Uma vista panorâmica de parte da Vila da Longra, abarcando parcelas do centro, conforme o que abarca a captação fotográfica, em abril de 2021.
Armando Pinto
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Uma vista panorâmica de parte da Vila da Longra, abarcando parcelas do centro, conforme o que abarca a captação fotográfica, em abril de 2021.
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A propósito da efeméride do dia, nesta data de publicação: - Hoje é Dia do Disco.
Dia do Disco de Vinil, no Brasil, é comemorado anualmente a
20 de abril. Comemoração surgida a partir de uma homenagem ao músico Ataulfo
Alves, que morreu em 20 de abril de 1968. Já nos Estados Unidos é em Agosto, por homenagem ao dia em que Thomas Edison, em 1877, anunciava que teria inventado o
fonógrafo.... Mas tal como se diz noutros casos, pode ser quando se quiser.
«O disco de vinil é considerado um marco na história do
entretenimento musical, ajudando a criar novos hábitos, seja entre os ouvintes
ou entre os produtores musicais.
O vinil foi desenvolvido em meados da década de 1940,
permanecendo popular em todo o mundo até ao surgimento do CD.
Também chamado de LP (abreviação de Long Play), para reproduzir um disco de vinil é necessário um “gira discos” (sucessor da antiga grafonola, de campânula).
Atualmente, o disco de vinil voltou a tornar-se popular, não
pela sua prática (visto que os CD’s apresentam superior qualidade sonora, por
exemplo), mas pela peculiaridade que o caracteriza….»
Ora, os discos de vinil guardam ternas lembranças melodiosas ou de voz historiadora, entre muitas recordações e afetos, à medida de quem tem memória também disso.
Armando Pinto
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Quando se pensava que uma União de Freguesias devia ser referenciada como tal, depara-se-nos uma entrevista atual sobre apenas uma das freguesias da união instituída de três.
Algo que se repara, sem nada ter a ver
com alguma coisa pessoal, mas institucional. Mesmo porque nada move pessoalmente
o autor deste blogue com o autarca Presidente da entrevista em questão, inclusive
com quem mantenho boas relações, conforme ainda em tempos recentes foi visível
na presença dele na apresentação de dois dos meus 3 livros mais recentes. Unicamente é de se ficar admirado com a separação havida, além de algumas questões apresentadas. Ou
seja, o tema não deveria ser sobre a união das três freguesias, em vez de
individualizar uma só?! Afinal as freguesias individuais foram ou não extintas
como tal? Não devia haver melhor sintonia para a unidade pretendida, a ter de ser...?!
Ah, e, pelo que se lê na entrevista, será que mudou o nome do Rancho da Casa do Povo da Longra (pois é o único que há nas três freguesias, que se saiba)? Deve haver qualquer equívoco, porque se mudar de nome será outro, obviamente, e não o existente há já 27 anos.
Assim, é esta a entrevista em apreço, saída a público no
jornal Semanário de Felgueiras de sexta-feira dia 16 do corrente mês de abril, na respetiva página 7.
Armando Pinto
((( Clicar sobre as imagens - em cada uma das duas partes, conforme a sequência das colunas de leitura - assim divididas para ampliar a visão )))
Em mais uma das louváveis crónicas do amigo e confrade de
estudos felgueirenses sr. Mário Pereira, foi publicado no jornal Semanário de Felgueiras,
em sua edição datada de sexta-feira 16 de abril de 2021, mais uma bela crónica
a puxar interesse conterrâneo por algo que deve ser motivo de atenção de todos
nós felgueirenses.
Assim, dá-se aqui o devido destaque e justa divulgação ao tema,
para constar. Partilhando-se esse artigo que, segundo se nota, é o primeiro de
vários que terão natural sequência.
Armando Pinto
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Na linha de anteriores publicações de lembranças visuais
sobre tempos áureos do histórico Futebol Clube de Felgueiras, desta feita
recordam-se por aqui mais duas fotografias dos princípios dos anos 80, mais
propriamente respeitantes às épocas de 1981/82 e 1982/83. Trazendo por este
meio a público duas fotos de coleção particular, das que não chegaram a
ser publicadas no livro sobre o futebol de Felgueiras (em 2007) por motivo de poupança
nos custos tipográficos, visto ter sido edição pessoal limitada. Assim como diversas outras imagens possíveis tiveram de ficar guardadas para outra oportunidade e a narração teve de ser resumida, dentro das possibilidades duma edição de
autor, feita em sentido simplesmente amador, no sentido lato, mesmo.
Assim sendo, eis aqui estas duas, dessas tais...
Armando Pinto
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Através duma captação fotográfica dum quadro familiar de
finais da década dos anos 40, mais aproximadamente por volta de 1947, vê-se como
fundo de cenário as antigas instalações da MIT, fábrica originária da sociedade
Martins & Irmãos Teixeiras, no Largo da Longra. Com o chamado barracão junto
à carvalha da Padaria e seguinte edifício onde funcionava o escritório e sede
social, no prédio em pedra da casa do mirante (assim conhecida por ter em cima
um compartimento saliente em águas-furtadas, anexo entre o telhado popularmente apelidado de mirante,
por ser ponto de mira…). Fábrica essa que à época já tinha associado também o
nome de Metalúrgica da Longra, em associação de Américo Martins e José Xavier
do Outeiro, inclusive com cantina que funcionava na casa do “patrão” Américo
Martins, que já era também sócio maioritário e depois ficou a ser único, durante
anos. Até que, após passagem para a Arrancada da Longra, onde ficou desde 1950 a
popularmente chamada “fábrica nova”, a Metalúrgica a partir daí teve fase de expansão, desde
a criação da sua famosa sirene que se ouvia a longas distâncias, até à nacional e internacional fama do
nome de seus mobiliários metálico-cirúrgicos e de escritório mais de design social
e urbano.
A foto reporta-se, então, a uma época sensivelmente de 1947,
atendendo à idade das crianças e da senhora da fotografia. Tratando-se de minha
saudosa avozinha Júlia de Jesus Pinto e de meus dois irmãos mais velhos. Em fotografia
assim “tirada” junto de nossa casa, com a carvalha grande e a fábrica por trás, vendo-se
também um dos antigos mecos de pedra que beiravam o início do caminho (naquele tempo e hoje estrada municipal) de
ligação ao rio Sousa, pela Leira em direção da igreja de Rande.
(Desta foto em tempos foi recortada a parte da “velha
fábrica”, num artigo deste blogue, do qual depois foi retirada uma imagem que
consta do livro editado em 2015 pela Câmara Municipal de Felgueiras sob título “Felgueiras:
500 anos de concelho”, à página 150, embora sem referência ao autor do blogue e
respetiva publicação, mas apenas ao endereço informático do blogue. Tendo a
mesma imagem, depois, com devido enquadramento e explicação, sido colocada pelo
autor no livro “Luís Sousa Gonçalves, o Senhor Sousa da IMO”, publicado em
2019.)
Armando Pinto
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Livro-catálogo da fábrica MIT (nome antigo da Metalúrgica da
Longra), com 84 páginas e publicado em 1945, comemorativo de “Um quarto de século bem servido…” da
empresa (1920-1945). Ainda a fábrica laborava no antigo barracão, com extensão
de escritório e sede social na casa do mirante, no Largo da Longra (antes então
da mudança para a instalação seguinte na Arrancada da Longra, em 1950).
= Exemplos da paginação =
Armando Pinto
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