Espaço de atividade literária pública e memória cronista

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Memórias do mega passeio excursionista de todo o pessoal da Associação Casa do Povo da Longra, em 21 de Agosto de 2004… à Peneda!

O tempo passa mas as memórias ficam. Bem como passam as pessoas mas as instituições continuam e devem permanecer. Tal o exemplo duma inesquecível realização ocorrida a 21 de Agosto de 2004, ainda na gerência aqui do autor destas linhas à frente dos destinos da Casa do Povo do Povo da Longra. Como foi há 17 anos, já (pela conta deste lembrete de 2021, em que até coincide o dia em ser sábado, igualmente, neste ano em curso)… recordando-se o grande “Passeio” de toda a gente que se incluía e andava então nas atividades da Associação Casa do Povo da Longra. Como então fomos em inesquecível Excursão de convívio desde a Longra, passando por Guimarães, Arcos de Valdevez e Soajo, até ao santuário montanhoso da Senhora da Peneda, no cimo do parque natural da Peneda-Gerês.

Na ocasião foram 2 grandes autocarros cheios de passageiros de pessoal afeto à Associação Casa do Povo da Longra, indo todo o mundo devidamente esclarecido da essência de tal realização, conforme estava explicado no desdobrável panfleto escrito pelo presidente da instituição e que foi distribuído por todos os excursionistas logo à entrada nos autocarros, à saída da Casa do Povo da Longra.

Ocorrência essa que bem permanece nas boas recordações de muita e boa gente, quão faz parte da história da instituição Casa do Povo da Longra e das suas anexas seções, sendo que foi então toda a gente dos diversos departamentos que ao tempo existiam na casa, os Grupos do Rancho, dos Cavaquinhos, do Teatro e dos Fados, cujos elementos, mais os diretores e os associados que se quiseram associar, puderam assim confraternizar num dia pleno de convivência cultural e ambiental.

De tal dia, além de tudo o mais, ficaram as recordações impressas nas fotografias que cada um captou, como as que estão guardadas nos álbuns particulares do autor.

Armando Pinto

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Felgueiras festejou publicamente a vitória da equipa felgueirense e portista W52-FC Porto na Volta a Portugal em bicicleta / 2001

  

No final da tarde e pela noite do domingo 15 de agosto houve festa azul e branca também em Felgueiras, graças ao saboroso triunfo de Amaro Antunes e toda a equipa W52-FC Porto na oficial 82ª Volta a Portugal. A Grandíssima Portuguesa de 2021.

Depois das emoções vistas desde Viseu, à noite houve receção em Felgueiras, concelho do interior do distrito do Porto. Onde, nos Paços do Concelho de Felgueiras, foi publicamente assinalada a grande vitória da equipa W52-FC Porto, festejada então no concelho em que tem sede social e de onde são oriundos e laboram seus principais patrocinadores desta equipa felgueirense e portista campeã de Portugal!  

Em boa e nobre atitude do Executivo Municipal liderado pelo atual Presidente Nuno Fonseca, a que se associaram muitos munícipes felgueirenses que gostaram dessa ocorrência. 

Também lá estive, como não podia faltar! (Cuja presença aparece registada nestas fotos das páginas informáticas da Rádio Felgueiras e do Semanário de Felgueiras)

Tendo Felgueiras gratas tradições no ciclismo nacional, como aliás está expresso no livro "Ciclistas de Felgueiras", editado por iniciativa do autor (cuja publicação ocorrida no sábado 7 de março de 2020, na Biblioteca Municipal de Felgueiras, resultou então no último ato publico felgueirense antes das restrições do confinamento  derivado da pandemia Covid), houve mais uma vez  razão de manter essa tradicional ligação, desta feita pela grande vitória da equipa de ciclismo que está sediada em Várzea  onde, após a saída do autocarro e caravana dos ciclistas e seus acompanhantes do centro da cidade de Felgueiras, se desenrolou depois grande manifestação popular de regozijo, até por fim ter tido lugar na Refontoura um jantar de confraternização dos vencedores e seus familiares, no restaurante Caffé-Caffé, do amigo Vitor Carvalho (de cuja página do facebook se partilham as fotos correspondentes).

Uma vitória, esta, que é mesmo especial, no acerto das edições da Grandíssima Volta Portuguesa, sabendo-se que além das 82 edições numeradas, houve mais, como especialmente ainda há um ano a chamada Especial, por ter sido somente organizada pela Federação Portuguesa de Ciclismo e não pela empresa concessionária, devido à pandemia Covid. E o final foi emotivo por toda a envolvência, mediante as dificuldades lutadoras das equipas adversárias da mais forte equipa, que mesmo assim soube vencer. Sem haver atenuantes para a queda no contrarrelógio do segundo classificado, visto (apesar de estar a ser escamoteado da visão pública na comunicação regimental) no mesmo contrarrelógio final o Amaro ter sido vítima de um adepto “contrário” que o tentou amedrontar e quiçá tentar derrubar, colocando-se de supetão à sua frente na respetiva passagem… além de na véspera também ele, o Amaro Antunes, ter tido azar no percalço que o retirou na disputa da arrancada final da etapa do Monte Farinha.

Mas o que é bom é mesmo melhor, e o FC Porto mais uma vez deu essa grande alegria aos portistas como o autor destas linhas. Sim, a mim também que, após as emoções em casa diante do computador e por fim do televisor, estive depois à noite na receção, em Felgueiras, na sede de concelho da terra do “sponsor special” sr. Adriano Quintanilha, e já agora também do autor destas linhas e possivelmente até autor de alguma publicação também especial sobre ele…

Pois o que conta é mesmo isso, por mais que custe a quem desejava o contrário. Nomeadamente àqueles que esquecem quando Benfica e Sporting andaram associados a empresas e tiveram sedes das suas equipas de ciclismo nas localidades dessas empresas, andando agora com esfarrapados pretextos. Sendo de bradar até que um clube que tem uma roda de bicicleta no seu emblema não tenha atualmente ciclismo e o outro que se gaba de rei da selva não ser capaz de reinar no desporto que passa pelos sítios de toda a gente…!

Assim sendo, neste espaço de memorização felgueirista, regista-se a receção acontecida na noite de domingo na Câmara Municipal de Felgueiras e partes das reportagens dos jornais O Jogo e Jornal de Notícias da segunda-feira seguinte - mesmo sem os autores dos títulos e dos textos não conseguirem disfarçar certa azia... que até satisfaz mais quem está satisfeito!

- Do Jornal de Notícias:

(... nesta lista há um engano: em 1983 o Marco Chagas já não  correu pelo FC Porto, mas então sim pela nova e episódica equipa da Mako Jeans - cuja formação, criada através de fuga de ciclistas do FCP para essa nova equipa, com a época já a começar, originou depois o afastamento do ciclismo por parte do FC Porto, durante largo tempo).  

- Do jornal O Jogo:

Armando Pinto

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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Felgueiras deu sinal de início à 7ª Etapa da Volta a Portugal/2021 perante grande aderência popular

Em alegre manhã soalheira Felgueiras foi esta quinta-feira, dia 12, ponto de partida da etapa da Volta a Portugal que decorre neste mês de agosto. Despertando grande entusiasmo popular, bem patente na aderência de muita gente, e com particular destaque para muitos apoiantes do FC Porto. 

Também, lá estive, na zona de acesso à área restrita, graças a bons amigos que ainda vou tendo, felizmente. Tendo assim podido estar com amigos do meio do ciclismo, havendo desse modo mais uma vez estado com o amigo sr. José Luís Pacheco, antigo ciclista do FC Porto e atual Presidente da Associação de Ciclismo do Porto, além de ter podido cumprimentar o presidente da Federação, sr. Delmino, etc. Os quais, junto com o Vereador Municipal do Desporto de Felgueiras, sr. Joel Costa, fizeram as honras do início da etapa.

Embora sem ter conseguido desta vez estar com o amigo sr. Quintanilha, que só o pude ver à distância, acompanhado pelo Presidente do FC Porto, sr. Pinto da Costa, porque não chegaram depois a ser vistos na zona dos Staffs.

Deste dia, que é sempre especial, ficam como recordação as duas pulseiras oficiais que foram necessárias e o livro oficial da Volta, além de fotos alusivas.


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Claro que outros amigos por ali andavam, também, como vi naquele mundo de seu desporto, por exemplo, o amigo e antigo ciclista felgueirense sr. Joaquim Luís Costa. Conforme se pode ver por foto enviada por outro amigo, sr. Mário Pereira, que também juntou mais algumas panorâmicas captadas de seu ponto de visão local.   

Armando Pinto

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quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Felgueiras mais uma vez na Volta a Portugal, em grande no mapa da maior competição portuguesa de ciclismo!

A nossa terra de Felgueiras, mais extensivamente seu nome que no peito temos, é desta vez motivo de boa comunicação pelo país além. Como uma das metas de começo duma das etapas da Volta a Portugal em Bicicleta, a prova-rainha do desporto português, sendo o ciclismo o desporto que percorre o país, por onde as autarquias locais concelhias apoiam e patrocinam naturalmente tal realidade.  

Felgueiras felizmente associa-se assim mais uma vez a esse evento de grande atenção popular. Mesmo porque há uma grande tradição da modalidade das bicicletas de corrida ao ciclismo de competição, por estas bandas. Como está registado no livro “Ciclistas de Felgueiras”, publicado na primavera de 2020 (antes do surgimento da pandemia Covid). Com fundamentos que ganharam foros sobremaneira através das históricas metas volantes e particulares  de passagem da Volta a Portugal por Felgueiras em tempos idos, como entre célebres circuitos que em 1950 e 1951 tiveram pontos altos nos programas da tradicional Feira de Maio, trazendo a Felgueiras grandes Ases dos Pedais. De forma que ficou na memória a vitória do famoso Aniceto Bruno no Circuito de Felgueiras de 1951, na sua despedida de corredor. Enquanto, após e no rescaldo disso, apareceram também ciclistas felgueirenses valorosos, com destaque para Artur Coelho, que correu depois na Volta a Portugal de 1955 a 1961, apenas com um ano de interregno em 1957, na sequência de ter participado e vencido no Brasil a clássica 9 de Julho-Volta a São Paulo. E volvidos uns bons anos, com as metas de partidas e chegadas do Grande Prémio do Minho e sobretudo da Volta a Portugal. Como faz parte da boa memória coletiva felgueirense.

Nesta envolvência, sendo já esta quinta-feira, dia 12 de agosto, que Felgueiras tem mais um arranque da etapa da Volta a Portugal, registamos o facto com alusão à mesma etapa. E com recordação visual de Artur Coelho num dos anos em que vestiu a camisola amarela. O que ocorreu em diversas edições das Voltas em que participou. Sendo a correspondente foto  respeitante a 1956, em cujo início da Volta o felgueirense Artur Coelho foi o primeiro camisola amarela.


Além de Artur Coelho, ciclista que correu na Volta a Portugal diversas vezes e em provas importantes no estrangeiro, obviamente houve outros que chegaram a andar na Volta a Portugal, como Joaquim Luís Costa, Albino Mendes e Miguel Magalhães, tal como está historiado no referido livro. E atualmente é em Felgueiras a sede social da equipa W52-FC Porto.

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Assim sendo, mais uma vez Felgueiras é referência da Volta a Portugal. A prova, desta chamada Grandíssima Portuguesa, já na estrada entre 4 e 15 de agosto, tem então a sua sétima etapa, dia 12 de agosto, entre Felgueiras e Bragança. Vendo-se sair da terra do pão de ló o pelotão inicialmente formado por 19 equipas, mas agora já encurtado por diversas desistências e abandonos forçados devido ao Covid. Contando com formações continentais e estrangeiras.

12 Agosto: 7.ª Etapa: Felgueiras - Bragança, 193.2 km (PARTIDA - 12H00 FELGUEIRAS / CHEGADA - 17H15 BRAGANÇA).

Armando Pinto

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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Eng.º Pedro Sousa – novo e de novo presidente do Rotary Clube de Felgueiras

A notícia já era de conhecimento público, pois tinha sido divulgada pelas redes sociais, nomeadamente no facebook, mas é de registar, agora através da recente publicação no jornal Semanário de Felgueiras. Tal o caso do Engenheiro António Pedro Noronha Sousa, natural da Longra e residente na cidade de Felgueiras, ter passado a desempenhar o cargo de Presidente do clube dos Rotários de Felgueiras, como popularmente é mais conhecido o Rotary Clube de Felgueiras.

Ora, neste período pré eleitoral, de aproximação das eleições autárquicas, em que na comunicação social predominam temas desse assunto, e até alguns jornais privilegiam essa tendência episódica, quando aparecem coisas diferentes e de interesse há atenção diferente também, como no caso em apreço. Embora a função do novo presidente nem seja nova, atendendo a na rotatividade de lugares, no mesmo organismo, já o Pedro Sousa, meu amigo, conterrâneo e colega de infância, tenha desempenhado esse mister de outras vezes, com espaços de permeio no tempo. Sendo contudo mais um ato de reconhecimento de sua ação de cidadania e valor pessoal.

Armando Pinto

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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Lembrando… de vez em quando: a vez em que o FC Felgueiras esteve na 1.ª Divisão Nacional

Em plena Primavera de 1995, a 28 de maio, o histórico Futebol Clube de Felgueiras alcançava enfim a maior subida de divisão, chegando à então 1.ª Divisão Nacional de futebol. Tendo na época desportiva de 1995/1996 estado entre os melhores clubes portugueses.

Agora que o sucessor FC Felgueiras 1932 também está num bom patamar nacional, alcançado recentemente lugar na Divisão / Liga 3 Nacional, apraz recordar o anterior maior feito do futebol felgueirense, entre recordações de vez em quando aqui aprazíveis de recordação.

Assim sendo recorda-se tal facto, primeiro através da histórica fotografia que captou o momento do golo que consumou a subida de divisão, no último jogo de 1994/1995, contra o Estoril. Foto que depois e entretanto foi incluída num “reclame” distribuído publicamente por uma empresa com loja comercial na cidade de Felgueiras...

… E, depois, fazendo resumo historicamente estatístico sobre a memoranda participação do “Felgueiras” no Campeonato da 1.ª Divisão de 95/96, recorda-se tudo isso através do que foi publicado na revista anual do jornal O Jogo, edição de Julho de 1996.

ARMANDO PINTO

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