Espaço de atividade literária pública e memória cronista

quarta-feira, 14 de maio de 2025

Crónica alusiva ao 93.º aniversário e à manutenção do FC Felgueiras na 2.ª Liga nacional - em artigo no "site" do SF Felgueiras Jornal

 
Fonte FC Felgueiras

Aniversário do FC Felgueiras festejado com permanência na 2.ª Liga

Assinalando o 93.º Aniversário do histórico Futebol Clube de Felgueiras, continuado no atual FC Felgueiras 1932, mais a atualidade da manutenção na 2.ª Divisão Nacional/Liga 2 Portugal, em que está o clube de futebol felgueirenses, foi escrito pelo autor deste blogue um artigo alusivo para ser publicado no jornal Semanário de Felgueiras, entretanto publicado no "site" (página informática) do mesmo SF FELGUEIRAS JORNAL:

O Futebol Clube de Felgueiras está em maré festiva, festejando o seu aniversário a 8 de maio, em tempo de certeza da permanência na 2.ª Liga Nacional, assegurada que foi no passado domingo a continuidade.
Vem assim a propósito rememorar algo alusivo da histórica caminhada ao longo dos tempos, do clube de futebol mais representativo do concelho. E logo vem à retina da memória uns versos célebres: Ó meu Felgueiras, do meu coração / Conseguiste entrar na segunda Divisão / Ó meu Felgueiras, jogastes prá frente / Acabaste com o pio a muita gente!
Foi assim, corria já o princípio de verão de 1965, com música então em voga do popular Conjunto Maria Albertina, nos tons da canção “Avé Maria do coração”, que em Felgueiras foram entoadas estrofes musicadas em honra da primeira subida de Divisão do histórico Futebol Clube de Felgueiras, o Felgueiras que tanto mexeu com o bairrismo felgueirense por esses tempos. Tendo havido à época uns panfletos vendidos na feira semanal de Felgueiras com essa e outras cantigas, quer em composições com versos de Arlindo Pinto (ao tempo o tão conhecido sr. Cabo Pinto, sorridente chefe da GNR de Felgueiras), como outros do sr. Alfredo Estebainha, que viera anos antes para Felgueiras e ficou como um dos bons felgueirenses.
Pois então, passado tanto tempo desde a fundação do clube em 1932, entremeado com atividade regional de jogos amadores entre clubes da região e de concelhos vizinhos, até que já na década dos anos cinquenta houve entrada em provas oficiais, o popular Felgueiras tinha seu primeiro momento saliente com tal histórico salto na consideração geral. Desde aí, como se sabe, tanta coisa aconteceu, e mudou, quer nas “fintas do tempo”, conforme está historiado em livro, como na superação da identidade felgueirense.
Vem isso tudo e mais alguma coisa à ideia, assim, quando o clube festeja o aniversário oficial do FC Felgueiras 1932, existente na junção do antigo ao mais recente das versões evolutivas.
Com efeito, criado em 1932 o histórico FC Felgueiras, logo desde início marcou época, tendo disputado diversos jogos e torneios com equipas das redondezas e concelhos vizinhos. Inclusive ainda em 1935 esteve representado numa Seleção Regional do Vale do Sousa, através de seu fundador e capitão “Abílio” (Verdial Moura) e por outro jogador, Jacinto, em jogo disputado em Lagoas (Lousada) na inauguração do campo do clube Lagoense, defrontando o FC Porto, que como Campeão Nacional da época abrilhantou o jogo, por intercessão de Soares dos Reis, guarda-redes internacional do FC Porto que era natural dali próximo, de Penafiel.
Seguiu-se pelos anos adiante todo o trajeto que encheu as medidas aos adeptos felgueiristas. E após dissolução em 2005/06, foi reativado com a criação do sucessor CAF-Clube Académico de Felgueiras, fundado a 8 de Maio de 2006. Tendo mais tarde havido um outro clube, FCF Felgueiras, resultou depois a junção dos dois. E por decisão tomada em Assembleia Geral de 9 de Agosto de 2012, o clube retomou o antigo nome, com acrescento do ano da fundação original, ficando a ser Futebol Clube de Felgueiras 1932. Na mesma época de 2012 o FC Felgueiras 1932 subiu, regressando o clube aos Nacionais.
Buscando então raízes nas origens, houve a feliz ideia de juntar o ano da fundação do antigo clube, ficando F C Felgueiras, de novo, com aposição do ano, no nome que passou a vigorar, numa reunião do histórico com o atual clube continuador. Sabendo-se que (depois da criação do original Santa Quitéria FC em maio), foi em Outubro de 1932 que, também em Assembleia Geral, foi dado o nome FC Felgueiras ao primitivo clube.
Ficou por fim, recentemente, bem gravada memorialmente a subida de divisão em 2014 à 3ª Liga/Campeonato de Portugal. Até que em 2024 o Felgueiras atingiu a 2ª Liga, em que se encontra presentemente. Algo que merece esta homenagem à vitalidade do clube…!

Armando Pinto

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Ora, se em 1965 era cantado em verso popular que o FC Felgueiras entrara na 2.ª Divisão (Distrital acima da 3ª em que "o Felgueiras" estivera anteriormente anos a fio), nesse tempo, já desta vez, agora em 2025, enaltece-se que o FC Felgueiras 1932 / Felgueiras SAD se tenha mantido na atual colocação da 2.ª Liga Nacional.

A propósito, por  ter havido uns panfletos publicados naquele tempo da tal primeira subida de Divisão, conforme é referido no artigo, relembra-se um dos tais panfletos, este o que foi escrito pelo sr. Alfredo Estebainha, com outros versos, noutra música também, a cantarem essa mesma "Subida", na euforia da passagem da então 3.ª Divisão à 2.ª Distrital da Associação de Futebol do Porto, a 8 de julho de 1965. Bastando ler os versos para se avivar como isso foi então vivido em Felgueiras.


( A imagem é fotografada por ser maior que o digitalizador cá de casa...)

Armando Pinto

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Conf. (clicar em)  https://www.semanariofelgueiras.pt/2025/05/13/aniversario-do-fc-felgueiras-festejado-com-permanencia-na-2-a-liga/


terça-feira, 13 de maio de 2025

Memórias duns 12 e 13 de Maio… pelos inícios dos anos 60!


Ontém e hoje, 12 e 13 de maio, foram dias das cerimónias de Fátima. Do que anualmente se passa em Maio no santuário da Cova da Iria. Cujas imagens permanecem sempre.  

Ora, as celebrações do 13 de Maio de Fátima mexem sempre com qualquer pessoa de sentimentos normais. Como muita e boa gente já sentiu, quer mesmo lá no santuário, para quem lá esteve no dia da primeira e maior peregrinação anual, em maio (embora também nos outros meses e mesmo em qualquer dia), e também quem viu e vê pelas transmissões televisivas. Havendo no caso pessoal, quanto a isso, ainda algumas memórias de pelos princípios dos anos 60, lá pelos sessenta e poucos (1961/62), quando andava na escola primária, na Longra, ter havido uma vez em que a minha professora da 1:ª classe, D. Candidinha Sousa, nos deixou sair mais cedo, ainda a meio da manhã, para irmos ver pela televisão as cerimónias de Fátima. Sendo isso naquele tempo em que andávamos livres como passarinhos pelas estradas e caminhos. Tendo então uns ido à Casa do Povo, enquanto eu e mais alguns amigos do Zé Cardoso Pereira (então conhecido por Zezé e Zéquinha) fomos a casa do senhor Américo Pereira, pai dele. Ou seja nas duas únicas televisões que havia nesse tempo pela região. Assim como num outro ano, coisa duns dois anos depois, foi nesses dias que se passou um caso triste da minha infância, inesquecível pela inversa, que narro numa passagem no meu livro de contos Sorrisos de Pensamento, daquela “Suave Recordação”...

Antes ainda, talvez coisa dum ano antes de entrar na escola, pois era muito pequeno, assisti pela primeira vez a uma procissão de velas com a imagem da Senhora de Fátima a passar diante dos meus olhos admirados. Penso que até essa altura não teria havido alguma procissão de velas na região, ou pelo menos não era muito usual haver (pelo menos não me lembro). E então, tendo vindo para as redondezas da Longra uns padres duma ordem religiosa, os Carmelitas que tinham vindo para a casa da Mata, de Lordelo, nas fronteiras com Unhão, Pedreira e Airães, quase às portas da Longra, esses padres chamaram depressa as atenções e afluência do povo das cercanias. Acrescendo terem passado a ser familiares os hábitos desses frades nas suas vindas à Longra (lembro-me ainda dum Padre António, que vinha de bicicleta de senhora, para o quadro curvo permitir a veste conventual a andar sobre rodas…) para fazer compras e ter contactos sociais. E como causavam impacto os seus hábitos cobertos por uma capa branca resplandecente, enquanto a missa deles dava encanto e fazia girar os olhos por tudo aquilo que decorria sob o sorriso do Padre Casimiro e seus confrades!

Pois então na véspera do 13 de Maio desse ano, naquela noite de tal dia 12 reluzente pelas muitas velas que se viam no terreiro da casa da Mata, em volta da capela de fora, antiga, pela primeira vez assisti a uma procissão de velas, ali pela mão de minha mãe. E sem saber como nem porquê dei comigo muito sentido ao ver minha mãe com os olhos rasos de água, com as lágrimas a saltar dos olhos. Muito admirado então pois não entendia, o que hoje sei ter sido por emoção. E a minha mãe comovia-se muito nessas ocasiões. Como dessa vez em que a vi a acenar com um lenço à imagem de Nossa Senhora. E eu admirado sei que lhe olhei bem para a cara e a achei muito linda, tal como a minha mãe.

Armando Pinto

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domingo, 11 de maio de 2025

Encontro de Colegas & Amigos da Longra e arredores/2025

 

Foi uma festa bonita, pá! A frase é de cliché, mas ajusta-se à medida, do que foi a festa do encontro dos “Colegas de Escola & Amigos”. O grupo que juntou e associa colegas e gente amiga de várias gerações que se conheceram nas andanças pela Longra, quer na Escola Primária como pela frequência de locais de convívio na antiga Povoação da Longra, hoje Vila, que diz algo a essa gente que desta vez se conseguiu reunir no convívio organizado.

Foi com efeito, mesmo, um bom e interessante momento de algumas horas bem passadas. Conforme as reações ouvidas e sentidas:

- «Isto é bonito!» «Assim sim, está bem!» «Vemos aqui amigos e conhecidos que já não víamos há coisa duns 60 anos-…»! Foi deste jeito, mais coisa menos coisa, que se ouviu no reencontro de antigos colegas e amigos, durante as conversas do repasto e no final.

Como os amigos integrantes do grupo sabem, pelo acompanhamento no grupo de WhatsAp criado para o efeito há uns bons meses, este encontro será anual, pelo que para o ano haverá mais. Esperando-se ainda mais gente aderente, até ao ano que virá, contando-se também com o passa-palavra de uns para outros, dos que estiveram presentes, com amigos e conhecidos que possam não ter tido conhecimento. Assim como os restantes membros do grupo que desta vez não estiveram, uns porque não puderam e outros não quiseram participar, já entrem para a próxima oportunidade, como quem diz próxima vez, de modo que já estejam disponíveis e se possam juntar a tantos e bons amigos.

Foi assim gratificante organizar este almoço de convívio e sobretudo de reencontros!

Desta vez fomos 40 participantes-convivas, de colegas e amigos, mais esposas de alguns e também felizmente uma amiga de nossa infância e juventude que se associou com muito gosto, como foi notório. Sendo desejável que se juntem a nós muitas outras mulheres e homens dos tempos destas gerações diversas, que vão de gentes com coisa duns 40 anos até aos de bons oitenta e tal. E até mesmo mais novos serão bem-vindos, pois todos nos conhecemos bem e apreciamos o que nos une.

É bonito haver amizade, quando mais ainda há elos de afetividade a unir tanta e boa gente. Juntando os que continuaram a viver na região e os que tiveram de ir para outras terras do país e estrangeiro. Havendo assim mais um bom motivo de regresso à casa, como no momento em apreço.

Bem-haja toda esta boa gente que esteve presente no encontro de convívio de 2025 dos “Colegas de Escola e Amigos” da Longra e arredores. De cuja festa se faz aqui uma resenha ilustrativa através de reportagem fotográfica alusiva.






























Armando Pinto

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sexta-feira, 9 de maio de 2025

93.º aniversário do FC Felgueiras

Perfez dia 8 deste mês já noventa e três anos que no longínquo ano de 1932, em maio, foi criado um clube de futebol em Felgueiras, através de um grupo de jovens felgueirenses liderados por Verdial Moura, que no remanso da então vila de Felgueiras era conhecido por Abílio, na pinta familiar que popularmente lhe advinha do nome de seu pai. Clube esse inicialmente chamado de Santa Quitéria Foot-Ball Club, por os amigos desse jogo da bola jogarem nos terrenos livres do monte de Santa Quitéia; mas, volvidos meses, em outubro do mesmo ano, já em assembleia de sócios, passou a ser chamado de Foot-Baal Club de Felgueiras (na grafia da época). Clube também que mais tarde se mudou de armas e bagagens simples para o campo de Fontões, nos Carvalhinhos, nesse tempo ainda arrdores da vila. E desde aí, com algumas interrupções e revitalizações, o clube foi seguindo seu percurso ao longo do tempo, já no Campo da Rebela, mais tarde chamado Campo Dr. Machado de Matos (atual estádio municipal, com o memso nome).  Desde a primeira subida de divisão, em 1965, nos Distritais, até subidas aos Nacionais e chegada em 1995 à 1.ª Divisão Nacional (hoje chamada 1ª Liga). De permeio com seu desaparecimento e ressurgimento, em 2005 e 2006, respetivamente, tendo voltado a começar nos Distritais (como está historiado no livro "Futebol de Felgueiras-Nas Fintas do tempo 1932/2007"). E por fim voltado aos Nacionais. onde está atualmente na 2.ª Liga Nacional, desde 2024. Enquanto agora, em 2025, já conseguiu nesta época de 2024/25 a respetiva permanência nessa segunda divisão maior do futebol português. 

Ora, festejando a sua história, como brinde de aniversário, recorda-se um exemplo sintomático. Quão foi o caso de em 1965 a primeira subida de Divisão ter tido honras de versos populares, a festejar quando o FC Felgueiras entrou na 2.ª Divisão (Distrital acima da 3.ª em que "o Felgueiras" estivera anteriormente anos a fio). Tendo então havido uns panfletos publicados naquele tempo, vendidos na feira semanal e em lojas comerciais. De um dos quais, com versos do sr. Alfredo Estebainha, chegou às mãos aqui do autor um exemplar, que se partilha deste modo. Bastando ler para se avivar como isso foi então vivido em Felgueiras.


( A imagem é fotografada por ser maior que o digitalizador cá de casa...)

Armando Pinto

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quarta-feira, 7 de maio de 2025

130.º Aniversário Natalício de Francisco Sarmento Pimentel, autor da 1.ª Travessia Aérea de Portugal à Índia

Passam nesta data 130 anos do nascimento de Francisco Sarmento Pimentel. Nascido que foi a 7 de MAIO de 1895, em Rande-Felgueiras, na Casa da Torre e batizado na igreja paroquial de S. Tiago de Rande a 27 de Junho do mesmo ano, com o nome de Francisco Ferreira Sarmento de Moraes Pimentel. Perfazendo então agora 130 Anos do aniversário natalício desse célebre Aviador Francisco Sarmento Pimentel, o piloto aviador do grande voo que em 1930 ligou pela primeira vez pelo ar o continente de Portugal com a então Índia Portuguesa.  

Francisco Sarmento Pimentel está biografado e seu voo historiado em diversas páginas do volumoso livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”. Além de alguns artigos que já lhe foram dedicados neste blogue.

Obs.: Faz então 30 anos este ano que em 1995 foi comemorado o Centenário de Francisco Sarmento Pimentel com a organização de uma Semana Cultural na Casa do Povo da Longra.

Tendo essa homenagem constado de uma Exposição documetal e (como ao mesmo tempo foi comemorado o 80.º aniversário da Estação do Correio da Longra) foi conjuntamente feita uma Mostra Filatélica, incluindo carimbo comemorativo que foi colocado em material postal e livros para colecionadores e como recordações. Tendo essa Semana tido início de manhã do sábado primeiro dia da mesma com uma missa na igreja de Rande, depois uma homenagem a Francisco Pimentel junto à lâpide existente na Casa da Torre, e de tarde  com um cortejo alegórico a reconstituir a Mala-Posta, com os jovens do então ainda chamado Rancho Infantil da Casa do Povo a fazerem de figurantes; e um voo aéreo duma avioneta a sobrevoar a Longra e a circundar pelo ar a Casa do Povo, largando panfletos alusivos ao voo Portugal-Índia. De permeio com a distribuição de um pequeno livro em formato de revista, com textos do autor deste blogue, a descrever a realização dessa "1.ª Mostra Filatélica e Exposição Museológico-Postal da Longra", mais narrativas sobre o aviador pioneiro e uma pequena história do Correio da Longra. Na exposição constaram até algumas fotocópias do trabalho que estava feito e à espera de publicação, para o livro "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras" (cuja ideia de publicação estava prometida há anos e ainda aguardava à espera, mas nunca foi concretizada através de subsídio da CMF, sendo vereadora da cultura municipal a Drª Fátima Felgueiras), acabando depois por ter publicação em 1997 por meio de patrocínio no jornal Semanário de Felgueiras, por intervenção do Dr. Manuel Faria. Enquando a Semana Cultural, por fim, teve no encerramento uma sessão de aposição do carimbo a quem estava presente, junto com uma sessão solene na sala de espetáculos da Casa do Povo, que meteu também espetáculo de crianças a declamarem poemas e uma atuação do Rancho que estava no seu primeiro ano de existência, teminando com um lanche.  

Armando Pinto

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terça-feira, 6 de maio de 2025

31.º Aniversário do Rancho da Casa do Povo da Longra!

A 5 de Maio de 1994 foi fundado o então Rancho Folclórico Infantil da Casa do Povo da Longra. Grupo que com muito gosto fundei, junto com minha esposa. Era eu ao tempo Vice-presidente da Associação Casa do Povo da Longra. Tendo depois o mesmo evoluído como Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra, incluindo crianças e jovens, mais adultos na tocata e coro de vozes. Assim como depois passei a ser Presidente da mesma Casa do Povo, ao mesmo tempo que fiquei como responsável do Rancho (por minha esposa não ter podido continuar, por afazeres profissionais). E assim me mantive como seu administrador até Outubro de 2006.


- Uma obra que muito me orgulho de ter criado !

Na passagem do trigésimo primeiro aniversário da sua fundação, assinala-se a efeméride. Enquanto apraz registar sua continuidade.

Armando Pinto

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