
Espaço de atividade literária pública e memória cronista
terça-feira, 8 de março de 2022
Em Dia da Mulher - Homenagem às Mulheres de Felgueiras !

segunda-feira, 7 de março de 2022
Felgueirense Virgílio Ferreira: Medalha de Ouro no Campeonato Regional de Boccia Zona Norte Bc3
Este Domingo, dia 6 de março, o felgueirense Virgílio
Ferreira, atleta da Secção de Desporto Adaptado do Futebol Clube do Porto, na modalidade de Boccia, sagrou-se
Campeão Regional da sua especialidade desportiva, tendo alcançado a Medalha de
Ouro no Campeonato Regional de Boccia Zona Norte Bc3.
Então, após dois anos de dedicação a este desporto, viu recompensado seu esforço. Como o próprio afirma na sua página de facebook: «Durante dois extensos anos foram muitas as horas dedicadas a esta paixão. Hoje foi dia de recompensa.»
Virgílio Ferreira, além do bom gosto de ser Portista, a demonstrar ótimo caráter telúrico, bem quão nos honra como conterrâneo concelhio, muito orgulha aqui o pessoal Ego Felgariano como cidadão e munícipe felgueirense. Sendo de acrescentar, como curiosidade, que o mesmo desportista Virgílio Ferreira é Vereador do atual Executivo da Câmara Municipal de Felgueiras, com os Pelouros de Cidadania Inclusiva, Acessibilidade e Provedoria e Defesa do Consumidor.
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Nesta prova do Regional Norte de Boccia, realizado no Alto Minho, mais precisamente em Barcelos, o FC Porto arrecadou 3 medalhas, sendo uma de ouro, uma de prata e outra de bronze, havendo participado com 5 atletas, dos quais 3 chegaram à disputa dos lugares de pódio. Com a medalha de ouro a ser conquistada por Virgílio Ferreira.
Para memória, fica o registo inserto na página informática oficial do FC Porto, em fcporto.pt:
«Este fim de semana, em Barcelos, marcou o regresso às competições regionais de Boccia em Portugal após uma paragem de praticamente 2 anos. A equipa do FC Porto da classe BC3 fez-se representar por 5 atletas juntamente com os seus operadores de calha.
Na 1.ª divisão, Tiago Tavares, acompanhado por Nuno Mesquita conseguiu um honroso 6.º lugar. Na 2.ª divisão, Rui Ribeiro e Alice Moreira, acompanhados por Hugo Ferreira e Ezequiel Moreira, ultrapassaram a fase de grupos, tendo marcado encontro no jogo pela luta entre o 3.º e 4.º lugar. Rui Ribeiro levou a medalha (de bronze) para casa. Na 3.ª divisão, participaram dois estreantes pelo FC Porto numa prova de nível regional. Virgílio Ferreira e Diogo Castro, acompanhados por Elisabete Ribeiro e Rui Castro, venceram todos os jogos da fase de grupos, bem como as meias-finais, encontrando-se por último no jogo de luta pelo lugar mais alto do pódio. Nesta final, Virgílio Ferreira levou a melhor sobre o companheiro de equipa.»
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Parabéns ao Campeão Portista e Felgueirense!
Armando Pinto
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domingo, 6 de março de 2022
Temas de outrora e de vez em quando: Felgueiras em “Norte Revista” de 1983…
Tal como hoje é algo raro já o conhecimento e posse da
antiga revista “Terras de Portugal”, em que Felgueiras teve lugar com interessante reportagem em 1963, também assim acontece com outra publicação do
género publicada vinte anos depois e na qual Felgueiras também teve direito a
divulgação importante, como foi o caso da “Norte Revista”.
Com efeito, assim como ainda durante os românticos anos 60 houve
aquela revista icónica da época, sobre “Terras de Portugal” conforme seu nome e
alinhamento, entre publicações que marcaram esses tempos; volvidos anos em 1983
apareceu uma outra, a “Norte revista”, até de maior formato e mais cingida ao
Norte do país, ainda a registar a evolução das terras nortenhas. Descrevendo
genericamente os concelhos e também enfatizando as cabeças de concelho, mais as
vilas de cada qual, como à época eram ainda os dois centros urbanos do território felgueirense. Sendo que assim e então, em 1983 Felgueiras teve a honra de
fazer parte do seu 1º número, junto com a Maia (além de outros assuntos e temas
diversos, sem relação aos dois concelhos visados), nessa mesma revista –
conforme destaque na capa e desenvolvimento no interior, que aqui se relembra e reproduz.
Pois então Felgueiras teve lugar de destaque nessa revista, através de diversos motes. Ficando nessas páginas registada a situação local nessa era dos idílicos tempos da década de oitenta, do século XX – como se pode ver por captação fotográfica de algumas páginas dessa revista, integrante da coleção do autor destas lembranças.
Armando Pinto
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sexta-feira, 4 de março de 2022
Antigo Treinador do FC Longra em entrevista ao jornal “ O LouZadense”
Entre memórias e recordações, uma das antigas existências
Longrinas de tempos idos foi o clube desportivo Futebol Clube da Longra,
fundado em 1969 e desaparecido em 1997/98. Em cuja existência, entre momentos
de atividade e outros de paragem, além das peripécias que levaram ao desaparecimento,
teve nos princípios dos anos noventas maior enfoque com a inscrição oficial na
Associação de Futebol do Porto e sobretudo participação em provas oficiais do
Campeonato de Amadores da mesma AFP. Havendo em 1993 conquistado o Campeonato
respetivo e subido de Divisão (conforme está historiado devidamente no livro “Memorial
Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, publicado em 1997). Tempos em que
no comando da equipa esteve o Lousadense Rui Sequeira, antigo guarda-redes do
Lousada e do Penafiel. Que então, pelos idos anos noventas, esteve a treinar o FC Longra, no concelho de Felgueiras.
= Foto do jornal O Louzadense, edição on line de 4
de Março de 2022 =
Pois sobre esse mesmo antigo futebolista e depois treinador
é publicada no jornal “O Louzadense” uma entrevista, em que o próprio recorda a
sua histórica passagem pelo Longra. Da qual para aqui se transpõe a parte da
sua carreira como treinador:
« Março 4, 2022 - Em Desporto, Segredos da Bola
Foi o primeiro jogador lousadense a tornar-se profissional
de futebol, quando se transferiu para o Penafiel em 1976. Nesse ano treinou à
experiência no Beira-Mar onde jogava Eusébio, o pantera-negra, em final de
carreira. Rui Sequeira também chegou a prestar provas no Belenenses, mas não
chegou a assinar pelo clube que optou por Delgado, um dos melhores guarda-redes
portugueses de sempre. Estas e outras histórias são aqui contadas por Rui
Sequeira, que aos 67 anos continua a treinar e a formar jogadores, agora no
Macieira.
(…)
O bichinho do futebol está vivo
A carreira como treinador principal começou nos seniores do Longra, ao mesmo tempo estava no futsal do CCD da Ordem e a equipa de juniores do Lousada: “era uma fase muito intensa da minha vida em que todos os dias eu chegava a casa à uma hora da noite, mas foi gratificante porque fui campeão de série e campeão dos campeões pelo Longra e fui campeão de série no futsal do CCDO. Nos juniores desentendi-me com um diretor e não cheguei a acabar aquilo que comecei, mas tinha uma equipa muito boa”, recorda Rui Sequeira.
= FC Longra – 1992/1993:
Foto constante do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras” =
“Também treinei o Cristelo, onde encontrei a equipa a um ponto da linha de água e levei-a no terceiro lugar. Seguiu-se o Aparecida, onde não fiquei com boas memórias, mas já é passado. Depois, no Nogueira fiz um trabalho durante quatro anos que me agradou muito pelas amizades e pelo que consegui ajudar na carreira de alguns jogadores que ficaram meus amigos para sempre”.
A equipa de Caíde de Rei também faz parte do currículo de Rui Sequeira, embora não tenha terminado o contrato: “certo dia, no intervalo de um jogo em que estávamos a perder e eu decidi fazer uma substituição que não foi bem aceite pelo presidente daquela época, que me disse «aqui não se olha ao coração mas sim à razão», querendo dizer que eu devia tirar o meu filho, que jogava lá, mas eu não aceito que interfiram no meu trabalho e tirei a braçadeira de treinador, entreguei-lhe e vim-me embora”.
Neste momento está no Macieira, pois “o bichinho do futebol está em mim e enquanto ele estiver vivo eu deixo-me andar”, conclui.»
Armando Pinto
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quarta-feira, 2 de março de 2022
FC Felgueiras 1932 na imprensa nacional: recorte d’ O Jogo, na calha do apuramento para a disputa dos lugares de acesso à Liga 2 do futebol português
Estando a uma jornada do fim do campeonato da Liga 3 Nacional no comando da respetiva Zona Norte e apurado para a fase final da disputa dos lugares de acesso à imediata Liga 2., o Futebol Clube Felgueiras 1932 volta a ter lugar de destaque na imprensa portuguesa, como em tempos idos aconteceu com o histórico antecessor Futebol Clube de Felgueiras. Tal qual se regista, da publicação do jornal O Jogo, respigando uma coluna, acrescida de entrevista que para aqui se transpõe, da respetiva edição desta quarta-feira dia 2 de março de 2022.
Armando Pinto
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
O meu neto Gonçalo: cativante jovem futebolista, quão lindo menino de Linda-a-Velha e não só…!
A vida tem de ter encanto para ser vivida, ao longo dos
tempos. E que melhor encanto, depois de tempos românticos de namoro, casamento
e nascimento dos filhos, que, volvidos tempos, a existência dos netos! Pois,
então, como ter netos é ter afetos, eu também tenho os meus, que já são quatro.
Desde que vi o primeiro a encantar-me a vida. E desse, além de seu encanto em
saborear seu toque afetivo, desde bebé até ao tempo atual de infância em
crescimento, também acresce o acompanhamento de sua vivência. Em cuja atividade
de jovenzinho acresce sua energia e entusiasmo pelo desporto, sendo já
praticante de futebol. Podendo-se assim dizer que é um futebolista em formação,
jogando nas camadas jovens do clube de sua área de residência, no sul do país,
mais concretamente nos arredores de Lisboa. Tal o caso do Gonçalo, o Guga para a família,
amigos e conhecidos, o meu neto mais velho, Gonçalo, que joga nos Infantis B do
Sporting Clube de Linda-a-Velha.
Pois o Guga integra a equipa dos Infantis B 2010 do
Linda-a-Velha (conforme o escalão referente aos nascidos em 2010). Clube que
apesar de ter o nome de Sporting (como o Sporting de Lisboa ou o de Braga e o
Farense, por exemplo) tem equipamento vermelho e branco, à Ajax da Holanda. Como quem lava
melhor e torna tudo mais claro (à imagem do detergente desse nome que, na
publicidade pelo menos, lava mais branco).
Como ele evolui em campo, em elegante postura!
(Ah... e o Guga, entre os admiradores, tem já como espetador atento o irmão - o meu neto mais novo!)
Nessas andanças desportivas, ainda em fase formativa e
sobretudo de divertimento, o Guga já se vai salientando. Embora sabendo que o
mais importante neste tempo de formação são os estudos, porque nem todos poderão
singrar na vida desportiva, visto serem poucos os que conseguem viver da vida
futebolística. Mas por ora, e agora, há que ir vivendo a infância e assim ele
vai sendo um dos bons valores da sua equipa. Onde joga normalmente como médio,
quer à direita como à esquerda, mas também dá uma perninha a defesa central
quando necessário. De tal modo que tem sido por vezes escolhido como capitão de
equipa – sendo que a braçadeira de capitão costuma ser atribuída alternando de
uns para outros conforme se distinguem em jogos ou treinos. E o Gonçalo no jogo
mais recente, ainda este fim-de-semana, foi o capitão da sua equipa. Como se vê
na foto, em que ele entra à frente da equipa respetiva, na oficial entrada em
campo de todos os intervenientes.
Beijinho de parabéns Guga. O avô da Longra, cá em cima no
Norte – onde começou e houve nome de Portugal – torce muito por ti !
Armando Pinto
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domingo, 27 de fevereiro de 2022
Temas de outrora e de vez em quando: Felgueiras na revista “Terras de Portugal” em 1963…
Entre publicações que marcaram
épocas, pelos idos anos da década de 1960 havia a revista “Terras de Portugal”
a registar a evolução das terras portuguesas, descrevendo genericamente os
concelhos e enfatizando as cabeças de concelho, mais as vilas de cada qual.
Sendo que assim e então, em 1963 foi a vez de Felgueiras ter tido lugar na mesma
revista, em cuja capa era dado destaque ao Cruzeiro da independência, quase
como símbolo maior visto no centro da então vila sede do concelho felgueirense.
(Cruzeiro esse que há tempos já mereceu
um artigo no Semanário de Felgueiras, na colaboração do autor destas linhas com
aquele jornal há já uns bons anos, como também está registado numa das
publicações neste blogue). Com a curiosidade de no tempo dessa revista antiga,
em 1963, ainda o Cruzeiro-padrão de Felgueiras estar então colocado em seu
sítio original, junto à pérgula existente nesse tempo, antes da destruição
dessa “pérola” romântica da época e da recolocação do cruzeiro no centro do
jardim diante do edifício da Câmara Municipal.
Pois então Felgueiras teve lugar
de destaque nessa revista, que ia já em 36 anos de existência, quando em
Janeiro de 1963 apareceu na capa do seu nº 1 desse ano (e 560 total) o nome de Felgueiras em
letras grandes, sobre a legenda do referido cruzeiro. Com maior espaço que
outras terras, sabendo-se que na mesma publicação havia lugar para outras, como
no seu interior houve reportagens sobre temas de Braga, Ovar e Lordelo de
Paredes, também. Contando que Felgueiras teve muito mais ênfase e espaço divulgativo,
mediante diversas crónicas a versar motes e assuntos de apresentação, incluindo
narrativas sobre os Paços do Concelho, Monte de Santa Quitéria, o então ainda
novo edifício dos CTT, Bombeiros Voluntários de Felgueiras, assim como do Alto
da Lixa, figura do Dr. Eduardo Freitas, a então Vila da Lixa, Banda dos
Bombeiros e Associação dos mesmos Voluntários da Lixa, etc. Ficando nessas
páginas registada a situação local nesse tempo dos arrebatados anos sessentas, ao mesmo tempo que anunciadas algumas casas comerciais existentes ao tempo, através da publicidade inserida –
como se pode ver por captação fotográfica de algumas páginas dessa revista da
coleção do autor destas lembranças.
Armando Pinto
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