quarta-feira, 18 de abril de 2018

Memória de Exposições Memorandas na Longra



Na velha máxima que as imagens valem por muitas palavras, recorda-se aqui e agora algo de exposições que pelos idos anos noventas estiveram patentes na Casa do Povo da Longra a fazer memória de outros tempos e a dar a (re)conhecer antigas existências locais. De cujas realizações resultou a criação do inicial Museu da Casa do Povo e ficou acervo diverso em arquivo na biblioteca da casa. 


Material que em parte se revê através de algumas fotografias coevas.


Armando Pinto

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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Artigo no Semanário de Felgueiras sobre o Centenário do iluminurista e poeta Lucas Teixeira


Artigo escrito para o Semanário de Felgueiras, em cuja edição de 13 de abril fica publicado  enaltecendo o felgueirense mestre de iluminras e poeta Lucas Teixeira (nome de assinatura artística de Armando Teixeira, falecido em 2013 com 95 anos), na oportunidade do período comemorativo de seu centenário natalício, pois que no passado mês de março fez 100 anos que nasceu. 


Conforme se assinala na alusiva crónica, sob título

Centenário de Lucas Teixeira - iluminurista notável

Como entoação de sacros cantos gregorianos ecoando de antigos claustros e paredes graníticas de altos templos, entre ambiente perfumado de incenso elevado a altíssimo destino, chega ao conhecimento e permanece na memorização a lavra de iluminuras de um artista nascido em terra felgueirense, felizmente honrado na toponímia do concelho natal – o artista clássico Lucas Teixeira, com nome numa rua da cidade de Felgueiras como Frei Lucas Teixeira.

É norma de bons princípios haver gratidão, também no sentido de reconhecimento. Sendo uma boa maneira de honrar tal consideração a elevação honorífica. Como sucede com a atribuição de nomes salientes à celebridade toponímica, entre denominações honradas com perpetuação na toponímia. De modo que, assim como os nomes de lugares antigos perduraram, de igual forma pessoas notáveis são homenageadas em modo de chegarem à posteridade, na junção da utilidade à atração, juntando o útil ao agradável, para que se não perca a memória do que merece valorização. Quão aconteceu, entre diversos casos, com Lucas Teixeira: notável artífice da nobilíssima arte da iluminura e poeta de refinada veia. Figura em apreço desta feita neste espaço de memorização, em época da passagem de seu centenário natalício, ocorrido a 23 de março.

Nascido em Varziela, corria o ano de 1918, em tempo da I Grande Guerra que levou às trincheiras da Flandres também mancebos felgueirenses, veio ao mundo para os lados de Pedra Maria com o nome de Armando Teixeira. Ser humano que desde a infância teve jeito para o desenho, mais tarde aprimorado na escola claustral seguida, até se ter revelado nos lavores da mesma arte no convento de Singeverga, já como Dom Lucas Teixeira, após ter professado na ordem beneditina. Tendo posteriormente, já fixado no Brasil, como cidadão que procurou a felicidade, seguido caminho artístico e tido percurso honrado, desenhando e poetando, para viver e fazer viver. Acabando por ter ficado lá para sempre, após longa vida percorrida. Longe de sua terra, mas entre sua família ali bem constituída. Com os sinos de sua infância no ouvido do pensamento, como deste modo se dá toque eterno, de laudatório Te Deum à sua memória.

Muito teria de se escrever aqui, mais, para narrar seu longo e prestigiado percurso de vida. Coisa que o espaço desta crónica naturalmente não permite. Contudo está descrito pelo autor destas linhas, também, em espaço informático da Internet, no blogue pessoal “Longra Histórico-Literária”, em artigo publicado na própria data de seu centenário. E em tempo oportuno será motivo duma iniciativa pública, a decorrer possivelmente na sede do concelho. Sendo como é este felgueirense ilustre um nome toponímico, honrado na denominação duma rua da cidade de Felgueiras, enquanto ínclito conterrâneo que louvou a vida através de sua arte de iluminar documentos com letras góticas pintadas a ouro em pergaminhos, que muito enobrecem momentos e factos.

Na ideia de que o céu pode ser, em certos aspetos, onde se encontrar aquilo que queremos, alegra-se o céu e a terra com pessoas assim, em ter havido um Frei Lucas Teixeira, o felgueirense Armando Teixeira, o artista iluminurista Lucas Teixeira. Quais espirais de incenso, em formato de iluminuras, são suas obras chegadas ao Além na linha da Exortação Apostólica do Papa Francisco «Gaudete et Exsultate» – Alegrai-vos e exultai – tomando frase do sermão das Bem Aventuranças, de apelo à virtude no mundo atual.

ARMANDO PINTO
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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Lembranças da "Codizo/Sozé" e relance memorial sobre história da indústria de calçado felgueirense


Encerrou por estes dias uma importante fábrica da Longra, a antiga Codizo, atualmente com nome do grupo Sozé. Desaparecendo assim uma histórica firma com papel deveras assinalável na ambiência da Longra e zonas envolventes, dentro do concelho de Felgueiras. Tal como sucedera no início da década dos anos oitentas com a algo gigantesca Metalúrgica da Longra, e mesmo a Prelmo, como posteriormente algumas fábricas de menores dimensões, quer serrelharias, como algumas pequenas indústrias de calçado (embora destas, nalguns casos, sem tanto impacto, derivado a reduzida produção e número de trabalhadores empregados, até quase sem os respetivos nomes terem chegado a ser do conhecimento público generalizado).

Assim sendo, a segunda semana de abril desenrolou-se de modo algo aziago para o setor do fabrico de calçado em Felgueiras, pois também no mesmo dia em que os trabalhadores da Codizo/Sozé recebiam os impressos para o Fundo de Desemprego, era conhecida publicamente em notícias jornalísticas a liquidação da fábrica Abreu e Abreu, de Barrosas-Idães, outra importante empresa do calçado de Felgueiras.  


A Codizo/Sozé começara na Longra como “Codizo”, em 1985, no edifício da extinta Prelmo, antiga fábrica de  metalurgia junto ao rio (e como tal em tempos popularmente referida por Mit Rio, cujas instalações se vêm à distância na foto, acima). Embora então a Codizo estivesse com ligação à fábrica Sozé, iniciada ao correr de 1976 em Cimalhas-Sernande e depois transferida para Lagares e por fim S. Jorge de Várzea, onde esteve durante muitos anos. Até que em 2016 se fundiram as duas no Grupo Sozé, na fábrica da Longra, entretanto detentora da Dkode, marca de calçado que calcorreou os maiores e mais prestigiados certames mundiais do setor. Até que neste mês de abril de 2018 deixa de laborar, por dificuldades de manutenção.


Independentemente de tudo (que não cabe aflorar por quem não está por dentro do assunto, obviamente), além que na parte social a situação vai sendo remediada – visto a maioria dos trabalhadores já terem seu futuro solucionado, segundo voz corrente – o que vem ao caso, neste espaço de memorização, é a fixação do que representou para as sucessivas gerações de pessoas que trabalharam nessa empresa, entre quem ali conheceu primeiros tempos de convívio e posterior conhecimento da envolvência para o meio local. E fica a perdurar, na memória coletiva.


Como lembrança, recorda-se aqui alguns “flashes” históricos de tempos passados, através de fotografias de excursões e confraternizações entre colegas de trabalho e família. Juntando páginas do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, como testemunho de como até 1997 estava.



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Na pertinência do caso, diante do desaparecimento de fábricas de sapatos no concelho de Felgueiras e particularmente nas áreas da Longra e de Barrosas, é oportuno relembrar algo de história relacionada com o setor, deitando mão a um texto também do autor destas linhas, em tempos publicado no jornal Semanário de Felgueiras, que agora se atualiza: 


Um pouco de história correspondente: Cabouqueiros da Industria Felgueirense do Calçado

Remonta aos tempos dos mestres sapateiros a manufatura felgueirense de calçado, cuja história merecerá aqui ser recordada, ainda que numa abordagem sintética. A propósito de justa alusão a alguns dos mais conhecidos pioneiros e continuadores deste ramo produtivo da economia local, com relevante papel no crescimento estrutural concelhio.

Nestes moldes, sem contar eras muito recuadas, quais correias do calçado das botas, sandálias, soco e coturno dos guerreiros de antanho que também por estas terras andaram, depois os sapatos e botins fidalgos de velhas burguesias, mais ancestrais botas grossas de guerra, socos de campo, botas rurais, chinelas e outras modas por demais antigas, a memória da feitura de calçado em Felgueiras recua a época sensivelmente aproximada do começo do século XX, ao fabrico artesanal doméstico, saído de mãos dos obreiros dessa arte.


Eram então acotiadas lojas de sapateiro onde se fabricava manualmente todo o tipo de calçado por trabalhadores abancados, ou seja sentados em bancas, a cozer com sovelas as linhas ensebadas, cuja ferramenta se dispunha à sua frente ou no meio de todos em “ofícios”, pequenas mesas compartimentadas, para as tachas, turquesa, martelo, pé de ferro, moldes de cartão, formas de pau e demais apetrechos; além de oficinas de tamanqueiros, em cuja produção se salientavam tamancos de mulher, socos de lavrador e chancas de rapaz. Casas de mestres-sapateiros espalhadas pelas freguesias, nas quais se fazia de tudo o que aparecesse de encomendas particulares, do que dependiam diversas famílias, porque abundavam operários a trabalhar por conta do mestre, o dono da loja, quantas vezes em continuidade hereditária. Extensivamente alguns dos antigos empregados que aprenderam o ofício nessas condições, em casa dos patrões, foram-se, entretanto, estabelecendo por conta própria nas suas terras ou localidades vizinhas, onde viviam ou fixaram residência.

Nessa altura, predominando o fabrico de botas de pneu e chancas em regime de tarefa, não havia horários de trabalho propriamente e os artesãos eram mal pagos, pouco dando para o natural sustento. O próprio meio ambiente era maioritariamente típico em pobreza material. Havia então pequenos industriais com dois ou três empregados, dos quais apesar de muito esforço, condicionado à maneira artesanal, resultava escassa produção diária de pouco mais que um par por dia laboral de cada trabalhador. Entretanto com a guerra (como o povo chamava simplesmente à sequência da Guerra Civil Espanhola e à 2ª Grande Guerra Mundial) sobrevieram piores dificuldades com a falta de peles verificada, sendo então atribuído a cada negociante senhas para levantamento de matérias-primas, provocando luta de sobrevivência e consequente mercado negro. A procura local do produto acabado não era muita, pois que, excetuando os fidalgos ricos e comerciantes remediados, o povo comum andava descalço por norma, usando calçado apenas em dias e momentos especiais. Ajudou ao necessário desenvolvimento a lei da proibição do pé descalço, saída em meados da década de cinquenta, embora sem plenos resultados até finais desses anos nas zonas rurais. Porém no decurso do tempo vingou a obrigatoriedade de todos andarem calçados e apesar de na região a maioria andar usualmente de socos ou alpercatas, a nova situação permitiu que os industriais desta região pudessem começar a vender calçado para fora de portas, passando a deslocar-se até outras terras e, sobretudo, feiras, escoando assim o produto e por inerência podendo aplicar lucros e efetuar pagamentos. Além de que se iniciou também na época algum envio de artigo fabricado para as colónias ultramarinas, de permeio com aquisição no estrangeiro de primeira maquinaria e componentes para laboração modernizada. Foi então que começaram a ser fabricados na região sapatos por meio de máquinas, inicialmente em processos algo imberbes e paulatinamente alastrando a produção, de calçado grosseiro e fino, entrando pela década de sessenta com algumas oficinas avantajadas, em nítido desenvolvimento.


Eram tempos de homens embrenhados na laboração e mercado desde crianças, que cresceram a aprender à sua custa esse modo de vida, industriais pioneiros que ficaram na retina da memória como representantes do arranque da produção industrializada, entre os quais será de lembrar uns Joaquim Ribeiro, António Gonçalves, João Cunha, Alexandre Sampaio (Osório), Adolfo Martins, Amadeu Gonçalves, António Freitas Guimarães, António e Carlos Castro, António Carvalho Dias, Joaquim Clemente Freitas, Teófilo Faria, Granjo, Alberto Cunha, Avelino Pereira, Martins Coelho, etc. embora de per si distribuídos por gerações diferentes.


Até que, chegada a década de setenta, perante viabilidade de novos mercados e melhores condições organizativas, se expandiu a produção em série, com saliência de mão-de-obra feminina a equiparar-se e até a superar a masculina, numa conjetura fortalecida por inerência de surgimento da exportação como ovo de Colombo. Apareceu desde aí gente dinâmica numa nova vaga patronal, de que se poderá referir, por exemplo, uns Cunha Melo, Mário Cunha, José Guimarães Sampaio, Artur Guimarães Sampaio, Carlos Martins Fonseca, Álvaro Costa, Eduardo Coelho, Teixeira Pinto, Benjamim Rodrigues, António Manuel e Alberto Abreu, Jorge Pinto, Joaquim Ferreira Pinto, Jorge Moreira, Adriano Marinho, etc. etc., entre tantos outros empresários de sucesso que travaram percurso ascendente gerador de desenvolvimento para o modo de vida de Felgueiras, como é do conhecimento público de experiência feito. Até à nova vaga, ainda em ação.

= Instalações da antiga SIC-Fábrica de Calçado dos Carvalhinhos, ao tempo da remodelação que deu a sua fisionomia mais conhecida. E anúncio numa publicação dos anos setentas =

Houve entretanto alguns casos de sucesso, no auge da produção de calçado no concelho de Felgueiras e exportação, que mais tarde não tiveram longevidade. Como aconteceu com a fábrica de calçado SIC, Sociedade Industrial dos Carvalhinhos, de Margaride, uma das pioneiras empresas industrializadas do fabrico em série no concelho, de iniciativa do empreendedor felgueirense dos anos cinquentas e sessentas sr. Teófilo Leal de Faria. Fábrica que, segundo se diz ainda hoje, foi uma escola e manancial de laços de convivência e amizades frutuosas, depois passada ao sr. Avelino Pereira e que no decurso dos anos não resistiu, tendo desaparecido sensivelmente na transição da passagem para o século XXI. Entre outras firmas de antanho, entretanto extintas e que deram lugar a novas empresas ou simplesmente morreram. Bem como a Abreu e Abreu, de Idães, por exemplo, das mais recentes. E ainda a Codizo-Empresa de Calçado da Longra, L.da, implantada em Rande ao início de 1985, na Longra, mas integrante do Grupo Sozé sediado em Várzea (depois tudo agregado nas mesmas instalações da vila da Longra em 2016). Que veio a terminar com o encerramento verificado em 2018. Tal qual, na mesma semana veio a público caso anterior da fábrica Abreu e Abreu, cuja liquidação foi conhecida aquando do encerramento da Sozé. Como antes se verificara já com outras empresas, e às tantas haverá outras mais em ocorrências similares, perante o estado da nação desde há anos, como se tem notado.

= Aspeto da fábrica Codizo-Empresa de Calçado da Longra, nos seus tempos iniciais, antes da ampliação depois edificada. =

Contudo, mantém-se para já o ambiente do potencial resistente, derivado de todo o percurso empresarial advindo de épocas áureas.  

Tem créditos existentes ainda, enfim, o panorama do fabrico do calçado felgueirense, através do labor empresarial, qual força a arrastar o progresso, propriedade de fama e proveito, tendo sido e ficado a indústria respetiva  a liderar o sector da economia transformadora concelhia, com direito de Felgueiras ao título de capital do calçado ora considerada.

ARMANDO PINTO 
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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Felgueiras n’ “O Minho Pittoresco” em 1886 – Narrativa da época (aqui numa parte) …


A grandiosa obra “O Minho Pittoresco”, publicada em 1886, deixou à posteridade curioso, interessante e precioso relato sobre as terras da antiga província do Minho, a que Felgueiras pertencia, por essas eras em que até ainda se escrevia com duas letras seguidas nalgumas palavras – como no caso dos dois tt em pitoresco.


Desse volume, narrando o que o autor José Augusto Vieira presenciou e estudou em viagem pelas terras da área minhota, ao tempo, deitamos olhos ao capítulo sobre Felgueiras, por motivos naturais. Do qual, detendo atenção na parte sul e arredores, se coloca aqui as correspondentes primeiras páginas.


Armando Pinto
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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Algo sobre a Imprensa felgueirense


Ao jeito de homenagem a mais um jornal desaparecido do meio informativo e cultural do concelho de Felgueiras, bem como de aplauso aos que ainda se vão mantendo, dá-se vez neste espaço de memorização à partilha de alguns dados relacionados com a existência de jornais por terras de Felgueiras.


Tendo deixado de ser publicado recentemente O Jornal da Lixa – que se despediu dos leitores por ocasião do passado Natal, em 2017 – fica agora apenas o Semanário de Felgueiras e o Expresso de Felgueiras a dar novidades escritas e a pugnar pela informação e ação cultural, atinentes à memória coletiva. O Semanário de Felgueiras a chegar às caixas de correio dos assinantes e às mãos de restantes leitores três vezes por mês, ou seja em três semanas de cada mês, com uma semana de interregno e descanso; enquanto o Expresso de Felgueiras vai publicando na Internet notícias de vez em quando e em edição de papel chega aos leitores mensalmente (pelo menos, segundo os respetivos números que têm sido vistos pelo autor destas linhas). Quais andorinhas a levar a primavera da atualização noticiosa e narrativa aos interessados em saber sempre mais.


Em vista disso, recordamos agora um artigo com que em 2003 ficou descrita a história da imprensa jornalística felgueirense (na revista comemorativa do 13º aniversário do Semanário de Felgueiras) …


Assim sendo, passados anos, agora que o SF vai nos seus 27 anos de vida, recorde-se como era o panorama dos jornais em Felgueiras aquando da comemoração dos 13 Anos do Semanário.


Posto isto, dá ainda para recuar à visualização dum catálogo elaborado aquando de recente exposição apresentada na Biblioteca Municipal de Felgueiras, agora com algumas anotações pessoais de atualização e complemento, mais outras imagens de acrescento – em nome do interesse coletivo.


Armando Pinto

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terça-feira, 3 de abril de 2018

(Algumas) Fotos Históricas da Longra


Como Abril é tempo de águas mil… também foi mês de acontecimentos relevantes na vida local. Como no exemplo da criação oficial da Casa do Povo da Longra, em 1939. 

A propósito, relembram-se aqui e agora factos de eras antepassadas, através de fotos antigas que dão imagens duma sessão de cinema para as crianças das escolas da região, na sala de espetáculos do edifício inicial, depois entrado em obras, entre 1964 a 1966; cuja remodelação, por fim, teve solene inauguração em 1969 – como a sequência de imagens deixa recordar a quem é desse tempo e dá a (re)conhecer às seguintes e novas gerações.


Armando Pinto
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