Espaço de atividade literária pública e memória cronista

Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de setembro de 2012

Homenagem ao Presidente-Poeta de Felgueiras – pela morte do Dr. Dias Ribeiro


Faleceu recentemente um senhor que faz parte efetiva da história felgueirense: o Dr. José Dias de Sousa Ribeiro. Salientou-se sobremaneira por ter sido Presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, em plena década de 60, do séc. XX. Era distinto advogado, muito dado à cultura e dotado poeta, sendo deveras premiado em concursos de quadras populares e outros géneros de poesia. Residiu em Guimarães nos seus últimos anos. 

Em homenagem a esse simpático personagem da História de Felgueiras contamos publicar proximamente um artigo jornalístico, embora a necessária pesquisa sobre seu currículo biográfico não seja fácil, por escassearem referências públicas, em publicações dos últimos trinta anos, pelo menos, sobre tal figura. Entretanto, deixamos aqui uma composição poética de sua autoria, que ficou famosa e provocou grande impacto, aquando da implantação (em 1988) da estátua de Nicolau Coelho em Felgueiras, por ter ficado no meio dum descampado (como era e foi durante tempos a depois Praça das Comunidades, em frente à Biblioteca Municipal), além do conjunto escultórico mais parecer uma campa, tipo jazigo de sepultura térrea - coisa que, afinal, anos depois foi alterada parcialmente… dando razão ao seu irónico poema. 

O sucesso desse poema em sextilhas foi tal que, sucessivamente, teve publicação nas mais variadas edições locais e regionais. 

Eis aqui, em transcrição digitalizada, o mesmo – conforme foi publicado em 1989, sem assinatura, como popular que já era, num jornal para as Autárquicas / 89.


Armando Pinto 

»»» Clicar sobre as digitalizações, para ampliar «««

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Um poema… sobre Felgueiras

 

 Num espaço destes, qual cantinho de aconchego a temas da região do autor, através de escrita própria, incluindo motes relacionados com o concelho pátrio (pois a Pátria é a terra que nos viu nascer!), caberá de quando em vez, como complemento, mais qualquer motivo pouco usual na nossa atividade literária. Como desta feita nos lembramos de acrescentar. 


Ora, entre curiosidades menos conhecidas, bem como no meio da diversidade de factos pouco ou nada divulgados em seu tempo, conta-se uma menção que nos foi feita numa revista de poesia, corria o ano de 1996. 


Antes de mais, convirá afiançar não ser poeta o autor destas linhas, não por não sentirmos afinidade, mas por não nos considerarmos à altura da boa poesia, que admiramos. Sendo que o autor sempre foi apologista da poesia melodiosa, com mensagem que se entenda, rimada e detentora de outros atributos das regras comuns. De tal modo que consideramos a poesia uma escrita difícil, mas bela, quando bem feita, por pessoas dotadas com veia poética. 


Assim sendo, pouco temos escrito com esse estilo literário, repetimos, por falta de apetência, mais voltadas que são as atenções para assuntos históricos e narrativas. Entre cujo escasso material poético houve um poema publicado em 1986 no jornal Notícias de Felgueiras, ficando desde logo destinado a incluir o início do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”. Poema esse, nosso, que uma publicação vocacionada a esse campo literário, a revista “Poetas de Todos os Tempos”, incluiu na sua edição de Junho de 1996. 


De tal raridade, em todos os sentidos, pelo que afloramos, se junta visualização da capa (no início deste artigo) e a respetiva página, a seguir, sem pretensiosismos, mas apenas como registo, para constar.


 


 Armando Pinto 


 »»» Clicar sobre as digitalizações «««