sexta-feira, 31 de maio de 2019

Recordando antigas passagens do Rally de Portugal por Felgueiras...


Ao chegar o fim de maio e à entrada de junho, Portugal acolhe mais uma vez o Rally de Portugal, mítica prova automobilística de feição portuguesa inserida no Mundial de Ralis.

Já que desde há anos não tem podido haver em terras de Felgueiras qualquer etapa oficial da maior prova portuguesa de carros, ao passo que em tempo recente ainda houve cheirinho a pó e algum alvoroço do barulho de motores com a realização em 2017 de algumas corridas de treinos no troço felgueirense do monte de Santa Quitéria, recordamos antigas ligações felgueirenses com essa corrida que alvoroça o ambiente.

Com efeito, a região concelhia de Felgueiras teve outrora passagens do Rally por etapas dentro do território concelhio. Tendo então sucedido, na esteira de outras realizações de desportos diversos, que dentro do fenómeno desportivo de competição tempos houve em que se seguiu primazia pelo automobilismo no interesses das populações, a partir que se ouviram motores a animar o ambiente felgueirense. Aumentando então o chamariz de Felgueiras com a verificada grande afluência de público local e de muitos visitantes - tal a ligação que Felgueiras deteve à modalidade, através da maior prova do desporto automóvel, como local de troços cronometrados do rali português. Cuja primeira passagem, com a classificativa do monte de Santa Quitéria, se realizou em 1993. Tendo, depois disso, em 1994, a mesma prova sido aumentada para duas etapas com a então novel classificativa do Seixoso. Essas duas legendas, como foram as mesmas classificativas tão famosas em atração publica, entretanto tiveram sequência até 1998,  por ora.

Mais recentemente, como ainda está na memória da poeira dos tempos, realizaram-se sessões de treinos, nas vésperas da realização da prova em apreço do Mundial de Ralis, em Felgueiras, quer nos caminhos de Santa Quitéria como também  no Seixoso.


Recorde-se que para a realização desses treinos houve melhoramento dos dois troços do concelho, havendo ainda alguma esperança que em anos mais ou menos próximos os referidos locais venham a receber novamente provas oficiais, tal como já aconteceu há mais de duas décadas.


Atendendo a essa antiga ligação, recordamos aqui e agora, através de prospetos da época, algo desses momentos… da prova a sério, quanto à passagem do Rali por Felgueiras.


Armando Pinto
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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Curiosidades e Recordações... A propósito: Adriano Sampaio – Um Felgueirense considerado ”Grande Lousadense". E personalizadas memórias colegiais!


Um destes dias veio ter às mãos do autor deste blogue um jornal do vizinho concelho de Lousada. Tendo, ao deitar os olhos à capa, de imediato havido atenção de nosso olhar para uma foto, tratando-se de pessoa conhecida, por sinal da nossa região e residente de Lousada há muitos anos. Despertando então a curiosidade para o texto referente ao tema.


Com efeito o caso reporta-se ao que foi recentemente publicado no jornal “O Louzadense”, pelos vistos um periódico ainda novo mas de feições clássicas, que segundo se nota dá apreço a memorizar aspetos relativos à memória do concelho do Torrão, como em tempos idos era popularmente conhecida a terra de Lousada. Em cuja linha redatorial, é dada no jornal devida relevância a figuras conhecidas e tidas por “Grandes Lousadenses” da atualidade, na esteira de “Louzadenses” memorandos. Sendo no nº 3 deste referido quinzenário, edição de 23 de Maio, dado lugar de destaque a um personagem oriundo de Felgueiras e entretanto radicado em Lousada. Tal o facto de ser ali dado a rememorar o facto de Lousada ter em seu seio Adriano Sampaio, como fundador da seção concelhia do PSD lousadense e figura pública com obra na vida sociável da mesma área da vila do Senhor dos Aflitos.


Adriano Sampaio nasceu na freguesia de Sernande e viveu sua adolescência na freguesia de Rande, freguesias vizinhas e paróquias anexas, do concelho de Felgueiras. Tendo residido na casa paroquial de S. Tiago de Rande, como sacristão do pároco de Rande, Padre João Ferreira da Silva. Em adulto, pelos contornos da vida, acabou por casar em Lousada e ficou para sempre a residir na vila abençoada pelo Bispo D. António Castro Meireles, como está de mão levantada em estátua alusiva, a saudar quem está ou passa por ali.

Já era ele uma pessoa respeitada na vila de Lousada quando o autor destas linhas por ali andou a estudar. Lembrando-me bem de o ver então, andando eu de livros debaixo do braço com amigos, ao tempo de frequência no Externato Eça de Queirós. 


Tempos em que o histórico colégio era deveras familiar no ambiente da terra através de figuras carismáticas, como o "Contínuo" Senhor Sousa, a secretária sempre prestável (senhora muito simpática, da qual me estava já a falhar o nome, mas recordando seu sorriso me vem à ideia como era tratada carinhosamente) a Chiquinha, os professores como o tão apreciado Padre Meireles de História, o Padre Campos do Português, Padre Mota de Francês, Padre Jorge de Inglês, Professora Orísia de Ciências, etc. etc. Andando o tão afável sr. Sousa de cigarro de mortalha sempre na boca, além de ser conhecido nas suas andanças de bicicleta a atravessar a vila no itinerário profissional. Lembrando que comíamos barato na casa de pasto do sr. Freitas, típica mistura de tasco e restaurantezinho antigo, por trás dos Bombeiros. Ao passo que no centro da mesma vila comprávamos o jornal na loja de papelaria da Geninha, enquanto esperávamos a camioneta de carreira em frente à loja do Rega, rindo-nos com a sua useira conversa de engalhar os clientes.


Recordo-me de então falar sobre o meu conterrâneo felgueirense com companheiros (sendo do curso liceal de bons amigos como Zé Vieira, mais tarde advogado de renome e dirigente apreciado dos Bombeiros; tal como também o Jorge Magalhães, volvidos anos tornado Presidente da Câmara de Lousada; Zé Alberto; o Teles de Santa Margarida, o Costa de Silvares, o Sousa do Unhão, Reis, Graça, Raquel, Maria José, Goreti, entre outros). 


Isso na ideia de conhecer o senhor Adriano Sampaio dos tempos em que viveu na minha região felgueirense. E sobretudo orgulhando-me de saber que era também um conhecido portista dos meios lousadenses. Pois o caso da política aconteceria alguns anos depois, já eu andara pelo Colégio de Vila Meã e ficara de permeio à espera de incorporação no serviço militar, até ter acontecido o 25 de Abril, etc. e tal…

Ora, veio agora tudo isso à lembrança, a propósito de ver no jornal O Louzadense longa entrevista com Adriano Sampaio, em duas das profusas páginas desse jornal, de cujo material para aqui se transporta algumas partes mais relevantes ao interesse geral.




Armando Pinto
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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Recordações eternas d’ “o Felgueiras” – evocações dos maiores momentos do futebol felgueirense


Em época de acalmia do ambiente competitivo do futebol local, por tempo já de retrospetivas da época e da própria história do clube mais representativo do concelho de Felgueiras, vem a talhe recordar momentos célebres da existência da paixão pelo futebol em Felgueiras, quer dos naturais felgueirenses, quer, como quem bebeu da Fonte da Santa, também de quem veio à bola e ficou felgueirense de corpo e alma.

Assim sendo, evocamos, aqui e por este meio, ocasiões significativas da mística do futebol felgariano, seja de tempos muito antigos como de outros mais próximos, do histórico FC Felgueiras, agora continuado no atual FC Felgueiras 1932.


Ora, o primeiro grande feito acontecido no seio do FC Felgueiras foi a primeira subida de Divisão, algo ocorrido em 1965 com a passagem do clube da antiga 3ª Divisão à 2ª Distrital. De cuja ocorrência se evoca tal façanha com uma gravura da equipa que triunfou na “Finalíssima” a 8 de Julho desse ano, no culminar da época futebolística de 1964/1965.

Entre muitos outros sucessos, depois, sabendo-se deveras de seguintes subidas de divisões e grandes vitórias, houve mais tarde um festival desportivo de homenagem ao fundador do clube, em jogo festivo realizado a 2 de Junho de 1994. Do qual se ilustra a ocorrência com respigos da imprensa local dessa época.


Por fim, como momento mais alto, sem dúvida, aconteceu em 1995 a entrada na 1ª Divisão Nacional, como ao tempo era chamada a atual 1ª Liga do futebol profissional português. Desse célebre dia, 28 de Maio de 1995, juntam-se aqui, para efeitos memorandos, recortes da edição do jornal diário desportivo O Jogo, do dia seguinte.


Armando Pinto
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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Um manual escolar antigo…


Num exemplo de como noutros tempos se aprendia logo na escola primária, recorde-se através dum antigo manual escolar, um livro oficial de História da 4ª Classe, quão se ficava a saber pelos idos de inícios da década dos anos sessentas sobre diversa matéria de cultura geral. Tais eram os temas e conteúdos de cultura portuguesa, quanto a literatura, artes, ciências, personalidades, etc. Conforme consta deste livro, guardado em mãos do autor destas linhas.


ARMANDO PINTO
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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Penedo das Pegadas de São Gonçalo - Felgueiras


Um destes dias, a pedido de pessoa amiga, fui visitar o local onde ainda está o chamado Penedo das Pegadas de São Gonçalo. Abaixo do lugar da Espadilha, em terreno fronteiriço entre Sernande e Varziela. Tendo então acompanhado uma pessoa que queria conhecer o sítio e ver esse mesmo penedo lendário, um dos locais do concelho de Felgueiras pouco conhecidos, cuja história popular faz parte das lendas e narrativas da memória coletiva felgueirense.

Foi assim a ocasião aproveitada também para fazer mais algumas fotos, de modo a captar imagens atuais desse pequeno rochedo, de grande significado.


A propósito, recorde-se, sobre o tema foi escrito pelo autor destas linhas, há alguns anos já, uma crónica no Semanário de Felgueiras. De cuja coluna foi o mesmo assunto transcrito para uma página da enciclopédia Memória Portuguesa, que para aqui se transporta:

« Memória Portuguesa - Portugal em pormenor!
Concelho de Felgueiras

O chamado Penedo das Pegadas de São Gonçalo é uma formação rochosa existente no concelho de Felgueiras. A tradição deu popularidade ao local e determinado valor afectivo ao sítio da equacionada rocha. Penedo este que se diz estar implantado em território da freguesia de Sernande, tal como é de versão ouvida, mas também se ouve dizer ser de Varziela, do mesmo concelho de Felgueiras, pelo menos depois que começaram a surgir confusões sobre os limites entre aquelas duas freguesias vizinhas. O qual, curiosamente, é mesmo atribuído às duas (porque não há outro com o mesmo nome!), na revista denominada “Portugal local – Felgueiras”, editada em Janeiro de 2000. Pelo que só com documentos antigos, se os houver, pode ser tirada a prova em mais este caso.


Lenda do Penedo das Pegadas

São Gonçalo, segundo muito antiga lenda, antes de se instalar junto ao Tâmega (em Amarante), cirandou por terras Felgueirenses e esteve quase a tentar-se pelas proximidades às margens do rio Sousa. Conforme se ouve pela região, há uma história popular que relaciona com o mesmo santo umas certas marcas, existentes em formação rochosa duma zona do concelho de Felgueiras, o chamado Penedo das Pegadas de São Gonçalo. Conto tradicional que podemos relembrar até, transcrevendo parte do que ficou registado em 1998, entre Lendas e Narrações histórico-tradicionais da zona sul Felgueirense, no livro oficial (escrito por Armando Pinto) do 2º Festival de Folclore da Casa do Povo da Longra, ocorrido naquele ano:

"Não se sabe se o caso estará relacionado com ancestral ocupação. Será contudo réstia de antiga característica local, ainda que indefinida. Por mor das dúvidas, o povo desde longos tempos que conta história a explicar o facto, em molde imaginário popular. São Gonçalo (resumindo o que explanamos na referida publicação – depois de peripécias de ocorrência em que perdeu sua igreja, ou seja lugar de pároco, andou como pregador até que resolveu fixar-se num sítio, decidindo então efectuar a edificação de um templo, pelo que) começou a planear a construção, estudando local apropriado. Foi assim que ao passar nesta região, verificando as penedias da zona, esteve naquele penedo. Mas como a pedra existente ali e nos arredores era pouca para o que pretendia, em vista a construção de proporções dignas de uma antiga abadia, desistiu da ideia e acabou por, mais longe, construir o mosteiro de Amarante. Dos projectos aludidos terão então resultado as marcas que ficaram esculpidas naquela pedra mediana, contendo diversas gravuras de relevo profundo, ouvindo-se na tradição popular que essas mesmas marcas, que ali ficaram gravadas, eram as suas próprias pegadas e as marcas da aba do chapéu, bem como da sua bengala que havia caído ali, lançada de longe pelo santo. Como parece que não gostou, aí foi ele rumo a Amarante, em demanda do local para onde havia de seguida atirado a mesma bengala, tendo então escolhido a terra em que ela caíra, onde pelos seus desígnios Deus demonstrou Sua vontade… Ficaram contudo na referida pedra vestígios da sua estada no local, segundo a tradição."


Bibliografia
Crónica publicada no jornal Semanário de Felgueiras, da autoria de Armando Pinto.»

Armando Pinto
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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Recordando: Um saliente académico felgueirense… a propósito da época da tradicional queima das fitas estudantis


Em tempo de maio moço, e sempre pelos inícios deste mês das flores e dos amores, têm lugar anualmente as tradicionais festas de estudantes, no encerramento do ano letivo universitário – a queima das fitas, no âmbito do fim de curso académico. Festividades, então, de celebração dos finalistas, a que se associam todos os estudantes, desde os caloiros aos restantes universitários.

Ora, nesta época, vem a propósito recordar um antigo estudante felgueirense, entre os muitos que naturalmente fizeram boa figura. Neste caso a talhe de sua foto oficial de finalista, como nesse e outros tempos era da praxe posar à posteridade, com capa e pasta com as correspondentes fitas. Reportando a esse que depois veio a ser famoso Administrador do Concelho de Felgueiras nos inícios da Primeira República e mesmo após a derrota da Monarquia do Norte e consequente reimplantação da República, o Dr. António Pinto Sampaio e Castro.

Foto histórica esta que assim retrata o Dr. António Castro, Administrador do Concelho entre 1910 a 1912, depois de 1915 a 1917 e em 1919. Personagem da vida concelhia nas primeiras décadas do século XX, que a par de sua ação de administração político-local, foi também Conservador do Registo Civil de Felgueiras.
De modo que sua assinatura consta dos registos de nascimentos, casamentos, óbitos e outros documentos e comprovativos civis desses tempos. Um senhor da família Castro, oriundo do Unhão, que residiu na Longra e na Casa da Leira, em Rande. Cuja memória, pelo menos, tem homenagem pública com a atribuição de seu nome numa rua da Longra, na área do antigo lugar de Cimalhas de cima.

Armando Pinto
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terça-feira, 7 de maio de 2019

Comemoração do 25º Aniversário do Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra



Em dia quente de Primavera, por sinal tal como havia estado 25 anos antes, comemorou-se com circunstância festiva as Bodas de Prata da fundação do Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra. Em memória do ocorrido em 1994, então acontecido na semanal reunião das quintas-feiras da Direção da Associação Casa do Povo, e agora rememorado no domingo coincidente à data aniversária.


Recorda o autor ter estado um dia quente há 25 anos, com efeito, precisamente por não mais ter esquecido esse dia em que consegui fundar o Rancho. Porque durante o dia andara ansioso na expetativa de obter a aprovação dos outros elementos diretivos da casa, pois que em reuniões anteriores já havia aflorado a ideia e havia vozes e sobretudo vontades contrárias. Estando a nova direção associativa ainda com pouco tempo de gestão, desde Março anterior, e como a casa estivera sem atividade cultural durante largos anos e as despesas eram superiores às poucas receitas armazenadas, não havia ainda definição do futuro rumo a tomar pela instituição. Tanto que, quando nessa reunião foi finalmente aprovada a proposta e eu pude dizer, satisfeito, que estava fundado o novo Rancho da Longra, foi logo afiançado que a instituição poderia adiantar alguma verba para as primeiras despesas (sem contar gastos próprios com transportes e derivações das aquisições, do que saiu ao logo dos anos do próprio bolso), mas entretanto o Rancho teria de ter vida autónoma e logo repor o dinheiro de tal empréstimo de adiantamento desse fundo de maneio inicial; o que foi posteriormente saldado com a receita da primeira campanha do cantar das Janeiras. Mas isso são histórias dos caminhos da própria história.

Vem assim a talhe recordar-se por imagens a constituição do grupo inicial, em pose e desfile no palco no dia de apresentação pública, passados meses dos primeiros ensaios:


(De cuja pose de conjunto, noutro ângulo, para melhor visualização, se pode separar a parte de adultos e a das crianças e jovens, dançarinos à época) 


Passados estes anos, 25 anos depois houve reencontro comemorativo, marcando e juntando o passado ao presente.


Ora, foi pois dia comemorativo este domingo 5 de maio (e até nisto já há diferenças substanciais, pois no tempo da fundação do Rancho ainda os meses eram escritos com letra inicial maiúscula). Tendo sido ocasião de reencontros com tudo o que faz lembrar o início e a manutenção do Rancho, assinalando-se os 25 anos de existência, afinal, pois o Rancho não foi só e é dos fundadores e seus acompanhantes dos inícios dos primeiros anos, como é também dos continuadores, de toda a gente que passou pelo mesmo Rancho e por quantos ainda lá estão atualmente e lhe dão continuidade.


Então, neste domingo de forte sensibilidade, reviram-se fisionomias atuais de gente desse tempo, desde as crianças de há 25 anos, agora mulheres e homens feitos, pais de família e com sua vida própria, até aos adultos da época e agora pessoas amigas com mais 25 anos em cima, revelando naturalmente sinais da passagem do tempo. Faltou porém ver mais caras do tempo da criação do Rancho, ao passo que se reconheceram outras de pessoas que entraram com o Rancho já em andamento, além de ter estado pessoal de todo percurso do Rancho, ao longo dos anos.


Desse dia de grande carga afetiva, melhor que mais palavras, falam algumas imagens de ilustração, que aqui juntamos. Quer do convívio ao almoço, como do festival comemorativo, ainda com cenário de fundo contendo legenda de recente passagem também dos oitenta anos da instituição-sede.


Em suma, de quão bonito é haver coisas assim, fica noção que, como poetou Pessoa, tudo vale a pena quando a alma não é pequena.


Armando Pinto
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