Espaço de atividade literária pública e memória cronista

sábado, 24 de julho de 2021

Adereços de sensibilidades telúricas…

… de “coisas” boas que despertam sensibilidades da terra… Quanto à região mais representativa e à de identidade local-concelhia, para quem sente o que é seu e de significância própria, sem andar no mundo por ver outros, nem seguir o que querem lavagens cerebrais de regimes vigentes.

Armando Pinto

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quinta-feira, 22 de julho de 2021

FC Felgueiras 1932 na crista da onda da pré-época à Liga 3 Nacional

Com orgulho e interesse desperto, vimos esta quarta-feira o televisivo Canal 11 transmitir uma bela reportagem dedicada ao FC Felgueiras 1932. Com olhos bem atentos vendo Felgueiras em lugar de destaque, no âmbito da apresentação dos clubes que disputarão a nova Liga 3 do futebol nacional, através do referido meio da televisão federativa.

Nesse mote da atualidade futebolística de entusiasta felgaridade, vem acima da atenção, de novo, antiga afeição por tal representatividade concelhia. Lembrando, a propósito, recordações que falam dessa afinidade, como adepto felgueirista.

Força Felgueiras!

Armando Pinto

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terça-feira, 20 de julho de 2021

FC FELGUEIRAS 1932 na história do futebol português, na junção dos pioneiros da nova Liga 3 Nacional

 

Está já definido o calendário da nova época futebolística também para a nova divisão nacional que se passa a chamar Liga 3, ao género da antiga 3ª Divisão Nacional. Em cuja nova categoria está incluído o Felgueiras, o Futebol Clube de Felgueiras 1932, recentemente classificado para integrar esta nova divisão, agora existente após diversas experiências de divisões e subdivisões, com clubes hoje distribuídos por divisões de Ligas Nacionais e Distritais.

Assim sendo, o FC Felgueiras, atualmente chamado FC Felgueiras 1932, como se sabe, depois que já esteve nas mais diversas divisões regionais e nacionais, tendo atingido cume na antiga 1ª Divisão Nacional em 1995/96 ainda na estrutura do antigo FC Felgueiras, volta a fazer história como um dos primeiros integrantes da novel Liga 3, incluído na respetiva Série A – sendo que este campeonato tem duas series, A e B (correspondentes a NORTE e SUL), das quais serão apurados para uma seguinte fase os que disputarão a subida de divisão e os que terão de fugir aos lugares de descida.

Desta realidade fixamos aqui e agora o calendário para a primeira fase de 2021/22, sorteado ontem, na segunda-feira dia 19, conforme a publicação respetiva no jornal O Jogo desta terça-feira, 20 de julho.

Armando Pinto

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domingo, 18 de julho de 2021

Há 43 anos... especialmente!

Há 43 anos, já na madrugada da terça-feira dia 18 de julho de 1978, ao faltarem 5 minutos para as 4 da manhã, nascia o meu filho, o meu primeiro rebento. Após a minha esposa ter sido internada ao final da tarde da segunda-feira, no Hospital da Misericórdia de Lousada, do concelho vizinho ao meu, tendo eu ido com ela e lá ficado a acompanhá-la em quarto particular, após recomendação dum médico meu amigo, lá de Lousada, com quem eu trabalhava como assistente administrativo no “Posto Médico” em que ele era médico de família (embora ainda o nome usual da categoria entre utentes não fosse esse). Aliás o parto foi então em Lousada precisamente por confiar muito nesse médico, o Dr. Afonso (sem acrescentar o seu apelido familiar, pois não sei se ele gostará, bastando dizer que foi um histórico jogador de futebol do Lousada e era e é Portista). Tendo a escolha hospitalar recaído assim por através dele eu ter sabido que o serviço era muito competente. Juntando o útil ao agradável, por Lousada ser terra de que sempre gostei muito, desde que lá andei a estudar no Externato Eça de Queirós. Coisas que se adiantam aqui para explicar algo que depois aconteceu numa notícia amiga.

Ao tempo eu era colaborador do jornal O Porto. E para o hospital, para me entreter até que houvesse novidade, levei alguns jornais e também o jornal O Porto saído a público nessa semana, que inclusive continha um artigozito meu. Ora, por via disso, chegada depois a notícia à redação do jornal, que era quinzenal, volvido algum tempo saiu a público n’ O Porto uma notazinha contendo essa referência, com apresentação de felicitações e de permeio formulando votos de mil venturas ao novo portista, além de indicação de ter nascido no hospital de Felgueiras (naturalmente por dedução do concelho da minha naturalidade ou por terem visto na inscrição de sócio do FCP ter ficado registado civilmente como natural da minha terra, também; e daí a explicação anterior). Acertando porém em cheio no resto, obviamente, mais no facto de ser mais um Portista, que passados dias foi feito sócio do clube (logo que me pude deslocar ao Porto, pois na época era tudo ainda muito diferente, sendo preciso mandar foto e assinar a papelada, etc, e tal, o que não permitia mais celeridade a quem residia algo distante). Passando então a existir um Portista que ficava a ter os dois nomes próprios relacionados com dois personagens que eu admirava e com quem mantinha alguns contactos do mundo azul e branco.

Passaram-se já 43 anos, que nesta data serão festejados felizmente em família. Enquanto para aqui recordo a curiosidade difundida nesse verão de 1978, com transporte da noticiazinha, publicada então cerca de um mês depois (no jornal de 23-8-78, à página 8), mais o cabeçalho do jornal da semana correspondente, que esteve comigo no hospital da maternidade em que meu filho nasceu.

Armando Pinto

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quarta-feira, 14 de julho de 2021

Na proximidade de mais uma passagem da Volta a Portugal por Felgueiras - Memórias da “Grandíssima Volta Portuguesa” através do Boletim Municipal

Tempos houve em que o mês de agosto por estas bandas felgueirenses era mais associado à chegada e estada de grande número de visitantes regressados à terra de origem, os chamados emigrantes e imigrantes, conforme suas residências no resto do ano no estrangeiro ou noutras terras do próprio país. Enquanto agora vai havendo alguma transformação, mediante as condicionantes e mudanças da vida. À falta de grandes chamarizes turísticos, para lá do habitual cardápio da Rota do Românico, extensivo aos concelhos vizinhos, além do monte de Santa Quitéria. E pouco mais. Podendo futuramente começar Felgueiras a ser mais local de paragem turística com a dotação do Museu do Concelho de Felgueiras, quando tal se tornar realidade. Enquanto isso, a época de veraneio vai decorrendo em modos de vivências particulares, entremeando com algumas ocorrências populares. Como foi ainda por estes dias perante as provas desportivas de Natação e Atletismo que tiveram lugar em Felgueiras. Como será proximamente com o ciclismo nos inícios de agosto, diante de mais uma etapa da Volta a Portugal em bicicleta.

Volta a Portugal que é um acontecimento de grande atração popular desde há muitíssimos anos, a pontos de nem ser necessário muito para descrever o seu significado, bastando referir a prova como “A Volta” e fica tudo dito.

Na proximidade desse grande acontecimento, recordamos aqui algumas das anteriores passagens da “Volta" por Felgueiras, mediante o que ficou registado, ao longo dos anos, nas diversas séries do Boletim Municipal da Câmara de Felgueiras.  

Assim sendo, desta feita relembra-se a ligação de Felgueiras à “Grandíssima Volta” que esteve e saiu de Felgueiras em 2018 a 11 de agosto. Como foi depois anotado no Boletim “Atualidade” Municipal de dezembro seguinte.



Armando Pinto

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terça-feira, 13 de julho de 2021

No 31.º aniversário… Relembrança da elevação de Felgueiras a cidade e Barrosas a vila

A 13 de julho de 1990 Felgueiras foi elevada a cidade e Barrosas a vila.

Completando-se mais um ciclo da elevação das 4 áreas urbanas do concelho de Felgueiras, e após devidas comemorações na Lixa (21 de junho) e agora (13 de julho) em Felgueiras e Barrosas, tendo apenas faltado mais uma vez comemorações oficiais na Longra (1 de Julho), assinala-se e relembra-se também aqui o facto.

Assim, na calha do 31.º Aniversário correspondente a Felgueiras e Barrosas, recorda-se o que ao tempo foi registado no jornal Notícias de Felgueiras, existente à época e onde o signatário colaborava nesse tempo. Sendo desse dia marcante da história do concelho a publicação saída na edição seguinte do referido periódico felgueirense:

Armando Pinto

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sábado, 10 de julho de 2021

Prof. Dr. Abel Tavares galardoado com medalha de mérito portuense, a título póstumo, como professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

 

Sob a presidência do Dr. Rui Moreira, líder da autarquia portuense, e na presença de vereadores municipais, mais representantes das várias forças políticas municipais, e ainda a comissária europeia, além de outras individualidades, decorreu no início deste mês de julho a entrega das medalhas da cidade do Porto, Medalhas Municipais de Honra, Mérito e Bons Serviços, deste ano e do anterior, em dose dupla, devido à pandemia. Sendo então, mais uma vez, reconhecidos méritos individuais e coletivos que, no presente e no passado, «contribuem para o prestígio de uma cidade invicta e resiliente.»

«A sessão cumpriu a tradição e voltou à Casa do Roseiral, nos jardins do Palácio de Cristal, ao final da tarde da sexta-feira», dia 9 de julho deste ano 2021.

Este ano, além de duas Medalhas de Honra da Cidade, e ainda a nível interno da autarquia quatro Medalhas Municipais de Bons Serviços, foram também atribuídas quatro dezenas de medalhas de Mérito Municipal, em lista alargada contando com 2020. Entre cujos galardoados foi distinguido, a título póstumo (e assinalando o seu centenário natalício, do ano transato), o professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Dr. Abel Sampaio Tavares – eminente figura da medicina nacional e personagem conhecido dos meios portuenses e felgueirenses. O qual, Abel José Sampaio da Costa Tavares, nascido a 28 de setembro de 1920, em Ruilhe-Braga, e falecido no Porto a 14 de dezembro de 2013, teve ligações a Felgueiras como proprietário da Casa do Souto de Baixo, na Pedreira, e como Presidente da Assembleia Geral da Cooperativa Agrícola de Felgueiras durante alguns anos.

O Prof. Dr. Abel Tavares já havia sido incluído num artigo do autor destas linhas, há alguns anos publicado no jornal Semanário de Felgueiras; e igualmente integra memórias alusivas numa crónica deste blogue em “Médicos de renome com ligações felgueirenses”.

Armando Pinto

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