Espaço de atividade literária pública e memória cronista

terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Foto com história: Pose oficial do grupo das crianças do início do Rancho da Casa do Povo da Longra, no dia da apresentação pública – 17/12/1994.

Recordada que foi a efeméride da apresentação pública do então jovem Rancho da Longra, a 17 de dezembro de 1994, na primeira entrada em palco do conjunto de elementos que foram aderindo anteriormente, desde a fundação e seguintes ensaios, a partir de Maio do mesmo ano... desta vez recorda-se em particular o grupo de crianças que foram elementos primeiros deste agrupamento ao tempo ainda apenas Infantil, com acompanhamento de adultos. De cujo momento, e de toda a sua envolvência, melhor que quaisquer mais palavras “fala” a visualização dessas caras lindas infantis.

Armando Pinto

((( Clicar sobre a imagem )))

sábado, 18 de dezembro de 2021

27.º Aniversário da Apresentação Pública do Rancho Folclórico Infantil da Casa do Povo da Longra

Foi já há 27 anos, embora pareça que o tempo passou depressa… que no sábado 17 de dezembro de 1994 pela primeira vez atuou em público o então recém-formado Rancho Infantil da Casa do Povo da Longra – como se chamou inicialmente esse grupo primeiro criado após a revitalização da mesma instituição (cuja casa estivera praticamente sem atividade cerca de duas dezenas de anos e apenas tinha portas abertas pelo funcionamento do Posto Médico local).

Meses depois dessa revitalização, e em sequência da criação do mesmo Rancho a 5 de maio desse ano de 1994, foi pois em dezembro, naquele sábado dia 17, que se estreou o mesmo Rancho Infantil (como se chamou de início, relembre-se, e de seguida um ano volvido passou em 1995 a chamar-se Infantil e Juvenil – daí a possível confusão com a data publicada num quadro em local público, que tem gerado enganos). Tendo a estreia e consequente apresentação pública ocorrido na então Festa de Natal realizada de parceria da Direção da Associação Casa do Povo da Longra com a Junta de Freguesia de Rande, constando a primeira atuação do Rancho a ser cabeça de cartaz.

Disso, reportando a “Apresentação Pública” do Rancho, a 17 de dezembro de 1994, recorda-se o facto com recortes das reportagens saídas a público nas edições seguintes dos jornais ao tempo existentes em Felgueiras.

Armando Pinto

((( Clicar sobre as imagens )))

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Teatros de Natais de antigamente na Longra – lembranças escritas de espetáculos cénicos de outrora!

Em tempos que há muito lá vão houve na Longra festivos espetáculos na quadra natalícia por via dos antigos Autos de Natal, ao género de teatro ao ar livre, como aconteceu em diversos anos na quinta da vacaria (Quinta da Casa de Rande), conforme transmitiam pessoas antigas de suas lembranças. Sendo esses autos apresentados por peças declamadas em verso, com personagens locais, alguns dos quais com isso ganharam antigos apelidos familiares, com que ficaram conhecidos. Como é narrado no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, em capítulo respetivo. Passados longos tempos houve depois peças de teatro através dos sucessivos grupos que foram existindo, em diversos locais, bem como na Associação Pró-Longra e por fim na Casa do Povo da Longra. Como também está descrito no mesmo livro publicado em 1997. E, numa das versões menos antigas, aquando da existência do Centro Cultural e Recreativo da Longra, houve também espetáculos pela quadra de Natal nos anos de 1977 e 1978.

Desses espetáculos, de 1977 e 1978, dos dois anos em que foram a palco tramas cénicas alusivas à época natalícia, transmitem notícias escritas ainda duas revistas e prospetos correspondentes, que se guardam no arquivo do autor deste blogue e de cujo material se juntam algumas imagens, em ilustrativa memória.


Armando Pinto

((( Clicar sobre as imagens )))

sábado, 11 de dezembro de 2021

Presépios com história na região da Longra em tempos idos


Estando-se em mais uma época de aproximação ao Natal, com retaguarda do ambiente normalmente associado ao sortilégio natalício, pairando já nalgumas casas os tradicionais presépios de interior do ambiente familiar e no exterior algumas iluminações a piscar, mais decorações em circunscritos locais a beirar alguns sítios urbanos… vem a talhe recordar também alguns exemplares de presépios públicos feitos antigamente na Longra.

Tema que se recupera, em enfoque devido, sem recuar muito no tempo, sabendo-se que em tempos passados ficaram famosos na memória local os presépios da igreja paroquial de Rande, elaborados no tempo da Liga Eucarística dos Homens de Rande e com cunho principal do senhor Gois da Longra, em equipa com jovens desse tempo que incorporavam esse grupo da paróquia (como ficou registado, entre outros factos relacionados, no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”). Nem ainda sem também esmiuçar demasiado os casos, mas apenas a focar alguns como exemplos. Revendo-se então, aqui e agora, os presépios realizados na Casa do Povo da Longra entre 1999 a 2001, sendo desses os recortes jornalísticos (de arquivo pessoal do autor destas lembranças), que dão para recordar esses exemplares de arte tradicional natalícia, de tempos idos.

Armando Pinto

((( Clicar sobre as imagens )))

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Dia do aniversário natalício de meu Pai

Lembrada a minha Mãe aqui pelo antigo Dia da Mãe, é agora ocasião de puxar a brasa da memória para a lembrança sobre meu pai, quando nesta data era dia de seus anos. Como lhe festejamos durante muito tempo e, falecido depois de termos ainda festejado seus 89 anos e antes então de poder completar os noventa, agora é de lembrar que foi há 105 anos o seu nascimento: a 10 de dezembro de 1916.

O meu pai, Joaquim Pinto, o meu herói como sempre foi, continua bem presente sempre que mentalmente surge diante dos meus olhos do pensamento, quão é frequente em sentimento. Não me esquecendo como em pequeno gostava de sentir a sua mão agarrada à minha, como gostava de ir com ele quer à igreja de Rande ou à capela da casa dos Padres da Mata (Carmelitas), bem como ao café da Casa do Povo, por exemplo, ou onde fosse por vezes, mesmo que fosse a enterros, mas também a procissões, desde que fosse com ele. Tendo tido muito orgulho logo quando soube que era muito falado por ter feito a Sirene da Metalúrgica da Longra e não me esquecendo mais como num sábado ao final da tarde gostei de ver um papel grande que ele me mostrou, ao chegar do Porto, dizendo que lho tinham dado – sendo que era, como soube mais tarde e tenho agora ainda comigo, em lugar de honra do meu escritório, o seu diploma de vencedor do Prémio da Associação industrial Portuense… 

Tal qual, quando eu andava na escola primária, me lembro bem dum dia em que o Professor Freitas, em visita à escola da Longra como Delegado Escolar, em conversa com a minha professora e inquirindo os nomes de alguns alunos e nomes dos pais de cada qual, ao saber de quem eu era filho logo fez um grande elogio do meu pai, gabando o que tinha de obra feita na Metalúrgica e outras fábricas – deixando a professora D. Fernanda a olhar para mim, com olhos que gostei de ver. 

E tal como em pequeno eu gostava de ir com ele, mais tarde em grande já, gostava de ele andar comigo, como todos os domingos dávamos um pequeno passeio domingueiro, e quantas vezes noutros dias e ocasiões, dentro do possível, fomos a muito lado… 

Continuando agora, dentro do que sinto, a gostar dele andar no meu pensamento. Como hoje, que é o seu Dia de anos!

Armando Pinto

((( Clicar sobre as imagens )))

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Dia da Imaculada Conceição e antigo Dia da Mãe (8 DE DEZEMBRO)

Chegado o Dia Santo de 8 de dezembro, com o Natal a aproximar-se e mais se apertando seu encanto – das lembranças nas memórias de crianças – retorna também o significado das belezas de outrora na roda do ano, à chegada do antigo Dia das Mães, o Dia da Mãe, como era para mim por ser o dia da minha Mãe. Dia santificado também associado na História Pátria pela Proclamação da Imaculada Conceição como Padroeira de Portugal, conforme foi coroada pelo Restaurador da Nação D. João IV, em 1646. Tudo misturado (como que vendo em tempos de criança a minha mãe a misturar farinha e água para fazer pão caseiro em nossa casa) a completar coisa boa e bonita a nossos olhos da recordação. Como reluz ainda nas imagens da memória e posso recordar em coisas guardadas, entre o muito que o dia me faz ter mais saudades desses tempos em que podia ter a minha Mãe.

Armando Pinto

((( Clicar sobre as imagens )))

domingo, 5 de dezembro de 2021

Já fez 20 anos o livro de contos realistas “Sorrisos de Pensamento" – o 2º cá do autor…

(Também) Já fez 20 anos que foi apresentado e disponibilizado ao público o livro de contos realistas “Sorrisos de Pensamento: o 2º cá do autor – do qual se pode ainda recordar algo disso através de imagens de recortes do jornal Semanário de Felgueiras, de antes e depois da sessão de lançamento, como por fotografias de paginas alusivas dum álbum fotográfico pessoal. 

Armando Pinto

((( clicar sobre as imagenb )))