Eis mais um capítulo da “Visita à Hemeroteca de Felgueiras” no Semanário de Felgueiras, em sua edição da sexta-feira 1 de outubro. Relativo aos anos de 1888 e 1889 … ” - por Mário Pereira:
AP
Eis mais um capítulo da “Visita à Hemeroteca de Felgueiras” no Semanário de Felgueiras, em sua edição da sexta-feira 1 de outubro. Relativo aos anos de 1888 e 1889 … ” - por Mário Pereira:
AP
Na área da união das freguesias da Longra (Pedreira, Rande e
Sernande): O Padre Abílio Barbosa deixa de ser Pároco da Paróquia da Pedreira,
passando a mesma a ter como pároco o Padre João Manuel Oliveira da Costa (da Ordem
Carmelita), e como Vigário Paroquial o Pe. Sócio José Bernardo (OC, também), «observado
o estabelecido no cân. 682 §1, Pároco e Vigário Paroquial de Pedreira (Stª
Marinha)», respetivamente.
Esse referido Cânone, no “Código de Direito Canónico”, diz
textualmente (no LIV. II — Do povo de Deus”:) Cân. 682 — § l. Se se tratar de
conferir a um religioso algum ofício eclesiástico na diocese, quem o nomeia é o
Bispo diocesano, sob a apresentação ou ao menos com o assentimento do Superior
competente.»
Desta forma, alguns dos sacerdotes que estavam como párocos
há já umas dezenas de anos em suas comunidades paroquiais, são colocados
noutras, na usual alternância que é normal na vida religiosa diocesana. Como no
caso do Padre Abílio, que (após sua ordenação em 1983) se mantinha na Pedreira
e em S. Jorge de Várzea desde janeiro de 1984, há 37 anos. E, após curta passagem também
como pároco de Rande e Sernande de 1990 a 2000, e ainda também em S. Cipriano
da Refontoura algum tempo, acumulou depois com Pedreira e Várzea a grande
paróquia de Santa Maria de Airães, a partir de 2008.
= O Padre Abílio junto ao autor deste blogue e do livro que
então estava a ser apresentado publicamente – na sessão do livro sobre S. Jorge
de Várzea, edição da mesma paróquia, em 2006.
~~~ *** ~~~
A notícia chegou por via da página de facebook do jornal Voz Portucalense:
«O bispo do Porto publica nomeações neste mês de setembro sublinhando que “são de valorizar as Unidades Pastorais que conjugam uma certa identidade sociocultural das populações”.
No seu zelo pastoral, os Párocos são os primeiros a dar-se conta da necessidade da redistribuição de funções canónicas em benefício dos fiéis, “para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10, 10). Nas atuais circunstâncias, são de valorizar as Unidades Pastorais que conjugam uma certa identidade sociocultural das populações a servir com as disponibilidades dos Pastores já presentes nessa zona.
Enquanto, de seguida também pela página do Semanário
de Felgueiras, chegou comprovação, a confirmar o que andava no ar, entre as populações da região:
«O Bispo do Porto procedeu a diversas alterações nas Paróquias da Vigararia de Felgueiras.
O assunto vinha a ser falado entre paroquianos e agora foi confirmado com o comunicado oficial da Diocese, emitido esta quinta-feira à tarde.
Assim, o Padre Abílio Barbosa passa a ser o Pároco de Borba de Godim, Vila Cova da Lixa e Macieira da Lixa.
O Padre Joaquim Carneiro, que estava há 21 anos na Lixa, passa a ser o Pároco de Várzea e Varziela.
Já o Padre André Ferreira deixa a Paróquias de Macieira da Lixa para orientar as de Airães e Vila Verde, mantendo os múnus anteriores.
Na Pedreira, o Padre João Costa assume a Paróquia, rendendo o Padre Abílio Barbosa. Nesta Paróquia, o Padre Sócio José Bernardo foi nomeado Vigário Paroquial.
Mas há mais alterações. O Padre Carlos Felgueiras foi nomeado Pároco de Pinheiro e o Padre Mário Abel Duarte, passa a ser Pároco de Vila Verde, Moure e Refontoura, tarefas que acumula com a missão de Vigário Paroquial de Airães.
O Padre Francisco Rodrigues deixa Varziela e continua a orientar a Paróquia de Unhão.
Em Margaride, Torrados, Sousa, Vizela S. Jorge, Vila Fria, Lagares, Revinhade, Idães, Sernande, Rande, Friande, Caramos e Jugueiros, não há alterações.»
= O Padre Abílio Barbosa numa celebração de alguns membros do clero felgueirense na igreja
nova da Lixa com o ao tempo bispo diocesano D. Armindo Lopes Coelho. Estando o Padre Abílio ao
lado do seu antecessor na Lixa.
«Eis as alterações:
Vigararia de Felgueiras
Pe. Abílio António Leal Coelho Barbosa, Pároco de Borba de Godim (S. Miguel), Macieira da Lixa (Stª Leocádia) e Vila Cova da Lixa (S. Salvador), sendo dispensado dos múnus anteriores.
Pe. André Daniel Leite Ferreira, Pároco de Airães (Nª Senhora) e Vila Verde (S. Mamede), dispensado do múnus de Pároco de Macieira da Lixa (Stª Leocádia) e Pinheiro (S. Tiago), mantendo os restantes múnus.
Pe. Carlos Armindo Oliveira Felgueiras, Pároco de Pinheiro (S. Tiago), mantendo os restantes múnus.
Pe. Francisco José Rodrigues (OC), observado o estabelecido no cân. 682 §2, dispensado do múnus de Pároco de Varziela (S. Miguel), mantendo os restantes múnus.
Pe. Francisco Sabino Duarte (CM), observado o estabelecido no cân. 682 §2, dispensado do múnus de Vigário Paroquial de Varziela (S. Miguel), mantendo os restantes múnus.
Pe. João Manuel Oliveira da Costa (OC), observado o estabelecido no cân. 682 §1, Pároco de Pedreira (Stª Marinha).
Pe. Joaquim Pinto Carneiro da Costa, Pároco de Várzea (S. Jorge) e Varziela (S. Miguel), sendo dispensado dos múnus anteriores.
Pe. Mário Abel da Costa Duarte, Vigário Paroquial de Airães (Nª Senhora), Moure (Divino Salvador), Refontoura (S. Cipriano) e Vila Verde (S. Mamede).
Pe. Sócio José Bernardo (OC), observado o estabelecido no
cân. 682 §1, Vigário Paroquial de Pedreira (Stª Marinha). »
~~~ *** ~~~
Mantém-se então em S. Tiago de Rande e S. João de Sernande
(além de Santa Maria de Idães) o Padre Manuel Joaquim Costa Ferreira.
Armando Pinto
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Nessa amplitude, em que tudo o que é felgueirense atrai quem
sente felgueirismo, apraz elevar essa mística em moldes também deveras
sensíveis. Elevando, além da altura da elevação do terreno desse local, mais
ainda pelo que o mesmo representa na unidade concelhia.
Assim sendo, num espaço destes, qual cantinho de enaltecer
temas da região do autor, através de escrita própria, incluindo motes
relacionados com o concelho pátrio (pois a Pátria é a terra que nos viu
nascer!), caberá de quando em vez, como complemento, vincar mais qualquer
motivo pouco usual na nossa atividade literária. Como desta feita nos lembramos
de acrescentar, num acrescento relativo. Quão no caso dum poema dedicado a
Felgueiras. Derivado a uma menção feita numa revista de poesia, corria o ano de
1996. Sendo que o autor prefere mesmo a prosa de modo poético, a respirar espírito
de poesia, mas ao correr da escrita, sem restrições métricas nem talhe de rima.
Embora sem voltar costas a esse estilo, ainda que muito raramente, quando calha.
(Não por não sentir afinidade, mas por não estar à altura da boa poesia. Sendo o
autor apologista da poesia melodiosa, com mensagem que se entenda, rimada e
detentora de outros atributos das regras comuns. )
Ora, entre escasso material poético pessoal, houve um poema
publicado em 1986 no jornal Notícias de Felgueiras, desde logo destinado a
incluir o início do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”
– sobre Felgueiras. Poema esse que mais tarde, passados cerca de 10 anos, uma
publicação vocacionada a tal campo literário, a revista “Poetas de Todos os
Tempos”, incluiu na sua edição de Junho de 1996.
De tal raridade, em todos os sentidos junta-se visualização da capa (no início deste artigo) e a respetiva página, a seguir, sem pretensiosismos, mas apenas como registo, para constar.
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Pode perder-se na poeira da memória dos tempos, mas há provas escritas de efetivamente em 1928 ter havido uma corrida com percurso do Porto até Felgueiras, retornando ao Porto. Cujo itinerário se alongou pelas estradas daquele tempo ao longo de 117 quilómetros, que foram então percorridos pelos ciclistas em cinco horas e tal. Havendo ao tempo duas categorias de corredores, Fortes e Fracos. Saindo então vencedor o “Forte” Manuel Nunes de Abreu, do FC Porto.
A notícia dessa realização também já por algumas vezes havia
sido entretanto referida pelo autor destas linhas em diversas publicações, porque
estava referenciada num dos volumes da “História do Futebol Clube do Porto”, por
Rodrigues Teles (nos anos 1950), e também numa das pequenas revistas das
Seleções Desportivas (de 1978) sob título “A Vida do Grande Clube Nortenho”, em
textos de Luís César. Aumentando a informação com a chegada de imagens duma
publicação dessa era, do “Almanaque de Sports 1929”, contendo dados
desportivos do ano de 1928 – cujo original faz parte da coleção do amigo Paulo
Jorge Oliveira, do Porto, através do qual chegou o respetivo conhecimento com o
envio das mesmas imagens.
Foi então vencedor dessa grande prova o ciclista portuense
Manuel Nunes de Abreu, a correr pelo F C Porto, o qual em 1927 ficara em 2º
lugar na Iª Volta a Portugal. Ocasião em que foi fotografado junto com os 1º e
3º classificados da Grandíssima Portuguesa, conforme a imagem que chegou à
posteridade.
O “Almanaque de Sports” em 1929 ia no terceiro ano de
publicação, em sua 3.ª edição, sob a direção de Oliveira Valença, com
desenho de capa da autoria de António Cruz Caldas (caricaturista fundador do
jornal “Sporting”, da cidade do Porto. Jornal cujo título tinha o significado
de “Desportivo”, conforme a tradução literal do termo inglês). E o ciclista
vencedor do Porto-Felgueiras-Porto, no mesmo ano de 1928 havia também ganho o
1.º Circuito do Cávado, mais o Campeonato Distrital, na categoria dos Fortes,
conforme se pode ver também pela mesma página das provas oficiais constantes do
Calendário Regional de 1928, da área portuense, em que participaram equipas do
Norte e do Sul.
Por tal publicação de 1929, desse anuário que em linguagem
atual seria Almanaque dos Desportos, fica-se com dados do próprio tempo. Ficando-se
a saber da existência desse grande circuito corrido entre o Porto e Felgueiras,
com retorno à Invicta, sendo Felgueiras referência do mesmo trajeto, até onde
foram os ciclistas, de modo que o próprio nome da prova continha a indicação:
Porto-Felgueiras-Porto. Prova que teve como organizador o C.C. R. Meio (Clube
de Ciclismo de Ramalde do Meio), da cidade do Porto. Tendo sido vencedor o
ciclista do FC Porto Manuel Nunes Abreu, que gastou 5 horas e seis minutos (5,
06 h) ao completar em 1º lugar os 117 km, em Fortes, enquanto em Fracos foi
vencedor Manuel Gomes, do Boavista, chegado à meta 21 minutos depois, em cinco
horas e 27 minutos (5, 27 h) – como se verifica pelas imagens da página respetiva
e ampliação da linha do local informativo correspondente.
Armando Pinto
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As Eleições Autárquicas de 2021, realizadas este domingo passado (26 de setembro), ficam como mais um marco da história local. Resultando do sufrágio popular de mais este ato de eleições livres que o povo se pronunciou, tendo por via disso, no concelho de Felgueiras e para o Município, Nuno Fonseca sido reeleito presidente da Câmara de Felgueiras, José Campos reeleito para presidente da Assembleia Municipal e Lúcia Ribeiro eleita presidente da Junta da união de freguesias da área da Longra (Pedreira, Rande e Sernande), com maioria absoluta.
O Sim Acredita conseguiu uma vitória concludente em toda a linha nas eleições deste domingo, infligindo uma pesada derrota à Coligação PSD-PPM. A Coligação de Nuno Fonseca venceu nos polos urbanos e em quase todas as freguesias do concelho na votação para a Câmara Municipal. Tendo no polo urbano da Longra, integrante da união de freguesias vigente de Pedreira, Rande e Sernande, sido também a candidata do Sim Acredita, Lúcia Alexandra Sampaio Valente de Melo Ribeiro, a grande vencedora.
= Panfletos da campanha eleitoral - manidfestos recebidos em casa, na caixa de correio...
Com efeito o povo disse de sua justiça pela manifestação através do voto, depositando suas esperanças e anseios em quem elegeram por maioria. Como até o autor deste blogue também apoiou as candidaturas que, por sinal, acabaram vencedoras.
Aliás, numa exceção a outras vezes em que não tem sido vulgar tornar público quaisquer apoios de índole pessoal, ao longo dos anos. Como sinal que desta feita havia confiança plena e vontade de marcar também posição, ante outras possibilidades.
= Apresentação dos candidatos da região, conforme publicação no Semanário de Felgueiras de sexta-feira 24 de setembro.
Resultados gerais:
UNIÃO DE FREGUESIAS DE PEDREIRA, RANDE E SERNANDE
Inscritos - 2984
Votantes - 1801
(Votos) Brancos - 38
Nulos - 31
Abstenção -1183
Percentagem de Abstenção % - 39,64%
PCP-PEV (CDU) - 156
Sim Acredita - PS/Livre – 928: 5 eleitos
Juntos por Felgueiras - PSD/PPM – 648: 4 eleitos
Total de Votos - 1801
CÂMARA MUNICIPAL:
Sim Acredita - L/PS - 7 eleitos - 22.074 votos - 67,89%
Juntos por Felgueiras - PSD/PPM - 2 eleitos - 7.057 votos - 21,71%
Chega - 639 votos - 1,97%
PCP-PEV (CDU) - 607 votos - 1,87%
CDS/PP- 606 votos - 1,86%
IL- 480 votos - 1,48%
Abstenção - 37,14%
(19.208 de 51.721)
Brancos - 1,93%
(628 de 32.513)
Nulos -1,30%
(422 de 32.513)
Para a ASSEMBLEIA MUNICIPAL (abreviando): Com pequenas diferenças, os resultados foram idênticos em números e percentagens. Daí resultando que fica o Sim Acredita-L/PS com 20 mandatos (mais 17, das presidências de Junta) e o Juntos por Felgueiras-PSD/PPM com 7 (mais 2 de presidentes de Junta), enquanto as restantes coligações e pequenos partidos (PCP-PEV, CDS-PP, CH e IL) não elegeram ninguém.
A realização da FELMOSTRA – Mostra das Potencialidades do
Concelho de Felgueiras e Feira do Vinho Verde, ocorrida de 1986 até 1991 e anualmente
em finais de junho de cada um desses seis anos, a coincidir com o ambiente das
festividades do S. Pedro de Felgueiras, foi algo que marcou a época em que a
sede concelhia de Felgueiras alcançou o estatuto de cidade. Sendo, como tal,
referência histórica em diversos aspetos, inclusive com a comprovativa importância
revelada na preservação de adereços que ainda subsistem. Tal como imagens que
transportam indicações memorandas do certame inesquecível. Quão se pode ver
mesmo em certas publicações. E como consta no Livro dos “Presidentes de Câmara
de Felgueiras e Eleitos do Concelho de Felgueiras 1834-2017", publicado em junho
de 2017 numa edição municipal dessa era.
(Obs.: Na imagem algumas anotações, derivado a incorreções e
faltas, como se notam em diversos locais dessa publicação)
Armando Pinto
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É pois, nesta temporada em que o "FC Felgueiras 1932" está em grande no início da
participação na Divisão Liga 3 Nacional, bem oportuno fazer uma espécie de mini-retrospetiva, num vislumbre pelo simbolismo histórico
felgueirista.
Já há muito que o FC Felgueiras não tinha um início de
temporada tão entusiasmante como está agora, que à chegada do outono é comandante
do campeonato atual da nova Liga 3 Nacional. Algo que leva a uma rememoração sobre a dimensão
histórica do clube, na linha que respeitando o passado se valoriza o futuro.
Ora, um destes dias, questionado por alguém sobre quais os
nomes mais importantes do passado felgueirista, de modo a apontar uma meia dúzia
de personagens de outrora, elegendo 6 figuras míticas que fizeram parte da
história do FC Felgueiras, eu escolhi, dentro dessa limitação:
- Verdial Horácio de Moura, o fundador histórico do inicial
FC Felgueiras e seu primeiro treinador da fase de entrada em jogos oficiais;
- Joaquim Carvalho (dos armazéns conhecidos por Sebastião
Carvalho, conforme o nome de seu pai; e ele pai do Padre Hernâni Carvalho, que
foi presidente do clube em substituição do progenitor) por ter sido financiador
do clube em muitos e difíceis momentos;
- Dr. Machado de Matos, por ter sido advogado defensor do
clube em muitos casos junto da Associação, a pontos de ter merecido o nome para
o antigo campo da Rebela e atual estádio;
- Sabú, por ter sido o ídolo dos tempos da primeira subida
de divisão, em 1965;
- Alberto Pimenta, por ser jogador carismático dos tempos
áureos;
- Sérgio Conceição, este dos tempos modernos ou menos
distantes, pela ligação histórica no mediatismo atingido, quão orgulho haverá
por ter representado o Felgueiras um nome assim importante do futebol
português.
(Isto no limite de 6, se fosse de 7 acrescentava o Caiçara,
pelo seu famoso pontapé de canhão que ficou na memória de todos os que seguem o
Felgueiras desde sempre; e se o número crescesse, na possibilidade de escolha
ou seleção, haveria ainda Adriano Sampaio Castro, um dos mais famosos entusiastas integrantes da primeira equipa da fase de jogos oficiais, pelos anos 50; mais o Adão Soares, este o Adão dos anos 70’s, como paradigma
do atleta que continuou como adepto fervoroso, etc. etc. ).
Armando Pinto
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