Espaço de atividade literária pública e memória cronista

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Nova existência de património paroquial – Bandeira da "Conferência Vicentina de S. Tiago de Rande e S. João Baptista de Sernande"

Mais um elemento patrimonial ficou a integrar o património paroquial, no caso respeitante às paróquias anexas de Rande e Sernande, com a existência agora duma bandeira representativa dum dos grupos da vida interparoquial, como sinal visível e identificativo da "Conferência Vicentina de S. Tiago de Rande e S. João Baptista de Sernande". Grupo criado em Rande, em 1995, com primeira sede na Longra, e seguidamente na Residência Paroquial de Rande, no lugar de Santiago, integrando membros residentes das duas paróquias e com fim de assistência aos paroquianos necessitados das duas comunidades.  

Com efeito foi no passado primeiro domingo de agosto apresentada a bandeira da Conferência Vicentina de S. Tiago de Rande e S. João Baptista de Sernande, em cerimónia realizada na igreja paroquial de Rande na tarde do domingo dia 7 de agosto de 2022, durante a missa celebrada em honra festiva dos idosos das duas paróquias. Cuja festa, como é habitual, teve depois epílogo num lanche de convívio no salão da Residência Paroquial. Tendo na ocasião celebrativa sido apresentada a referida bandeira que representa uma homenagem a todos quantos passaram pela vida da mesma Conferência – conforme foi referido publicamente pelo Pároco, Padre Manuel Ferreira.

Passa assim a haver representatividade física de mais um dos grupos paroquiais, à imagem como antigamente houve as bandeiras da Juventude Católica de Rande (integrando o Grupo Coral das Meninas da Juventude de Rande), no tempo do Padre Alberto Brito; mais da Cruzada Eucarística das Crianças de Rande e da Liga Eucarística dos Homens de Rande (também incluindo seu grupo coral), no tempo do Padre João Ferreira da Silva. Bandeiras que após a extinção desses grupos ficaram guardadas na Residência Paroquial em Rande. Além, obviamente, das bandeiras das antigas Associações Paroquiais, Associação de S. José e Associação do Sagrado Coração de Jesus, que integravam as procissões e enterros. Mais a bandeira de representatividade da Paróquia de S. Tiago de Rande, estandarte com figuração da imagem do Padroeiro, de oferta assinalável da Comissão da Festa de Rande em 1987. Passando agora a haver esta nova bandeira de representatividade da Conferência Vicentina local, nesta era do Padre Manuel Joaquim da Costa Ferreira.

Ora esta bandeira nova, em apreço, fica pois a existir como imagem da Conferência Vicentina criada no tempo do Padre Abílio Barbosa, através de ação da Irmã Rosa de Lurdes, uma das Irmãs de Caridade de S. Vicente de Paulo residentes no antigo convento da Misericórdia do Unhão (cujo trabalho seguidamente teve depois acompanhamento sucessivo pelas irmãs Agostinha Ramos, Vitória e Esperança da Purificação Pinto). Tendo sido fundada em 1995 na Longra e inicialmente ficado instalada como local de reuniões em casa do senhor Luís Sousa da IMO, ao tempo da primeira presidência, que calhou por eleição ao autor destas lembranças, Armando Pinto, e da segunda em que foi eleito Fernando Ribeiro, naturalmente acompanhados por todos os confrades respetivos, até que a Conferência passou a ter como sede o salão da Residência Paroquial, junto à igreja – como está historiado no livro "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras", desde sua criação até ao ano da publicação, em 1997. Tal como estão historiadas as outras agremiações paroquiais referidas. Havendo de permeio passado pela sua caminhada diversos componentes até aos atuais, todos com a melhor das intenções, seguindo-se as sucessivas presidências e constituições que foram dando continuidade à mesma Conferência Vicentina (tendo entretando sido presidentes sucessivamente Manuel Pinto, Acácio Guimarães, Joaquina Pinto e Virgínia Silva), estando na atualidade evidente a sua vitalidade com mais este sinal existencial.

Armando Pinto

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sábado, 13 de agosto de 2022

Luar de Agosto como o de Janeiro e Amor como o primeiro...

 

Nos dias que correm, do agosto deste ano de quente Estio, até já houve por noites de luar a chamada superlua, em plena lua cheia; mas por norma em agosto é mais habitual aos olhos enamorados o típico luar de agosto, que calha bem por até saber bem estar ao relento nas horas de melhor temperatura. Ao jeito como cantava o povo quanto às ninfas ao luar, em noite de lua cheia... Tanto que

“Dizem que quando aparece o luar

Em noites de lua cheia

As ninfas do rio Douro a cantar

Dançam o vira na areia”...

(lembrando que as águas que correm por estes nossos lados, das correntes de ribeiros e riachos das nascentes do rio Sousa, desaguam no Douro...)

Ora, estando-se de momento ainda em agosto, com todas as matizes ambientais e memoriais que este período anual acalenta, quão contrariamente ao janeiro de fazer enregelar o corpo e o espírito, este mês de verão faz transpirar os sentimentos... nada melhor que espairecer o ânimo geral com uma lembrança de bons velhos tempos, passando olhos do afeto pelas leituras nas carteiras da escola antiga. Recordando-se a propósito a “lição” do Luar de Agosto, derivada do livro de leitura oficial, na pertinência desse luar ser especial, tal o das noites frias de inverno, afinal, ser idêntico em luminosidade ao do pino de verão.

Assim, junta-se dizer, como se conta popularmente, que noutra perspetiva também não há luar como o de janeiro nem amor como o primeiro – como ficou mesmo descrito num dos contos do livro "Sorrisos de Pensamento", chegado à luz pública em 2001. Contando para aqui agora, no caso, que esse amor tanto possa ser o romântico, quando somos crescidos, como o da infância, desde que começamos a ter noção da vida e nossos olhos começaram a ver e pensar ao mesmo tempo.


(...entre cujos diversificados sentidos, nesta envolvência, coloco os rostos dos meus pais em acrescento à página saudosista, qual imagem figurativa pessoal, no sentido familiar.)

Armando Pinto

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sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Imagem colorida de recordação da histórica 1.ª Subida de Divisão do Futebol Clube de Felgueiras (na época 1964/1965)

Em reflexo das lembranças e partilhas que se vão transmitindo e refletindo sobre curiosidades memorandas felgueirenses, aqui neste blogue, tem-se também, por vezes, retorno reflexivo. Como têm sido alguns exemplos, entre os quais chega agora mais um: - através de um amigo portuense com ligações afetivas e familiares a Felgueiras, o senhor Abílio Faria, também há muito conhecido cantor de música romântica com o nome artístico de Monte Cristo – o qual coloriu uma foto há tempos publicada neste blogue “Longra Histórico-Literária”, em homenagem ao FC Felgueiras, que ele também acompanhou no tempo de Sabú e restantes jogadores da histórica primeira “Subida de Divisão” do Futebol Clube de Felgueiras, em 1965. Cuja Imagem assim colorida, de recordação, aqui se publica em ilustração, conforme foi recebida com muito agrado, em atitude que naturalmente é de enaltecer.

Armando Pinto

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terça-feira, 9 de agosto de 2022

Efeméride da Missa Nova do Padre Luís Rodrigues - a 9 de Agosto de 1930 - em Rande/Felgueiras

Entre os diversos sacerdotes naturais da paróquia e freguesia de Rande, do concelho de Felgueiras, ordenados Presbíteros da Igreja católica, dois dos nascidos no século XX celebraram sua Missa Nova na paróquia natal de S. Tiago de Rande a 9 de Agosto. O mais antigo, Padre Luís de Sousa Rodrigues, em 1930; e o mais recente, Padre Marílio da Costa Faria, em 1964.

Ora sobre o Padre Marílio, tornado conhecido como pároco de Canelas e depois cumulativamente de Canelas (São Mamede), Capela (São Tiago) e Sebolido (São Paulo), no concelho de Penafiel, foi já recordado o facto no anterior artigo neste blogue pessoal “Longra Histórico-Literária”. Sendo assim, desta feita, a vez de evocar a primeira missa do célebre Padre Luís Rodrigues, mais tarde celebrado mestre de música gregoriana, compositor de cânticos de música sacra e musicólogo de renome, também famoso por suas homilias e ação pastoral como Reitor da igreja da Lapa, no Porto.

Descrevendo essa época, ficou narrada a ocorrência e factos relacionados no livro "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras", publicado em 1997.

Como tal (agora em 2022), no 92.º aniversário da sua Missa Nova, rezada festivamente a 9 Agosto de 1930 na igreja onde foi batizado e viveu sua via paroquial, em Santiago de Rande (Felgueiras), sua terra natal, fica uma especial saudação de afinidade e pedido de bênção do Alto para todos os seus e nossos conterrâneos e amigos, bem como todos os cristãos e cidadãos que tiveram a ditosa oportunidade de o ouvir e conhecer.

Ilustrando a recordação, na data desta efeméride, presta-se mais uma homenagem por esta via a tão venerando personagem da igreja Portucalense e Portuguesa, natural de Rande-Felgueiras e de especial múnus apostólico na Lapa do Porto, com a lembrança dum “santinho” (pagela alusiva) de recordação de sua Missa Nova; mais imagens da capa e contra-capa do livro que lhe foi dedicado aquando da passagem de 25 anos de sua morte; como ainda mais amostras documentais de alguns exemplares do arquivo pessoal do autor destas remembranças.

Armando Pinto

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domingo, 7 de agosto de 2022

Uma terna e eterna recordação de há muitos anos – a Ordenação no Porto e Missa Nova em Rande do Padre Marílio – em 1964

Foi em dia de Domingo alegre, melhor dizendo nuns domingos assim, como este de 2022 em que recordo esses dias com muita ternura. Lembrando isso a meio de ambas as datas, tendo sido a 2 e 9 de Agosto esses dias inesquecíveis, em 1964. Quando fomos ao Porto, primeiro, em excursão feita pelo Padre João Ferreira da Silva, para presenciar in loco a Ordenação Sacerdotal do nosso conterrâneo Padre Marílio Faria; e, depois, volvida uma semana vivemos intensamente em Rande o dia de celebração da sua solene Missa Nova. Tinha pois aqui o autor destas linhas uns dez aninhos completados havia um mês, sensivelmente, mas tudo aquilo me ficou bem gravado na memória, com imagens bem presentes na retina dos olhos do pensamento.

= Padre Marílio, ainda quando Seminarista do Seminário Maior da Diocese do Porto (ou seja quase a concluir a formação e prestes a ser ordenado Padre).

Um ano antes havia também ido ao Porto, numa outra excursão organizada pelo Padre João, em passeio paroquial do povo de Rande e Sernande, paróquias anexas da paroquialidade exercida pelo saudoso senhor Abade residente em Rande. Num passeio que até está descrito num dos contos do livro Sorrisos de Pensamento (publicado em 2001 e logo esgotado). De cujo percurso ambiental, fixado em belas recordações, o então seminarista e já quase padre foi animador da boa disposição reinante dentro e fora da camioneta de aluguer (como ao tempo se chamava mais aos autocarros), como ainda bem me lembro. Num belo domingo também em que nós, eu e todos os passeantes excursionistas, ficamos a conhecer a Sé do Porto, além da estátua do Porto, de que tanto se falava popularmente mas de modo errado, ao tempo ainda instalada nos jardins do Palácio de Cristal, onde vimos as jaulas de animais e sobretudo o popular macaco chimpanzé “Chico do Palácio”, autêntica atração do minizinho zoo que ali havia com vista para o rio Douro. Mas também ficamos a conhecer o Monte da Virgem, do outro lado do rio e no alto de Gaia, para onde rumamos de tarde, para convívio à fresca do frondoso local circundante da ermida ali saliente. Ora, passado um ano, lá fomos todos, os passageiros fregueses desses raides excursionistas, outra vez até à cidade Invicta, dessa feita para estarmos presentes na Ordenação em apreço. E de tarde andamos pelo centro do Porto e depois ainda cedo demos um pulo até à praia portuense, para ver o mar e sentir a aragem do mar entrar pelo corpo a ferver de calor e entusiasmo. 

Remontando a esses tempos da infância do autor destas linhas… relembra-se visualmente o dia por foto que de seguida aqui se reproduz. Um retrato "tirado" na tarde desse dia da mesma excursão feita pelo nosso Padre João, para os paroquianos de Rande e Sernande assistirem de manhã na Sé do Porto à Ordenação do Padre Marílio, da Longra. Fotografia esta captada na praia do Castelo do Queijo, junto à Foz, no Porto. Lembro-me de se tirarem várias fotos lá, da parte da tarde desse domingo quente de Agosto... e eu, ainda criança também fui e fiquei em algumas dessas fotografias de rolo (tenho pena de não saber quem as tem, se ainda houver alguma guardada numa gaveta ou eventual álbum preservado em baú familiar).


Nesta foto (em que alguns aparecem descalços e de calças arregaçadas por terem ido molhar os pés...), não consigo reconhecer quem está do lado esquerdo em cima, mas depois conheço, também em cima (a partir da esquerda da imagem) em segundo o sr. Elísio da Fonte, depois (conforme me informaram pelo facebook) Laura do Enchido, a seguir o Padre João, de seguida o sr. Ferreira das padeiras da Longra e sua esposa Quininha padeira, o meu irmão Luís, a Dete (Odete) neta do sr. Paulino, depois meu irmão Quim, a seguir (segundo me informaram também pelo facebook) Gloria de São João (que agora e desde há muito reside no alto de Cimalhas da Longra), a seguir a Camilinha Rodrigues, depois seu filho Alexandre Sampaio, e por fim o sr. Manuel Sampaio (ou seja, com o sr. Alexandre no meio dos seus pais); em baixo, desde a esquerda, Docília dos Picos, Vitalina Sampaio, Fátima Sampaio Viana, Adélio Machado, Afonso Carvalho, João do Outeiro e César Ferreira. Eu andava por ali, mas não apareço nesta foto... 

Esta fotografia é mesmo dessa ocasião, como se comprova por outra foto desse dia e essa guardada pessoalmente no álbum particular, juntando algumas destas pessoas referenciadas e mais outras, sobretudo incluindo alguns elementos (sem trajes) do Rancho Folclórico adulto da Longra e da Liga Eucarística de Rande, nesse "Passeio" de 1964.


Nesta foto podem ver-se (sem ser por ordem) César Ferreira e sua irmã Luísa, Rosa Pinto, duas irmãs Mendes, o sr. Alexandre Sampaio, o Adélio Machado, o João do Outeiro, Artur Barros (pelo menos parece), o Afonso Carvalho, os Joaquim, Luís e Armando Pinto, o sr. Elísio da Fonte, e outros… (Reparando-se também que os óculos de sol então andaram a rodar, pois numa ocasião aparece um e noutra já outro, assim de olhos protegidos, entre dois amigos nesse tempo integrantes da Liga Eucarística dos Homens de Rande.)

Após isso, no regresso à terra, ainda passamos também pela paróquia de um padre amigo natural de Rande-Felgueiras, o Padre Luís Gonçalves de Matos, em Melres (freguesia de Gondomar, ribeirinha do rio Douro), onde paramos para uma curta visita a esse bom padre irmão da Fininha da Quinta (muito querida governanta daquela casa da família Teixeira, de Rande), por sinal muito amiga de meus pais, até.

Recordaram-se então tempos idos, de quando o jovem padre era ainda seminarista e enquanto ajudante do pároco Padre João convivia com padres naturais de Rande, vindos à terra natal. Sempre que vinha de férias à Longra e convivia muito com a rapaziada amiga e conhecida (andando sempre acompanhado pelos filhos do sr. Machado, os irmãos Pinto, mais os César, Basílio, João Isaías, etc.), além de ajudar ao saudoso Padre nas missas, procissões, outros atos religiosos e na catequese ainda. Sendo desses tempos a imagem (seguinte), em que se vê o seminarista jovem ao lado do pároco, na organização da representação de Rande e Sernande para a peregrinação concelhia até ao monte de Santa Quitéria, em Felgueiras.

O Padre Marílio da Costa Faria era então pessoa muito estimada  da nossa terra. Filho da Virinha da Ponte, senhora muito risonha e simpática, e do muito respeitado senhor António, um daqueles homens de antigamente, cuja presença marcava consideração e apreço geral. Não sendo de admirar que tivesse sido incluído no lote de estudantes a quem, naquele tempo, a família Sarmento Pimentel, da Casa da Torre, pagava o curso canónico. E merecesse estima das boas famílias da terra, como era acarinhado pela D. Emília, esposa do sr. Américo Martins da Metalúrgica da Longra, e no mais fosse muito querido de toda a população. E sobretudo com muito carinho entre toda essa gente conterrâea, que o foi vendo evoluir e via então como novo padre.

Houve festa na terra, por isso, no dia da sua Missa Nova. Tendo o Padre Marílio ido em procissão desde sua casa, na Longra, até à igreja paroquial, em passeio a pé, pelo Montebelo, ou seja à volta, de maneira a passar pela Casa da Torre, com acompanhamento de muita gente sua amiga e conhecida. Indo ele na frente ladeado por seus pais, que nesse dia ainda eu, criança mas já com ideia bairrista, via com olhos de admiração. Tendo eu ido também e feito questão de caminhar sempre atrás dele, muito próximo à cabeça do cortejo de acompanhamento. Com entusiasmo e, mesmo sem precisar de falar, indo ali como se ele fosse da minha família. Tal o orgulho de a minha terra ter assim um novo Padre e logo aquele senhor simpático que passava por mim e ajudou às cerimónias da minha Comunhão Solene, poucos dias antes, ainda.

Da chegada à igreja e aproximação ao altar é o instantâneo fotográfico (colocado a seguir) que tenho em meu álbum pessoal e para aqui é transposto a ilustrar tal memória de tão festivo dia.

= Captação fotográfica do dia da Missa Nova do Padre Marílio: À chegada junto ao altar da capela-mor da igreja de Rande, antecedendo a Missa …Estando o autor destas lembranças entre a mole de assistentes (logo atrás da Virinha, mãe do novo Padre), na igreja paroquial de S. Tiago de Rande. Foto do álbum pessoal do autor e incluída no livro "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras", publicado em 1997.

Passaram muitos anos e muita água correu por baixo das pontes do rio Sousa da Longra. E foi já há muitos anos que, com alguma admiração, naquele longínquo Agosto, na cerimónia apoteótica da sua primeira Missa, beijamos as mãos perfumadas do senhor Padre Marílio, num misto tocante e conservante, por termos ali diante de nós aquele amigo que nos habituamos a ver a passar a nossa casa, indo e vindo para sua casa, sempre rodeado de amigos e saudando conhecidos. Sentindo então a dita de o saudar no fim da Missa Nova e receber o "Santinho" alusivo de sua Ordenação e seguinte Missa Nova, que guardei com estimação.


Armando Pinto
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sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Exercício de Memória Felgueirense – Foto com História… para conhecedores da História de Felgueiras

Desta vez, fazendo apelo a puxar pela memória conterrâneo-concelhia, no sentido de fazer lembrar uma ocorrência histórica e pelo menos um personagem admirado em tempos idos, neste caso, coloca-se uma imagem com história sem a identificar, desta vez – pondo uma questão para puxar pelos neurónios de conhecedores da História Felgueirense. Porque a história local e concelhia não é apenas relacionada com a evolução cronológica ao longo dos tempos, mais factos administrativos, político-sociais e galerias memorandas de personalidades e naturais ilustres, etc. e tal, mas também com outros campos, incluindo o fenómeno social-desportivo.

Assim sendo, para quem conhecer ou tiver ideia: - De que trata a ocorrência registada no cliché fotográfico em apreço (aqui publicado) e a quem se refere a captação do instantâneo da imagem?

 Como este artigo, assim colocado, fica partilhado em diversos locais, o melhor é mesmo quem souber responder o deva fazer na caixa de comentário do blogue, para não dar ideia a quem ler noutras páginas que não teve ainda solução correspondente. Se houver quem saiba, naturalmente.

Armando Pinto

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domingo, 31 de julho de 2022

Uma foto com História... sobre primórdios dos transportes públicos em Felgueiras – entre imagens antigas de vez em quando.

Uma foto com muita História:  – Autocarro  da "Empreza Viação Felgueirense", de tempos idos dos primórdios dos transportes Cabanelas em Felgueiras. Quão sugestiona evocar sobre isto?!  


Armando Pinto

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