Na edição do Semanário de Felgueiras de sexta-feira 11 de
dezembro:
Armando Pinto
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Na edição do Semanário de Felgueiras de sexta-feira 11 de
dezembro:
Armando Pinto
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Estava à vista a Primavera, com mais um ciclo da vida da natureza a rejuvenescer, em março passado. Mas foi mesmo um vislumbre passado, depressa tudo se transformou e os tempos seguintes de sol do fortalecimento natural foram passados na penumbra do confinamento, provocado pela pandemia abatida sobre no mundo, por quanto se abateu no nosso mundo. Chegou depois a Páscoa, época de fortes sentimentos da vitória da vida sobre a morte, mas dessa vez foi como se tudo estivesse de crepe roxo em acabrunhada paixão. De permeio o verão teve alguma abertura, mas depressa voltou com o outono a cair a folha anímica, no retorno do isolamento, na esperança de evitar males maiores, evitando a propagação da moléstia. Chega agora o Natal, e é mesmo necessário um revigoramento ambiental, na propícia magia natalícia. Há muito que não conseguimos viver como necessitamos, mesmo. E temos mesmo também de ter connosco quem tanto queremos.
- Venha de lá esse abraço, Natal!
Armando Pinto
Está feito o Presépio cá de casa.
Porque não sou muito de fazer as coisas à pressa, nem com muita antecedência, chegou este domingo a ocasião propícia de “fazer o presépio” de família. Na linha tradicional, à maneira clássica. Dentro da tradição, que desde tempos de outrora já vem. Como me lembro e procuro recriar. Tal qual tem sido feito na família, desde os tempos dos filhos e agora dos netos.
Obviamente ainda muito a tempo, porque como é para
ficar até aos Reis, vai estar dentro de nosso ambiente tempo suficiente.
Assim, a quase duas semanas do Natal, pode-se dizer que já
se vislumbra o Natal. Ansiando reunir a família mais chegada, para finalmente
podermos apertar quem muito queremos. Na magia do Natal, que será sempre o Nosso
Natal.
Está pois, agora com o presépio familiar já feito, o Natal mais
à vista!
Armando Pinto
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A propósito da evocação sobre o primeiro Seminário de formação da Ordem Vicentina em terras de Felgueiras, referente à crónica publicada no Semanário de Felgueiras de sexta-feira 4 deste mês de dezembro e artigo partilhado neste espaço, há a acrescentar, agora para atenção daqui, entre mais curiosidades, que um dos primeiros alunos daquela mesma Escola Apostólica de Jugueiros era da Longra. Tendo esse mesmo sido um dos que dessa primeira formação vicentina chegaram a padres.
Esse mesmo antigo Seminarista e depois Padre João Dias de Azevedo é pois um dos primeiros formandos Vicentinos, que foram imortalizados na fotografia que se publicou, através do que está impresso no boletim Mensageiro de S. Vicente de Paulo, edição de janeiro de 1949.
Trata-se do Padre João Das de Azevedo, de família que tinha
casa na Longra, onde hoje é a Rua da Figueira. Do qual consta sua biografia no
Boletim Mensageiro de S. Vicente de Paulo, em seus números 42 e 59, conforme
anotação do falecido Padre Horácio no seu livro “85 Anos 1932-2017 Padres Vicentinos em Pombeiro”.
Ora, desse conterrâneo Padre Azevedo, referido também no
livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, publicado em 1997,
se recorda o facto de ter sido ordenado em 1939 e celebrado sua Missa Nova em Rande
em Agosto do mesmo ano, com gravuras do “santinho” de sua ordenação ocorrida no
Porto.
Armando Pinto
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Armando Pinto
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Já não bastava a iluminação pública na Longra estar fraca,
com vários espaços escuros e inclusive o Largo com o candeeiro central apagado…
Agora até a iluminação decorativa da época de Natal é quase só para uma área de
comércio e pouco mais.
Ora... Ando para tentar fotografar umas imagens da fraca iluminação
natalícia no centro da Longra (pois no resto nem há) mas com o confinamento era-Covid e o
frio das noites nem tenho tido apetite de sair de casa. Mas aquilo está tão desinteressante
que o melhor é nem ver muito, pois o que os olhos não virem o coração não sente…
Então a Longra é só na parte da frente dos dois prédios
novos, o Edifício Nova Longra e o Edifício Vila da Longra? É que somente ali é que
estão colocadas algumas peças decorativas de iluminação, mas tudo junto; e depois
apenas no Largo há uma peça e na rotunda uma outra, essa em arremedo de metálica árvore iluminada. Não seria muito melhor serem
distribuídas as decorações pelo seguimento das ruas? Em vez de estarem todas
juntas na parte nova, num só sítio, com grande espaço de intervalo sem nada entre as outras…
partes isoladas?!
Não se sabe obviamente quem deu ou dá as indicações para o
caso, podendo os autarcas nem terem dado tal ordem, mas o facto é que é assim que
está e se vê!
Não deve ser para o povo não ter vontade de sair à rua, para ninguém andar fora de casa, neste tempo, pois nas cidades e noutros pontos do
concelho está tudo bem melhor distribuído. Enfim.
Salva-se na Longra, por estes dias, assim, a colocação a
nível particular duma recriação de presépio na rotunda, por iniciativa da Associação
dos Cicloturistas da Felgueiras, que têm sede no edifício da Associação Casa do
Povo da Longra.
Armando Pinto
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– 8 de dezembro, dia santificado como Solenidade da Imaculada
Conceição, proclamada em 1646 pelo rei da Restauração Portuguesa, D. João IV,
como Rainha Padroeira de Portugal. Cujo dia, durante muito tempo e até há ainda
relativamente pouco tempo, era Dia da Mãe, de todas as mães. Sendo assim um dia
de muitas e ternas recordações. Como estes “santinhos” foram pagelas que há uns
bons anos eu e meu irmão Fernando oferecemos a minha mãe, com dedicatória… num
dia 8 de dezembro, de saudosa memória.
Armando Pinto
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