Espaço de atividade literária pública e memória cronista

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Pessoal reportagem sobre a COMEMORAÇÃO DOS 35 ANOS DO SEMANÁRIO DE FELGUEIRAS no Semanário de Felgueiras…!

 

A edição de sexta-feira, 13 de junho, do jornal Semanário de Felgueiras, patenteia logo na sua 2.ª página um artigo aqui do autor deste blogue, dando realce ao artigo de reportagem que na ocasião do aniversário publiquei aqui neste mesmo blogue Longra Histórico-literária. Sendo assim com interessante surpresa quer vi e gostei, naturalmente, de ver a transposição do texto do blogue para o jornal, demonstrando que no jornal também gostaram de ver o que foi descrito, então. Dando o caso do mesmo artigo ter bastado para ilustrar no jornal a ocorrência da comemoração do 35.º aniversário, bem como foi e onde. Curiosamente tendo a publicação acontecido no mesmo dia em que, ao entrar da noite, na sessão da Assembleia Municipal de Felgueiras foi proposto pela bancada municipal do PSD um voto de louvor pelos 35 anos de vida do Semanário de Felgueiras. Cuja proposta foi aprovada por unanimidade dos presentes na sala, sendo o Semanário o único jornal ainda publicado regularmente em edição de papel em Felgueiras. No qual com muito gosto colaboro desde 1996, e continuo escrevendo sobre temas felgueirenses já muitos anos depois de ter frequentado o ensino liceal, como em tempos idos se chamava ao ensino atual das escolas preparatórias e secundárias.

Armando Pinto

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terça-feira, 10 de junho de 2025

Aerogramas - entre memórias de tempos da guerra colonial...

Estando-se em tempo de comemoração do Dia de Portugal, a 10 de junho, ainda saiem dos arcanos da memória certos factos relacionados com as comemorações do Dia da Raça noutros tempos. Como quando eram condecorados alguns soldados que se distinguiram por algum motivo na Guerra Colonial, ao tempo chamada guerra do Ultramar português. Por vezes com medalhas entregues a alguém da família respetiva, quando se tratava de mortos do contigente militar. Cujos familiares, de todos os soldados e praças de todos os ramos das forças armadas, contactavam com seus entes queridos através de aerogramas.

Ora... Ainda fazem vir acima muitas recordações os célebres “Aerogramas” do tempo da guerra do ultramar português, com que era mantida correspondência entre o povo português na ligação de quem estava a cumprir serviço militar nas colónias das províncias ultramarinas, com familiares e amigos distantes no contingente militar.


Não será necessário explicar o que era isso, embora para as gerações que não viveram esse período possa ser algo quase mitológico. Sendo um tipo de carta de envio por correio aéreo, sem necessidade de sobrescrito, a fechar através de processo de colagem das pontas do formato apropriado, de papel desdobrável. Coisa que foi frequente nos costumes nacionais durante a Guerra Colonial, como meio de comunicação preferencial entre as famílias na Metrópole e as tropas destacadas nas províncias em guerra com Portugal, ou seja Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, mas também com as restantes onde estavam militares em missão de soberania, como em Macau e Timor, por exemplo. Em virtude de ser um meio gratuito de correspondência, mantido pelo antigo SPM (Serviço Postal Militar) entre 1961 e 1974, através de emissão oficial do Movimento Nacional Feminino, organização de representatividade estatal.

Eram tempos em que a comunicação oficial do Governo do Estado Novo fazia mexer a sensibilidade patriótica. Lembrando as crónicas radiofónicas de um repórter de guerra que se apresentava dizendo: "daqui fala Ferreira da Costa"... e então o hino "Angola é nossa, gritarei"... e tantas imagens das chegadas e partidas dos "Vapores" rumo a Moçambique, Angola, Guiné, Timor... e mais os tais aerogramas que vinham e iam pelo correio. 


Assim, desses modelos de partilhas de missivas, também ficaram alguns exemplares de trocas de correspondência de familiares, amigos e conhecidos com o autor deste blogue. Cujos "aeros" por norma foram guardados, sobretudo de familiares, mas por vezes também de amigos. Entre os quais, do acervo de recordação pessoal, se ilustra aqui o tema recordatório mediante imagens de um dos diversos exemplares ainda existentes em arquivo pessoal. No caso (com a frente, a totalidade e o verso, de endereço e remetente) dum aerograma em que o remetente está apenas assinado por uma rubrica, ou seja por este não ser edentificável facil e publicamente. Servindo como exemplo de um desses tais aerogramas da correspondência nos tempos da guerra de lá de longe... como se dizia.

Armando Pinto
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quarta-feira, 4 de junho de 2025

“Os Lusíadas” – no tempo dos 500 anos do nascimento de Camões

 

Estando-se ainda em tempo comemorativo dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões – pela data estabelecida mais ou menos aficialmente  e exaltando o significado de sua grande obra celebrativa de Portugal, o épico grão poema "Os Lusíadas" cumpridores da mística portuguesa, evoca-se esse mesmo livro que deve fazer parte de qualquer biblioteca e também duma biblioteca familiar que se preze.

Assim como nas casas dos cristãos há a Bíblia, nas dos políticos há pelo menos o da Constituição Portuguesa, nas dos bons adeptos de clubes desportivos há algum da história de seus clubes de eleição, pelo menos, assim como nas de munícipes deve haver algum livro de história local, também nas casas dos cidadãos portugueses deve haver o livro d’ Os Lusíadas.

Evocando-se então o valor desse livro que canta em verso «o peito ilustre Lusitano» (sangue português sublimado), exprime-se tal apreço com imagens do livro da biblioteca pessoal, aqui do autor deste blogue. Numa edição de 1970, sem ser muito antigo assim tal exemplar, mas já com bom tempo de leituras e descobertas, pelo que o épico Vate desenvolveu da História Pátria em torno dos Descobrimentos Portugueses.

Armando Pinto

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segunda-feira, 2 de junho de 2025

Comemoração dos 35 anos de vida do jornal Semanário de Felgueiras!

 

Na tarde de domingo, dia 1 de junho, com muito gosto participei na comemoração do 35.º aniversário do Semanário de Felgueiras. Tendo então tido a grata sensação de sentir também fazer parte da família desse jornal felgueirense, existente desde 1 de junho de 1990 e no qual desde 1996 dou a minha colaboração possível, sempre entusiasta pela causa pública do reconhecimento e preservação da memória histórico-memoranda do concelho de Felgueiras.

Pois então o jornal Semanário de Felgueiras, criado no dia da criança de 1990, está bem adulto ao perfazer agora em 2025 já 35 anos de existência. E a data este ano teve comemoração alusiva, em convívio da Diretora, proprietários e administradores, com os colaboradores que estiveram presentes. Numa apreciável reunião familiar de amigos, que permitiu interessantes conversas de quem se vê pelas páginas do jornal, como também pela correspondente página do site informático, mas nem sempre, ou raramente até, se podem ver regularmente. Incluindo casos em que alguns ainda nem se conheciam pessoalmente. Mas assim, todos pudemos festejar o aniversário e conviver, em boa hora, no remanso do ambiente bucólico e solarengo da Quinta de Maderne, na freguesia felgueirense de São Jorge de Várzea, hoje uma das que englobam a mega-união de freguesias em torno de Margaride.

A ocasião, além do bolo e aperitivos, bem como de se ter saboreado os bons vinhos da marca de Maderne, da sociedade agrícola de seu nome, proporcionou ainda, numa visita à Quinta de Maderne, ter ficado a conhecer in loco, dentro do espaço nobre da quinta, à entrada das visitas públicas, uma pedra escultural na qual está esculpida uma frase do autor deste blogue, sobre a origem etimológico-histórica dessa mesma propriedade com longa história, em tempos escrita no opúsculo “S. Jorge de Várzea – História e Devoção”, editado pela Paróquia de Várzea em 2006, com textos aqui do autor. Cuja legenda esculpida resultou de mais uma bela ideia do Dr. Manuel Faria e com a qual simpatizei, autorizei e agradeço, visto ser algo que revela que, afinal, o que tem sido possível investigar e escrever é apreciado e reconhecido, como neste caso.

Foi então uma bela comemoração, e como alguém disse, agora venham mais 15, anos naturalmente – acrescente-se, e connosco ainda a andar por cá, a escrever ou pelo menos poder ler e conviver.

Armando Pinto

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sábado, 31 de maio de 2025

“Memória jornalística” do Encontro de “Colegas & Amigos” em artigo noticioso no Semanário de Felgueiras

  

Pela repercussão que teve o encontro de confraternização dos “Colegas & Amigos”, entre os que conviveram em tal reunião, mais familiares e conhecidos, o sucesso do mesmo encontro merecia mais que ficar confinado apenas entre os amigos, seus familiares e conhecidos. De modo que foi possibilitado, através de crónica jornalística, que chegue mais além, entre quem lê jornais e assim sabe mais… E como tal também fica perpetuado nos anais concelhios, por meio do que o jornal Semanário de Felgueiras guardará na sua coleção. 

Assim sendo, eis: Artigo noticioso, como eco a ressoar em forma escrita, sobre o recente Encontro de “Colegas & Amigos” – na edição de sexta-feira, dia 30 de maio, à página 14 do Semanário de Felgueiras, número comemorativo do 35.º aniversário do mesmo SF-Semanário de Felgueiras Jornal. Numa crónica a memorizar o convívio em apreço.

Armando Pinto

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quinta-feira, 29 de maio de 2025

Pelo aniversário do jornal Semanário de Felgueiras: uma lembrança com anos de “Memória Jornalística”!


O "Semanário de Felgueiras" faz anos, no primeiro dia de Junho. Perfazendo 35 anos de vida. Cujo aniversário se comemora então no dia 1 de Junho. Tendo sido criado em 1990 pelo Dr. Manuel Faria, com primeira publicação de seu número de estreia a 1 de Junho desse ano de 1990.

Ora, tendo eu sido seu leitor deste o primeiro número (sendo que ao tempo era ainda colaborador do jornal “Notícias de Felgueiras", desde 1985 até 1995) e a partir de dezembro de 1996 passei a ser colaborador do “Semanário”, há muitas e boas recordações pessoais associadas ao mesmo periódico felgueirense. Desde já por ser o colaborador mais antigo, visto dos iniciais nenhum se ter mantido, até também haver tido a honra de ver publicado o meu livro grande, “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras” graças ao patrocínio do Semanário de Felgueiras, em 1997. Bem como tive a honra de, além de ter feito parte de tantas páginas ao longo dos anos, com minhas crónicas sobre história local e curiosidades felgueirenses, também ter incluído a revista do 13.º aniversário do jornal, em 2003, fazendo assim parte da única revista impressa com edição de um jornal de Felgueiras.

Dessa mesma edição especial, recorda-se a crónica que fez parte das páginas centrais da revista, em Junho de 2003. Como agora se pode rever, vendo como tanta coisa já se alterou, entretanto, com tantos jornais que foram nascendo e morrendo em Felgueiras, a pontos de hoje em dia o SF Felgueiras Jornal ser o único que é publicado em edição de papel cá por estes lados, das terras que se irmanam em torno da imagem de Santa Quitéria e da bandeira amarelo-púrpura do concelho de Felgueiras.


Armando Pinto

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segunda-feira, 26 de maio de 2025

Salvé 50 Anos da Escola Secundária de Felgueiras (Maio de 1975/2025)!

 

Criada oficialmente em 1975, por Decreto-Lei nº 260-B/75, de 26 de maio desse ano seguinte à mudança política operada no país, promulgado pelo então Presidente da República Costa Gomes, a Escola Secundária de Felgueiras perfaz agora, em 2025, 50 anos de existência institucional. Tendo sido sucessora do célebre antigo Externato Infante D. Henrique, e inicialmente ainda ficado nas instalações do mesmo edifício do Externato da D. Dulce e seu pai, havendo depois passado para instalações na zona escolar de Moutelas. Até que foi construído o novo e amplo edifício atual, há alguns anos remodelado e aumentado.

Ora, após o trajeto histórico das instalações da Escola Secundária de Felgueiras pelos diversos locais e alojamentos em que esteve colocada, passou a mesma por fim para as novas instalações construídas dentro da área do antigo lugar da Gandra, ao tempo ainda subúrbios da então vila de Felgueiras. Sendo da fase de construção a fotografia que desta feita se traz à estampa em modos de recordação. De quando estava em construção. Havendo ao tempo, no ano letivo de 1989/90, para fins político-promocionais sido captada uma fotografia, esta, com alunos do ensino secundário e alguns do preparatório. Juntando na pose fotográfica então alunos do 6.º ano do “Ciclo” (como era e ainda vai sendo conhecida a Escola Preparatória D. Manuel Faria e Sousa), ou seja de último ano dessa fase e como tal de transição para o ensino secundário (a começar no seguinte 7.º ano), mais alguns e algumas já de anos mais adiantados. Com a curiosidade de nesse lote que foi fotografado estar um então jovem da Longra (filho do autor destas lembranças), entre a juventude ali fixada à posteridade, nesta foto com história. A ponto de nesse tempo, bem como depois ainda durante alguns anos, a mesma imagem ter feito parte de publicações com motivos relacionados.

Armando Pinto

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