigo e admirador do homem que fez regressar o ciclismo ao FC Porto, é-me aprazível este destaque).

E, como se pode recordar que também no livro "Ciclistas de Felgueiras" o mesmo sr. Adriano Quintanilha foi distinguido com um capítulo, tem cabimento esta notícia, aqui neste espaço do mesmo autor - para dar oportunidade a eventuais interessados de poderem adquirir e ler o jornal SF desta sexta-feira. Além de colecionadores de material histórico sobre ciclismo, também. E ainda quem goste de se documentar sobre aassuntos de interesse felgueirense.

Uma entrevista de cinco páginas e meia (quase seis, mais a capa) a demonstrar o respeito e consideração que o sr. Adriano Quintanilha tem e merece. Numa entrevista bem conduzida e conseguida. A deixar o entrevistado exprimir-se, com espaço necessário. Porque o entrevistado tem assunto, como se costuma dizer. Gostei.

Armando Pinto

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sábado, 12 de setembro de 2020

Coisas corridas por gosto…


Num jornal concelhio, inicialmente semanal e mais tarde passado a três vezes por mês, com trinta anos de vida já ultrapassados, no qual em 24 anos de colaboração, ao longo de muitas semanas, ter contribuído com 456 artigos, tem que se lhe diga… como se diz.

Armando Pinto


quarta-feira, 17 de junho de 2020

Homenagem de Despedida ao Professor Edgar Silva


Falecido recentemente, no passado dia 28 de maio, e volvidos alguns dias desse infausto acontecimento, é altura de homenagear aqui com uma singela evocação o amigo sr. Professor Edgar Silva.  


O Prof. Edgar Pinto da Silva, antigo Vereador do Pelouro da Cultura e Educação da Câmara Municipal de Felgueiras e que também desde as últimas eleições autárquicas até agora era Primeiro Secretário da Assembleia Municipal de Felgueiras, desapareceu de nossas vistas, mas não da recordação.


Natural de Provesende, concelho de Sabrosa, na região demarcada do vinho generoso do Douro, ali nasceu a  20 de junho de 1955. Estava radicado em Felgueiras, sua segunda terra, onde residia. Tendo sido professor do ensino primário e elemento da Delegação Escolar de Felgueiras. Casado, pai de dois filhos e avô de 3 netos. Desaparecendo do número dos vivos aos 64 anos.

Era um senhor que só tinha amigos. Com quem dava gosto conversar. Tive primeiros contactos com ele ainda era Vereador Municipal de Felgueiras e eu então presidente da Casa do Povo da Longra e responsável do Rancho Infantil e Juvenil que fundei. Depois também por laços de afinidades familiares, mais tarde, mantivemos mais assídua convivência. Um bom e simpático amigo. Faleceu na manhã da última quinta-feira de maio na sua terra natal, em Provesende, povoação típica da zona vinhateira no concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, onde passara período de confinamento derivado à pandemia. Tinha ido para lá a resguardar-se do perigo do Coronavírus, sendo como era um dos muitos de grupos de risco devido a doença cardíaca que tinha. Mas ia regressar a Felgueiras no fim-de-semana que se aproximava. Sentiu-se mal depois de ter feito a habitual caminhada diária ao início da manhã e ter tomado banho já em casa. Deitou-se a descansar e acabou seus dias. Tendo tido morte súbita.


Por vontade dele, foi sepultado lá na sua terra natal, onde tem seus pais. Em local que ele muito apreciava, pela paisagem vinhateira, como região de socalcos do vinho do Porto, cujo campo santo em que ficou é um autêntico miradouro, dali se vislumbrando o rio Douro a rematar as encostas.

 O funeral realizou-se na sexta-feira dia 29, ao final da tarde, tendo tido a presença de conterrâneos e também amigos de Felgueiras, incluindo representantes de entidades felgueirenses a que estava ligado, em significativo número apesar das condicionantes das restrições do isolamento social vigente, por causa do Corona / Covid-19.

Como homenagem, partilha-se aqui um preito publicado no jornal Semanário de Felgueiras, em sua edição de 12 de junho, através dum artigo da lavra do amigo comum sr. José Quintela. Belo discurso escrito e sentido poema que, com a devida vénia, para aqui transpomos.


Descanse em paz, grande amigo!
Armando Pinto

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Notícia da apresentação do livro “O SENHOR SOUSA DA IMO”- no Semanário de Felgueiras


Transmitindo alguma coisa do que se passou na apresentação do livro sobre o Senhor Sousa da Imo, o jornal Semanário de Felgueiras publica na edição desta sexta-feira, dia 22, uma pequena reportagem sobre a sessão de lançamento ocorrida no sábado anterior, dia 16., a noticiar o caso.


Passados 22 anos desde que o autor do livro, e deste blogue, viu seu primeiro livro ter sido publicado, através de edição do Semanário de Felgueiras, em reconhecimento do Dr. Manuel Faria pela dedicação à causa da memória de tudo o que respeite à terra e gente de Felgueiras (o que sensibilizou aqui o escritor-historiador felgueirense que escreveu aquilo e escreve isto), bem como, após mais algumas obras entretanto saídas a público pelo mesmo empenho de memorização de coisas e loisas concelhias, teve assim vez o mais recente trabalho histórico-literário do autor das crónicas de curiosidades e recordações que de quando em vez têm lugar no SF.


Aproveita o autor para reconhecer agradecido a boa aceitação das pessoas que valorizam as loas da cultura histórico-memorial, com a satisfação da edição do livro praticamente estar quase esgotada. Assim como as manifestações entretanto proporcionadas pelos mais variados meios.


Sobre a própria notícia, agora, eis a respetiva narração no SF:


Armando Pinto
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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Em “Tá bem / tá mal” – a falta de um museu concelhio na cidade de Felgueiras


Porque vem de encontro ao que já por várias vezes foi referido pelo autor deste blogue, em crónicas no Semanário de Felgueiras e noutros locais, damos desta vez destaque neste espaço a algo que na passada semana foi publicado no mesmo Semanário de Felgueiras, numa das peças a cargo da redação do próprio jornal.

Sendo apenas registado o caso agora, porque não foi possível antes deitar os olhos à edição do jornal na passada sexta-feira, dia da saída a público e da normal distribuição pelo correio, visto não ter chegado então à nossa caixa de correio, nem entretanto até depois… como está a vulgarizar-se em anomalias desde que os correios de Portugal começaram a atrasar tudo, não só com o fecho de estações antigas em vilas e povoações, mas também com diminuição de pessoal da distribuição, etc. e tal.  

Refere-se o assunto por se vir agora dar conta do tema, assim, após termos ido buscar um exemplar em mão à própria redação do SF (embora proporcionando ocasião de conversar um pouco com o pessoal amigo de lá). Mas a tempo, contudo, de ver o texto que nos chamou a atenção e com o qual concordamos.

Pois a coluna que nos chama a atenção vem publicada na página 7 da edição do Semanário de Felgueiras da passada sexta-feira, 15 de novembro de 2019. A fixar para memória futura.

Ora, como em Felgueiras há alguns exemplos de edifícios construídos de raiz ou restaurados que ficaram sem função bem definida, para não dizer sem utilidade, como foi o caso da construção central da Praça Vasco da Gama e que felizmente em breve irá desaparecer, além de outros sem funcionalidade de aproveitamento devido, à vista normal de munícipe, o texto da chamada de atenção no SF vem a calhar, para que não seja dada uma ocupaçãozinha apenas ao histórico edifício do Grémio, proximamente a restaurar e requalificar.

Assim sendo, registamos aqui também essa coluna, cujo conteúdo expressa também a ideia de mais gente…


Armando Pinto    
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terça-feira, 29 de outubro de 2019

(Mais) Um artigo sobre um ilustre felgueirense no Semanário de Felgueiras, por Mário Pereira


Na linha do lema pessoal do autor deste blogue, de dar valor ao que tem valor, dá-se lugar a partilhar mais um bom exemplo de valorização do ADN Felgueirense. Como são as evocações de algo digno de perdurar na memória concelhia amarelo-púrpura.

Tal como se tem procurado fazer nalgumas oportunidades também no SF e até em livros (como será proximamente com mais um livro… de autoria pessoal), aqui o autor dá vez a um amigo das letras, partilhando o mais recente artigo publicado no Semanário de Felgueiras, escrito por Mário Pereira, desta feita sobre o famoso Doutor do Sobrado.

Eis então essa crónica de boas lembranças, respigando da edição do Semanário de Felgueiras de 25 de Outubro, o que expandiu o amigo sr. Mário Pereira, então a recordar esse célebre felgueirense, quase lendário.


AP