Dizem que por vezes a história se repete, ou pelo menos tem parecenças
nalgumas analogias que se deparam no decorrer dos tempos. Como quem diz haver fases
que se comunicam, por ciclos da vida. Tal o que por tradição sucede na Longra,
onde sempre houve dotações institucionais, entre existências que nasceram e
desapareceram mas depois voltaram a ter sucessoras, como que se erguendo essas
realidades costumadas.
Ora, tanto como uma terra se define pelo seu património
físico e humano, e extensivamente se pode ufanar de dotações próprias, também na
Longra sempre houve dessas instituições, de variada espécie, como foi o exemplo
da pratica desportiva associada a organismos locais. A pontos de ter havido tradição
de basquetebol, modalidade desportiva cujo exercício se estendeu por diversas equipas
da Longra, ao longo dos anos. Desde uma remota equipa do Sport Clube da Longra,
passando por outras, de permeio, até uma equipa de basquetebol de Casa do Povo e
outra mais duradoura da MIT/Metalúrgica da Longra.
Não vamos aqui esmiuçar a história desses clubes, de tais
equipas e suas filiações, pois que isso e muito mais está descrito pormenorizadamente
e ilustrado no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”,
publicado em 1997 (há cerca de dezassete anos, já, portanto, e há muito esgotado), ou seja, à mão de
quem então o quis obter e tem. Bem como algumas fotografias dessas formações já
foram publicadas em anteriores “posts”, neste blogue. Assim sendo, desta vez, apenas
agora recordamos a existência duma das últimas versões dessa existência de outrora, do “basquete” na Longra, através de lembrança dum artigo, ornado com
interessante foto, constante no antigo “Boletim Mit” - o jornal que chegou a
haver representativo da Metalúrgica da Longra… Uma outra dotação que em tempos
houve por aqui, também, cuja memória felizmente temos preservada em nosso
arquivo particular.
Armando Pinto
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