Espaço de atividade literária pública e memória cronista

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Reportagem (pessoal) no Semanário de Felgueiras, dando notícia da apresentação do livro “Airães”

Por iniciativa pessoal e por haver estado presente, a título pessoal, também, no passado domingo na sessão pública de apresentação do livro intitulado “Airães”, da autoria de duas pessoas amigas como são a Profª D. Emília e seu filho Vitor Vasconcelos, foi enviado para o Semanário de Felgueiras Jornal uma reportagenzinha escrita aqui pelo autor deste blogue e que, por conseguinte, foi publicada na edição normal do mesmo jornal, em seu número desta sexta-feira, dia 2 de junho. Referindo estes pormenores para aludir somente que, sendo colaborador do mesmo jornal há muitos anos, em modo amador naturalmente, mesmo no sentido original da palavra, apenas costumo enviar para o SF crónicas de opinião sobre temas e factos mais ou menos históricos ou historiadores. Não sendo repórter, no termo exato, de modo que o envio pessoal de notícias, como desta vez, apenas acontece em casos de conhecimentos de facto, conforme neste caso em que estive presente. Mas tendo procedido assim com muito gosto, obviamente.

Como tal, e no costume de registo de escritos pessoais, aqui no blogue, anota-se mais esta ocorrência, por entre fastos dignos de realce.

Armando Pinto

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quinta-feira, 1 de junho de 2023

Na baila do Dia da Criança: lembrança do antigo Rancho Infantil da Longra

 

Na oportunidade do dia, sendo 1 de junho Dia Mundial da Criança, vem a calhar uma rememoração duma das antigas existências mais ternas que aconteceram em tempos idos na área da Longra, nos inícios da década dos anos 60 do século XX – o Rancho Folclórico Infantil da Longra. Grupo de crianças, esse, criado como secção infantil do ao tempo existente Rancho adulto, o Rancho Folclórico da Longra, popularmente conhecido como Rancho das Quatro Barrocas ou Rancho das Padeiras, fundado pelo senhor António Ferreira e gerido por suas filhas Mena e Luísa, com ajuda de seu irmão César, mais alguns elementos duma Direção criada posteriormente à fundação. Ora, como tal, na baila do Dia da Criança, é pertinente esta lembrança desse primeiro Rancho Infantil da Longra, cujo historial está registado no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, publicado em 1997, recorde-se.

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Com efeito, foi nos já longínquos tempos de inícios dos românticos anos sessentas, em pleno século XX, quando pelo mundo ecoavam melodias dos princípios do rock anglo-americano, como os Beatles começavam a ser moda, ao passo que em Portugal era voga a música Yé-yé e as canções festivaleiras de António Calvário, Madalena Iglésias, Simone, Artur Garcia e mais, que, enquanto isso, na televisão portuguesa Pedro Homem de Melo fazia com que o folclore português fosse preservado e por Felgueiras surgissem primeiros arremedos de Ranchos Folclóricos. 

Então, após a existência de alguns ranchos antigos, pelos anos trinta e quarenta (como está historiado no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras), deu-se volvidos tempos o aparecimento de grupos episódicos formados para idas ao cortejo das flores da festa concelhia do São Pedro e mesmo para as respetivas festas paroquiais, até à efémera existência do Rancho da Marfel, por exemplo. E a partir daí começaram a aparecer alguns grupos já chamados de Ranchos Folclóricos nalgumas povoações e freguesias. Tendo na Longra começado o Rancho das Quatro-Barrocas ou das Padeiras, como era conhecido, cujo inico derivou da continuidade das danças de roda acotiadas pelas tardes domingueiras no cruzamento das quatro-barrocas e mais a sério entretanto ensaiado para a inauguração do nicho das Alminhas da Longra, naquele local de confluência, benzido pelo Padre João Ferreira da Silva a 1 de Novembro de 1961, na vinda das cerimónias do “Dia de Todos os Santos e Fiéis Defuntos”. 

Depois de organizado tal grupo de gente adulta, fundado o Rancho por ideia do sr. António Ferreira, do lugar das Côrtes Novas e ensaiado por sua filha Mena, com ensaios a decorrer junto à casa da mesma família e daí resultando o nome popularizado do grupo, esse mesmo Rancho teve atuação de relevo na festa do S. João do lugar das Quatro-barrocas da Longra em 1962, havendo para a ocasião sido então organizado também um grupo de crianças, nascendo assim o Rancho Infantil da Longra. O primeiro Rancho Infantil da Longra. Cuja estreia ocorreu então também na popular Festa do São João das Quatro-barrocas da Longra e depois, no fim de semana imediato, teve atuação de luxo na Casa do Outeiro, em homenagem à D. Tininha, como era popularmente conhecida a D. Celestina Xavier.


Desses agrupamentos de tempos idos juntam-se correspondentes fotografias coevas, com maior ênfase para o Rancho Infantil, em apreço, acrescido de junção de imagens (duas em uma) do Ranho inicial dos adultos desse tempo.


Passaram já muitos anos entretanto decorridos, desde essa existência arrebatadora entre os passatempos que a criançada da Longra teve nesses idílicos tempos dos anos sessentas. Como passados poucos anos, ainda antes do fim dessa década de sessenta, os referidos grupos desapareceram. Até que um dos elementos que fez parte desse Rancho Infantil fundou em 1994, junto com a esposa, o sucessor Rancho Infantil da Casa do Povo da Longra. O resto faz parte das memórias de quem viveu e se recorda de tais acontecimentos, entre caminhos da história local!

Armando Pinto

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segunda-feira, 29 de maio de 2023

+ Vistas sobre revistas e órgãos informativos de temas felgueirenses

Em mais umas vistas de olhos por publicações de e sobre Felgueiras, na sequência de anteriores referências alusivas, desta vez calha recordar algo de antigas existências referentes a Felgueiras em revistas e periódicos órgãos informativos oficiais. Entre provisões guardadas na biblioteca pessoal e particular do autor destas anotações. Como se pode rever por imagens das respetivas capas, numa galeria sobreposta.

Armando Pinto

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domingo, 28 de maio de 2023

Apresentação do livro “Airães” de Emília Sá Pereira

Com muito gosto estive presente, a título pessoal, na apresentação do Livro "Airães", de Emília Sá Pereira, a minha amiga senhora professora D. Emília Vasconcelos, como também é conhecida. Cuja sessão pública decorreu na tarde deste domingo, dia 28 de maio, na sede da Junta de Freguesia de AIRÃES. 

Disso mesmo registo aqui, para já, o sucesso acontecido, reservando para depois, em nota noticiosa a enviar para o jornal em que costumo colaborar, algo mais a descrever no Semanário de Felgueiras, em sua próxima edição impressa. Juntando por ora uma imagem da abertura do livro com uma apreciada dedicatória autografada e amostras da capa.

Livro este, naturalmente muito bem elaborado, que congrega «um repositório pessoal de pesquisas históricas que a autora efetuou sobre a Freguesia de Airães, agregando a compilação das "Estórias de Airães", elaboradas por Vítor Vasconcelos».

Armando Pinto

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quarta-feira, 24 de maio de 2023

Trabalho em exposição na Casa Museu do Pão de Ló de Margaride, Felgueiras – do artista plástico felgueirense NAIA.

Como já foi publicado na página informática do Semanário de Felgueiras Jornal e aqui e agora se reforça: - Está patente na Casa do Pão de Ló de Margaride, no espaço público de atendimento comercial dessa casa museu e fábrica do afamado Pão de Ló, de timbre histórico de Leonor Rosa da Silva e descendentes da família Lickfold, uma obra de arte para apreciação e possível venda, da autoria de um artista felgueirense, residente em Guimarães.

Da obra, em apreço, aqui se junta imagem da peça e também fotografia do seu autor, mais a respetiva biografia. Obra essa intitulada “TRIBUTO AOS UCRANIANOS” - «Uma qualquer cidade ucraniana destruída pelos russos», obviamente relacionada com a atual guerra da invasão da Rússia à Ucrânia.


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Trabalho / Foto da peça exposta na Casa do Pão de Ló de Margaride (note-se que o relógio e jarras por trás são objetos da casa):


Título: TRIBUTO AOS UCRANIANOS - «Uma qualquer cidade ucraniana destruída pelos russos»

Técnica: Mista: madeira e outros materiais

Dimensão: 97 cms (comprimento) x 35,5 cms (altura) x 5 cms (largura)

Ano: 2022

 


BIOGRAFIA do artista:


António Manuel Ribeiro de Magalhães, nasceu em Pedreira, Felgueiras em 1956 e reside em Guimarães desde 1978.

É um multifacetado autor, quer como pintor, artista plástico, escritor e ator de teatro. Filho dos sempre lembrados “Professores da Pedreira”, o professor Luciano Magalhães e sua esposa professora D. Joaquina Ribeiro.

O seu pai e professor no ensino primário, facilmente fez despertar no filho o gosto pelo desenho e pela pintura. Em 1967 ingressou no Seminário (Diocese do Porto). Em 1970 passa a frequentar o Externato Infante D. Henrique, em Felgueiras. Expõe em 1970 (com apenas 14 anos) no “Staminé”, Felgueiras.

Em 1977 concluiu o Curso Complementar de Artes do Fogo (2.ª opção) pintura, na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, Porto. Foi professor em 1978/1980 no Colégio Egas Moniz, Guimarães, da disciplina de Trabalhos Oficinais (Mecanotecnia) do 7.º e 8.º anos de escolaridade. Em 2008/2009 frequenta o 3.º ano de Licenciatura de Artes/Desenho na ESAP-Escola Superior Artística do Porto, Guimarães. Em 2019 (com 63 anos) matricula-se no 1.º ano de Licenciatura de Artes Plásticas e Intermédia na ESAP-Escola Superior Artística do Porto, Porto.

Em 1993 opta pelo óleo sobre tela. Como artista plástico assina NAIA, desde 1993.

Em 2000 é inscrito associado na ANAP – Associação Nacional dos Artistas Plásticos.

Está representado em várias coleções privadas e tem realizado exposições individuais e coletivas em Portugal e Espanha. Expôs coletivamente com artistas como Artur Bual, Jerónimo, Júlio Quaresma, Manuela Pinheiro, Noronha da Costa, Susan Harrison, Carlos Lança, Evelina Coelho, Xico Lucena, Cutileiro, Pé Curto, entre outros.

Teve também já um trabalho exposto na galeria e biblioteca do Semanário de Felgueiras e agora expõe na Casa do Pão de Ló de Margaride.

Como escritor usa o pseudónimo BERTO DA VINHA, desde 1992. Autor de vários títulos, impressão e ilustração desde 1970, em “A Vergonha do Adolescente” (diário), “O pincha Malaquias... na décima” (poesia), “A Melodia da Informação”, “Os Meninos de Novembro” e “Do meu baú troco um poema por um sorriso teu” (poesia). Em 2016 foi coordenador da publicação do livro com o título “Memórias de uma Família Os Mendes da Casa da Boavista”.

Inicia-se no teatro em 1971, com a personagem Diabo, da peça “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente. Em 2019, é convidado pela atriz Cristina Cunha a fazer parte do conjunto “Oficina Excêntrica” teatro máscaras e marionetas, com inauguração da exposição na Casa da Memória Guimarães.

Armando Pinto

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segunda-feira, 22 de maio de 2023

Devoção popular à "Menina de Rande" Guilhermina Mendonça - n. 1889-f. 1912 e ainda e sempre na memória santificada da região!

Vem de tempos antepassados e do tempo dos nossos arquiavós, pelo menos das eras de patriarcas e matriarcas familiares de trisavós, bisavós e avós até às gerações atuais de pessoas atentas aos temas locais, a devoção popular nutrida pela conhecida "Menina de Rande", como era e é ainda popularmente conhecida Maria Guilhermina Barbosa Mendonça. A sempre lembrada ternamente Guilhermina Mendonça nascida e falecida na Casa de Rande, da freguesia do mesmo nome, em cujo cemitério paroquial jaz em jazigo da família original dessa mesma casa solarenga, no concelho de Felgueiras. Cujo jazigo-capela se fala presentemente estar em processo de possível venda, visto não haver já família direta legal na região (com a descendência legalizada a residir longe), sendo como tal este um assunto a ter em conta pelos representantes da freguesia (versus atual união de freguesias da área), bem como da paróquia de S. Tiago de Rande e do Município do concelho de Felgueiras.

Ora, sendo que à Menina de Rande são constantemente atribuídas graças alcançadas divinamente através de sua interceção, incluindo casos obtidos pelo autor destas anotações memoriais, também, vem a talhe mais uma evocação em sua memória, no sentido de assim suas virtudes poderem também eventualmente beneficiar a devoção de quem tenha sentido ou possa vir a sentir efeitos de afeto justificado por sua veneração. Numa visão por alguém que toca muito nossa sensibilidade. 

Então, em mais um exercício de memória, evocamos a figura terna e admirada popularmente da “Menina de Rande”, como sempre e para sempre é conhecida Maria Guilhermina Mendonça.  Uma Mulher, jovem mulher enquanto existiu fisicamente, que muito viveu em prol dos outros e morreu com aura santificada. 

Era a Menina Guilhermina filha do Conselheiro de Rande, o Dr. António de Barbosa Mendonça, famoso político local de seu tempo e homem de letras, além de muito respeitado cidadão, um dos obreiros da chegada do antigo Comboio do Vale do Sousa às terras felgueirenses, com estações na Longra, Felgueiras e Lixa, dentro do território concelhio, dessa Linha Férrea de Penafiel à Lixa e Entre os Rios; além de ter doado terrenos seus para a sede da antiga Associação Pró-Longra e posterior Casa do Povo da Longra; mais para a primeira cabine elétrica da Longra; bem como foi Presidente de Câmara do antigo e efémero concelho de Barrosas e depois da Câmara Municipal de Felgueiras; e ainda mais ficou celebrizado como proprietário principal e diretor do jornal Semana de Felgueiras e dos jornais Povo da Longra e Defeza da Longra. Em cujo ambiente a filha era uma pessoa do povo de Rande e região envolvente, a ponto de quando faleceu, muito jovem ainda, ter logo sobrevivido com autêntica auréola na devoção popular.

Recorde-se que Maria Guilhermina de Barbosa Mendonça nasceu a 16 de Outubro de 1889, na Casa de Rande, da freguesia do mesmo nome, e morreu em 2 de Setembro de 1912, sendo sepultada em jazigo de sua família, no cemitério paroquial de Rande, concelho de Felgueiras. 

Em homenagem a essa Mulher de nossa devota admiração, recordamos o que sobre ela deixamos no livro "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras", publicado em 1997.

  
 

Em ilustração e como nota de referência, juntamos imagem particular de uma sua roupa, inserta na referida biografia, como algo mais que fala por si e escusamos de legendar por integrar parte das páginas do mesmo livro da história da região.

Nota Bene: - Guilhermina Mendonça era ainda sobrinha do Padre João Barbosa Mendonça, também irmão do Conselheiro de Rande Dr. António e do Juiz Conselheiro Alexandre Barbosa Mendonça da casa do Bacelo de Airães, todos naturais da casa e freguesia de Rande. Padre esse que foi pároco de S. Paio da Portela em Penafiel e do qual existe em S. Tiago de Rande uma histórica naveta para incenso, que ele ofereceu à paróquia em 1909; e é também mencionado no livro "Memórias do Capitão" de João Sarmento Pimentel, no terno capítulo Guilhermina, por entre evocações da "Menina de Rande". Ela era também ainda prima do Padre António Pacheco Barbosa Mendonça, filho do Juiz seu tio e padrinho de batismo Alexandre (dono da casa do Bacelo de Airães), padre esse que doou para o Centro Social de Airães a sua Quinta do Roço, por testamento destinado à educação de crianças, jovens e idosos, onde atualmente está instalado o Centro Social que tem o seu nome, com valências de Jardim Infantil, Centro de Dia e Lar de idosos; o qual, padre mais novo, que por seu lado teve um irmão, o médico Dr. Artur Mendonça, clínico geral e estomatologista, deveras popular durante muitos anos no Posto Médico da Casa do Povo da Longra e de permeio teve atividade cívica como Presidente da Direção da Adega Cooperativa e da sucessora Cooperativa Agrícola de Felgueiras. Assim como também prima dos Mendonças da prole da casa do Cóto de Varziela, de ilustre descendência da qual o mais conhecido atualmente é o médico Dr. Albano Mendonça, proprietário do Cóto e também da casa de Valdomar de baixo, em Rande, conhecida por vivenda de Valdemar como casa de campo em turismo de habitação. Primos estes então de Guilhermina e também de seu irmão Henrique, pois a Menina de Rande era irmã do último Barbosa Mendonça que residiu na casa-mãe da familia, no solar de Rande, Henrique de Barbosa Mendonça, mais conhecido sobretudo como colecionador nacional de selos postais, contudo pouco sociável e sem ter tido ligações afetivas, quer social ou de cidadania interessada, à terra natal.

Armando Pinto

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sexta-feira, 19 de maio de 2023

Crónica no Semanário de Felgueiras sobre os 91 anos do FC Felgueiras e sua histórica 1.ª foto

Em artigo escrito pelo autor para o Semanário de Felgueiras e publicado em sua edição de papel, à página 12, no respetivo número de sexta-feira 19 de maio, foi assinalado em género de crónica o 91.º aniversário do Futebol Clube de Felgueiras e rememorada a histórica foto da primeira pose da pioneira equipa do clube azul-grená. De cuja publicação, no atual quinzenário, se transpõe para aqui o mesmo artigo, como registo pessoal, em recorte digitalizado do espaço do referido periódico, único jornal felgueirense com publicação em formato clássico, mais útil e acessível de papel.

Armando Pinto

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