Espaço de atividade literária pública e memória cronista

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Felgueiras em Poema - Amém Felgueiras !

 

Ser felgueirense é algo que se sente. E mais ainda sempre que se sente elevação do que nos faz ter esse sentimento de identidade e união. Como volta a haver, além das esperanças que se deparam no horizonte dos anseios, após mais um ato eleitoral autárquico muito concorrido e bem sentido, mais extensivamente pelo que se almeja no que os olhos dos sentidos vão já experimentando. Tal o caso da grande obra do espaço de merendas e lazer que está a vislumbrar-se já no monte de Santa Quitéria. Algo que há muitos anos foi do desejo pessoal e inclusive em diversas ocasiões coisa lembrada pelo autor destas linhas, desde tempos da colaboração escrita no antigo Notícias de Felgueiras e mesmo depois até no Semanário de Felgueiras por vezes, ao longo dos anos. Que este ano, finalmente, está a acontecer, estando a concretizar-se neste ano de 2021.

Nessa amplitude, em que tudo o que é felgueirense atrai quem sente felgueirismo, apraz elevar essa mística em moldes também deveras sensíveis. Elevando, além da altura da elevação do terreno desse local, mais ainda pelo que o mesmo representa na unidade concelhia.

Assim sendo, num espaço destes, qual cantinho de enaltecer temas da região do autor, através de escrita própria, incluindo motes relacionados com o concelho pátrio (pois a Pátria é a terra que nos viu nascer!), caberá de quando em vez, como complemento, vincar mais qualquer motivo pouco usual na nossa atividade literária. Como desta feita nos lembramos de acrescentar, num acrescento relativo. Quão no caso dum poema dedicado a Felgueiras. Derivado a uma menção feita numa revista de poesia, corria o ano de 1996. Sendo que o autor prefere mesmo a prosa de modo poético, a respirar espírito de poesia, mas ao correr da escrita, sem restrições métricas nem talhe de rima. Embora sem voltar costas a esse estilo, ainda que muito raramente, quando calha. (Não por não sentir afinidade, mas por não estar à altura da boa poesia. Sendo o autor apologista da poesia melodiosa, com mensagem que se entenda, rimada e detentora de outros atributos das regras comuns. )

Ora, entre escasso material poético pessoal, houve um poema publicado em 1986 no jornal Notícias de Felgueiras, desde logo destinado a incluir o início do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras” – sobre Felgueiras. Poema esse que mais tarde, passados cerca de 10 anos, uma publicação vocacionada a tal campo literário, a revista “Poetas de Todos os Tempos”, incluiu na sua edição de Junho de 1996.

De tal raridade, em todos os sentidos junta-se visualização da capa (no início deste artigo) e a respetiva página, a seguir, sem pretensiosismos, mas apenas como registo, para constar.


 


 Armando Pinto 

 

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