Espaço de atividade literária pública e memória cronista

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Artigo de final de ano ("Felgueiras em modo mediático") - no Semanário de Felgueiras

 

Em final de ano, um artigo alusivo do tempo recentemente passado, na transição ao ano novo. Publicado na edição do último dia do ano 2020.

ARMANDO PINTO

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Lembranças do Primeiro Dia do Ano na Paróquia de S. Tiago de Rande

Algumas lembranças, como meros exemplos, das ofertas de recordação entregues no final da missa da igreja Paroquial de S. Tiago de Rande, a assinalar o Dia Mundial da Paz, como sinal de início de novo ano, nalguns anos.

Armando Pinto

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sábado, 26 de dezembro de 2020

Algo especial na revista Evasões do Natal de 2020

Na Evasões, revista que acompanha as edições das sextas-feiras do Jornal de Notícias, em seu número de sexta-feira 25 de dezembro, no dia de Natal de 2020, foi publicado conteúdo de mensagens sobre recordações e tradições de Natal, dando voz a alguns leitores do JN. No caso aparecendo também um testemunho do autor dos blogues “Longra Histórico-literária” e “Memória Portista”.

Teve essência tal envolvência na ideia expressa nos títulos e subtítulos, mais no Editorial da publicação. 

Disso, passado o dia e a romaria, partilha-se agora a parte pessoal correspondente, como registo personalizado nos espaços próprios aqui do autor. Com "Um Desejo" especial expresso.

Armando Pinto  

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terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Recordando: Épocas natalícias de 1994 e 1995 nas estreias do Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra


Fundado a 5 de Maio de 1994, através de proposta apresentada pelo fundador em reunião de Direção dos corpos gerentes da Casa do Povo da Longra (nessa fase de reabertura e revitalização da instituição, conforme ficou lavrado em acta oficial), e após tempos de formação, ensaios e devida organização, o Rancho inicialmente apenas de formação Infantil teve estreia pública a 17 de dezembro do mesmo ano, diante do público local na Festa de Natal realizada em parceria da Associação Casa do Povo da Longra com a Junta de Freguesia de Rande, no salão de espetáculos da casa-mãe.


Volvido um ano, o mesmo Rancho já como Infantil e Juvenil, após diversas participações na própria terra, bem como pelas redondezas e mesmo em localidades do Norte de Portugal, teve estreia internacional a 23 de dezembro de 1995, com primeira saída ao estrangeiro. Havendo então, no sábado da antevéspera do Natal de 1995, ido até à Galiza, a Cangas (Pontevedra-Espanha), onde se exibiu perante o público galego na Festa de Natal do Grupo de Danzas de Cangas.


Dessas estreias recorda-se tais momentos através de fotografias coevas, do grupo original e sua entrada em palco na respetiva estreia na Casa do Povo da Longra, mais da sessão protocolar de troca de galhardetes e recordações em Gangas, no Noroeste Espanhol.

Armando Pinto

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Melodias de Natal, nas lembranças natalícias


Andando no ar sonoridades tradicionais da época natalícia, quer dos sons lançados por músicas gravadas através dos altifalantes espalhados por ruas urbanas, como também pelo que permanece nos ouvidos da recordação, este é um tempo de melodias do Natal. Tal como o cheiro a canela nos remete ao sabor da quadra, também a harmonia sonora nos transporta nos pensamentos derivados de tempos de felizes festas, com o Natal associado à lembrança da criança que fomos, e em que nos revemos nos filhos e netos que estreitam à sucessão da vida.


Ora, se na sonoridade natalícia predominam melodias de longo alcance, como o histórico "Adeste Fidélis" e o tradicional cântico "Noite Feliz", outros cantos e cânticos afloram ao nosso pensamento, em afetivo sentimento. Desde o "Vamos ao Presépio, vamos a Belém", da autoria do felgueirense Padre Luís Rodrigues (célebre reitor da Lapa do Porto), como também o popular "Anjos cantai"… Este um canto e cântico, que começa com a estrofe “Oh anjos cantai comigo…” e tem versões popular e religiosa, diferenciadas no ritmo mas com a mesma letra.

Retrato do Padre Luís Rodrigues exposto no interior da igreja da Lapa, Porto


Pois esse é um caso genuíno de ligação da religiosidade popular. Sendo como era cantado pelo povo em noites de convívios natalícios extensivos aos cantos das Janeiras, entoado em modo folclórico. Enquanto com características de cântico, como era cantado nas igrejas, tinha caracter sacro de acompanhamento musical ao momento de adoração do Santíssimo. Como me lembro bem, do tempo da reza do terço nas tardes de domingos na igreja de Rande em que, era eu criança, gostava bem de ouvir a minha mãe a cantar junto com quem estava ali, após o Padre João deitar o começo em voz meiga, logo seguido em vozes baixas e altas pelas mulheres espalhadas pela igreja.

Isso tudo, nessas melodias que ficaram na cabeça, de uns modos e doutros entranhados no sortilégio natalício.

« Oh, anjos cantai comigo,

ó anjos louvai sem fim,

dar graças eu não consigo,

ó anjos dai-as por mim.


Canta serena minha alma

bela jóia em Ti reluz.

Já colheste a rica palma,

já nasceu em mim Jesus.

 

Ó Jesus que amor tão terno

Ó Jesus que amor o Teu,

deixas o trono supremo

vens fazer da terra o céu.»

Armando Pinto

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Iluminação natalícia da igreja de Rande e Presépio exterior do Grupo de Jovens


Aspeto da iluminação da frente da igreja paroquial de S. Tiago de Rande, nesta época do Natal de 2020, e do presépio construído na frente, também, do lado direito da frontaria da igreja, da lavra do Grupo da Juventude Mariana Vicentina de Rande.

O Presépio exterior, feito pelo Grupo da JMV de Rande, foi construído no âmbito do concurso de presépios da Câmara Municipal de Felgueiras, em espaços públicos. Sendo completamente sustentável, feito com materiais recicláveis, visando a causa ambiental.


Armando Pinto

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