Espaço de atividade literária pública e memória cronista

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Padre António Pacheco de Barbosa Mendonça – alma do Centro Social de Airães – em artigo evocativo no jornal Semanário de Felgueiras

Em mais uma crónica da colaboração pessoal na imprensa periódica felgueirense, desta vez versa sobre o Padre António Pacheco de Barbosa Mendonça o mais recente artigo publicado no Jornal Semanário de Felgueiras, em jeito de fazer memória sobre mais um felgueirense de realce. Conforme se pode ler na edição impressa do mesmo SF Felgueiras Jornal, à página 12, edição de sexta-feira dia 27 de janeiro de 2023. Do qual, para registo memorando, se transpõe para aqui recorte do mesmo, ilustrado com foto captada de um quadro emoldurado existente no Centro Social de seu nome – agradecendo a amabilidade da cedência a quem fotografou e a quem intermediou correspondendo ao pedido do autor, para o efeito.

Armando Pinto

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Cartaz do Carnaval da Vila da Longra /2023

Já há cartaz oficial do Carnaval da Vila da Longra para este ano de 2023 – como está anunciado na página informática da Junta de Freguesia. Sabendo-se assim já que haverá o tradicional Corso Carnavalesco da Longra, organizado oficialmente desde o carnaval de 1997, a dar um semblante mais organizado aos antigos desfiles populares (conforme antigamente era acotiado “correr o Entrudo” pelas pessoas da região, através de episódicos participantes mascarados de esporádicos motivos). Sendo assim, desde há 26 anos a esta parte, continuando a sair à rua o Corso Carnavalesco da Longra, em estilo mais festivo, através de carros alegóricos e tudo mais que completa o cortejo folião Longrino. 

Assim sendo, após o interregno derivado da pandemia Covid, é retomada essa tradição já enraizada na Longra. Podendo-se ver como será pelo cartaz oficial desta festividade anual, cujo desfile alegórico-carnavalesco da Longra é também já cartaz do Carnaval pelo concelho de Felgueiras.


Armando Pinto

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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Uma foto com história (da Linha Férrea do Vale do Sousa no centro da Vila de Felgueiras)… a propósito dum artigo jornalístico de 1935 no jornal O Século!

 

Faz parte da memória coletiva de toda a região do Vale do Sousa a antiga linha do comboio que cirandou pelas terras concelhias de Penafiel, Lousada e Felgueiras, a velha máquina com algumas composições que em 1914 chegou ao concelho de Felgueiras e por aqui passou até sensivelmente 1926, com algumas interrupções anteriores e posteriores indefinições, até que depois de largos anos de inatividade acabou mesmo com a retirada dos trilhos nos anos 30.

Pois é precisamente de 1935 a imagem fotográfica, que dá conta de então ainda existirem os trilhos no centro da então Vila de Felgueiras. Tendo nesse tempo, em número do jornal lisboeta O Século de 28 de Maio de 1935, sido publicada a referida fotografia, de imagem coeva da Praça da República. A propósito de artigo que incorporou a edição desse dia do referido diário, em edição comemorativa da implantação do regime político saído do 28 de maio de 1926, com lugar para uma resenha de obras ou verbas gastas nos concelhos, pelo país, incluindo assim a parte respeitante a Felgueiras. Como se pode ver por recorte desse artigo jornalístico (guardado em arquivo pessoal pelo autor destas lembranças).

Com efeito essa linha, vinda de Penafiel por Lousada, entrava no concelho de Felgueiras pela estação da Longra e tinha depois estação em Felgueiras, na agora chamada popularmente rua velha (Rua Rebelo de Carvalho), como é de conhecimento público. Seguindo, após passagem pelo centro da vila sede do concelho, como se vê pela imagem, depois para a Escalheira, onde havia um apeadeiro, indo até à estação da Lixa. Sendo que toda a linha, como era explanado no próprio nome oficial, era de Penafiel à Lixa e Entre-Os-Rios.

É assim, de facto, essa imagem fotográfica uma interessante testemunha visual do facto.

Armando Pinto

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domingo, 15 de janeiro de 2023

35 anos de saudade - in memoriam de Matilde da Costa, minha Mãe!

 

Matilde da Costa

(27/06/1915 – 15/01/1988)

Já foi há 35 anos, na sexta-feira de meio do primeiro mês de 1988, o falecimento de minha Mãe, mas ela continua bem presente em espírito no nosso coração e em nossos pensamentos e momentos.

Faz agora 35 anos, em 2023.

Falecida a 15 de janeiro de 1988, às 2 horas da noite do início desse dia, no Hospital de Felgueiras e pouco depois trazida para casa, onde ficou pela última vez seu corpo até ao dia seguinte.


O tempo voa, correndo depressa depois de vivido, como de outro modo voa o pensamento, no sentido de pairar e transportar a recordação, trazendo imagens e sensações. Voando nas asas do pensamento, desta vez, a saudade de minha mãe, até pousar aqui em mim, e nestas letras que escrevo em sua memória, num voo de afeto, passados trinta e cinco anos de seu falecimento. Mais parecendo que foi ainda há pouco, e ao mesmo tempo uma eternidade.

Foi a 15 de Janeiro de 1988, há trinta e cinco anos, cuja ocasião não mais esquece e continua presente em tudo o que permanece dessa data e desses dias. Fazendo ainda pousar no ramo de minha memória o voo da lembrança, desde os tempos em que comecei a andar agarrado a ela, mais a tê-la sempre comigo, tanto sua presença esteve a meu lado no ensinamento das primeiras orações, me levou à escola quando eu ainda nem fazia ideia de como teria interesse saber ler e escrever, quão estava em meu aperto de peito quando menino ainda saí de casa bem cedo e tive de deixar atrás a minha terra para ir estudar longe, como teve um dia feliz no meu casamento, esteve junto a mim logo após o nascimento de meus filhos. De jeito que recordo minha Mãezinha agora – tendo ainda comigo sua imagem na retina dos olhos e coração. Incluindo, entre outros casos, também recordações físicas, como o catecismo de sua Comunhão Solene, de cujo frontispício interior junto imagem, nesta rememoração evocativa. Lembrando-a agora e sempre, porque gosto e gostarei sempre muito dela!

Nascida a 27 de junho de 1915, em Janarde-Rande, em cuja freguesia casou com meu pai na igreja paroquial de S. Tiago de Rande em maio de 1940, residindo depois sempre na então povoação da Longra, faleceu pelas 2 horas da noite de 15 de janeiro e na igreja paroquial de S. Tiago de Rande em que foi batizada e casou veio a ter as cerimónias de despedida, com missa de corpo presente e encomendação, no dia 16. Ficando por fim sepultada no Cemitério Paroquial de Rande, mas continuando bem presente no íntimo de quantos a amamos.

Até sempre!

Armando Pinto

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Entre Memórias da Longra... de vez em quando: Imagem do cortejo cívico da inauguração das obras de remodelação do edifício-sede da Casa do Povo da Longra, em 1969.

1969 - Dia da inauguração das obras de remodelação e ampliação do edifício-sede da Casa do Povo da Longra. Autoridades presentes a irem em cortejo cívico, desde o Largo da Longra, rumo à Casa do Povo. Ao centro o Ministro das Corporações e Previdência, Dr. Gonçalves de Proença, ladeado pelo Deputado Nacional representante da região, de um lado e do outro pelo então Governador Civil do Porto, mais Presidente da Câmara de Felgueiras, Dr. José de Barros, mais representante da Região Militar e Presidente da Casa do Povo, sr. Camilo Fonseca. Vêm-se atrás diversas pessoas conhecidas, da época... e também alguns autarcas de Juntas de Freguesias dos arredores e presidentes de Casas do Povo da área circunvizinha.

Dessa foto e similares imagens de reportagem da ocasião, bem como de toda a envolvência relacionada e a história da instituição, estão detalhes descritivos no livro "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras", publicado em 1997.

A Casa do Povo da Longra, criada por Despacho Ministerial de 1939, desde quando a Associação usou o edifício antes pertencente à Associação Pró-Longra, teve então a partir de 1966 obras de conservação e ampliação do edifício-sede. Cuja intervenção arquitetónica teve conclusão em 1968, quando esteve para vir à respetiva inauguração o então Presidente da República Almirante Américo Tomás, porém acabando por vir uns meses depois o então Ministro das Corporações e Previdência, em 1969. Desde aí ficou implantado esse edifício nas linhas históricas que lhe dão ser... fazendo parte do ambiente social e ambiental da Longra.

Armando Pinto

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sábado, 7 de janeiro de 2023

Tempo de “alagar o presépio” e olhar mais um novo ano !


Passado o Dia de Reis, no encerramento da época natalícia, é tempo de alagar o presépio em casa...

Fica agora e por ora uma sensação de algo que se acaba, numa temporada mais que fica para trás. 

Daí que a cara não fica muito risonha… mas cá continuamos em mais um ano e sempre a gostar da vida!

Armando Pinto

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Memórias dos Mosteiro de Pombeiro e de Belém, de Felgueiras e Lisboa, na revista “História” do JN, em “Histórias Soltas” pelo felgueirense Carlos Ferreira

 

Por estes dias veio a público na revista "História-Jornal de Notícias" um artigo com material histórico relacionado com Felgueiras, através de trabalho muito bem elaborado e lavrado na escrita do amigo e historiador Carlos Ferreira, sobre o cenóbio de Pombeiro. Mais precisamente arrebatando memórias relativas ao felgueirense mosteiro de Pombeiro e suas rendas, na divisória que levou a demandas com o lisbonense Mosteiro de Belém, dos Jerónimos, com extensão à existência das relações ancestrais remontadas até à antiga casa de Belém, na cabeça do concelho de Felgueiras, precisamente por causa das rendas que durante o período Filipino da História Pátria tiveram história menos condizente com os pergaminhos dos anais das instituições envolvidas.

Sabendo-se que Felgueiras raramente tem merecido espaço em publicações de âmbito nacional, saúda-se esta realidade. Sendo que Felgueiras tem muita história, apenas que em tempos idos não tinha a maior parte dessa história ainda escrita em letra de forma. Coisa que atualmente já vai tendo, ainda que em parcelas apenas estudadas por alguns interessados nessas loas do espírito memorial. Calhando, desta vez, vir à tona das lembranças memorandas, por via do trabalho em apreço, algumas curiosidades de antanho, no caso a remeter a tempos da perda da Independência nacional, tais que levaram à perda das rendas de Santa Maria de Pombeiro. Quase como, pese as naturais diferenças óbvias, como nos dias que correm ocorre com as perdas de identidade derivadas das anexações forçadas de freguesias, etc. e tal…

Vem assim, como o desenvolvimento e remembrança do caso, à tona da historiografia algo esquecida ou apagada, o tema dessa situação derivada da estada da dinastia espanhola em Portugal, causando tal desmembramento das rendas dos frades de Pombeiro, do interior nortenho português, em favor da Ordem dos frades Jerónimos detentores do Mosteiro de Belém, de Lisboa. Daí, na terra do Pão de Ló, ter existido e resistido a casa da recolha das rendas de Belém na antiga povoação de Margaride, edifício por isso detentor de brasão régio com as pedras de armas reais no cunhal do lado do antigo estradão de ligação do largo da Corredoura para o Pé do Monte (depois Rua Costa Guimarães já da antiga vila e atual cidade de Felgueiras). Sendo essa então a Casa de Belém, entretanto alterada em utilização e sua fisionomia, cujo brasão granítico era ainda visível pelos anos noventa do século XX, até ter desaparecido da vista pública. 


Está esse belo trabalho nessa revista “História”, edição do Jornal de Notícias, bem no interior das suas quase 100 folhas, mais exatamente entre as suas numeradas páginas 76 à 85. Em jeito de crónica, que prende a leitura e natural interesse pela narrativa memoranda, numa evocação de algo que apraz reconhecer, a bem da justiça histórica. Algo que vale a pena conhecer, através da leitura. Como quem diz, em linguagem mais direta, a não perder, por valer bem a pena reconhecer, depois de ter diante dos olhos e passar a fazer parte de mais conhecimento. A puxar, enrolar e desenrolar, como que a envolver, o novelo da História.

Armando Pinto

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terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Bibliografia do Autor - Atualização de 2022


Obras publicadas:

- Livro (volume monográfico) «Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras»; publicado em Novembro de 1997. Edição patrocinada pelo Semanário de Felgueiras.
- Livro «Associação Casa do Povo da Longra – 60 Anos ao Serviço do Povo» (alusivo ao respetivo sexagenário, contendo a História da instituição - Abril de 1999). Edição da Casa do Povo da Longra.
- Livro (de contos realistas) «Sorrisos de Pensamento – Colectânea de Lembranças Dispersas»; publicado em Outubro de 2001Edição do autor.
- Livro (alusivo da) «Elevação da Longra a Vila» - Julho de 2003Edição do autor.
- Livro (cronista do) «Monumento do Nicho Nas Mais-Valias de Rande» – Dezembro de 2003 (oferecido à Comissão Fabriqueira paroquial, destinando receita a reverter para obras na igreja). Edição do autor.
- Livro «Padre Luís Rodrigues: Uma Vida de Prece Melodiosa» – Na passagem de 25 anos de seu falecimento; publicado em Novembro de 2004Edição do autor.
- Livro «S. Jorge de Várzea-História e Devoção», publicado em Abril de 2006Edição da Paróquia de Várzea.
- Livro «Futebol de Felgueiras – Nas Fintas do Tempo» (sobre Relance Histórico do F. C. Felgueiras e Panorâmica Memorial do Futebol Concelhio, mais Primeiros Passos e Êxitos do Clube Académico de Felgueiras) – Edição do autor, pub. Setembro de 2007.
- Livro "Destino de Menino" - dedicado ao 1º neto - Dezembro de 2012, em edição restrita do autor, numerada e autenticada pessoalmente.
- Livro "Luís Gonçalves: Amanuense - Engenheiro da Casa das Torres", edição patrocinada pela fábrica IMO da Longra - biografia de homenagem ao Arquiteto do palacete das Torres, de Felgueiras - Janeiro de 2014.
- Livro "História de Coração" - dedicado ao 2º neto - Novembro de 2015, em edição restrita do autor, numerada e autenticada pessoalmente.
- Livro “Torrente Escrita – em Contagem Pessoal”, ao género autobiográfico – Dezembro de 2016 - edição restrita do autor, numerada e autenticada pessoalmente (apenas para partilha familiar).
- Livro “História dum Brinquedo que não se pode estragar”, dedicado ao 3º neto - em Fevereiro de 2019, em edição restrita do autor, numerada e autenticada pessoalmente.
- Livro “Luís de Sousa Gonçalves O SENHOR SOUSA DA IMO”, edição patrocinada pelo IESF-Instituto de Estudos Superiores de Fafe – biografia de homenagem ao fundador da fábrica de metalurgia IMO da Longra – novembro de 2019.
- Livro "Ciclistas de Felgueiras", publicado em Janeiro de 2020, através da editora Bubok Publishing, A. L. , e apresentado publicamente em Março seguinte. Edição do autor. Sobre os cicilstas naturais de Felgueiras que correram ao mais alto nível desportivo, tendo participado na Volta a Portugal em bicicleta e no caso do mais famoso também em importantes provas no estrangeiro. 
- Livro Um tal Covid na história familiar… num sorrido de vida” - dedicado ao 4º neto - Dezembro de 2022, em edição restrita do autor, numerada e autenticada pessoalmente.


E
Livros oficiais (alusivos a realizações de eventos), entretanto também publicados:

- «1ª Mostra Filatélica e Exposição Museológico-Postal da Casa do Povo da Longra» (relativa a Semana Cultural de abrangência comemorativa do centenário do aviador Francisco Sarmento Pimentel e octogenário do Correio da Longra - Julho de 1995).
- "FREGUESIA de RANDE (S. Tiago) e POVOAÇÃO da LONGRA - Rande" - Coordenação geral e autoria de alguns textos - Publicação patrocinada pela Junta de Freguesia de Rande, a reverter para obras da igreja paroquial de Rande - Março de 1996.
- «1º Festival Nacional de Folclore “Longra/97”» (englobando partes historiadoras e galeria diretiva da Associação Casa do Povo da Longra - Maio de 1997).
- «2º Festival de Folclore do Rancho da Casa do Povo da Longra» (contendo Lendas e Narrações das freguesias da área da instituição - Setembro de 1998).
- «3º Festival de Folclore da Longra – Memória etnográfica do sul Felgueirense e afinidades concelhias» (Julho de 1999).
- «4º Festival de Folclore da Longra – Celebração Folclórica do sul Felgueirense» (Julho de 2000).
- «Evocações da Festa Paroquial de S. Tiago de Rande» (Julho de 2000 - de promoção à festa desse ano, por solicitação (e edição) da respetiva comissão organizadora, traçando panorâmica das festas antigas.)
- «Rancho da Casa do Povo da Longra-Sete anos depois... em idade de razões» (Maio de 2001 – livro comemorativo do 7º aniversário do mesmo agrupamento e também alusivo ao 5º Festival de Folclore da Longra, de Julho seguinte – incluindo texto de fundo narrativo do “Conto de um Rancho Amoroso”, sobre a história do grupo em questão.)
- «6.º Festival do Rancho da Casa do Povo da Longra – Desfile de Oito Anos de Vida» (Junho de 2002).
- «7.º Festival da Associação Casa do Povo da Longra – Danças Mil em Nove Anos de Folclore» (Junho de 2003).
- «Grupo de Teatro da Casa do Povo da Longra – Sete Anos na Arte de Talma Associativa» (Outubro de 2003 – Livro historiador do respetivo agrupamento, em tempo do seu sétimo aniversário). A pedido (e edição) do Grupo de Teatro da CP Longra
- «8.º Festival da Associação Casa do Povo da Longra – Alcance duma Década Etno-partilhada» (Junho de 2004).
- «9.º Festival da Associação Casa do Povo da Longra – Comunhão de Tradição Associativa» (Junho de 2005).


Mais participação em revistas de teor local e clubístico...


Assim como (além de colaboração em jornais, ao longo de muitos anos, em episódicas participações em jornais diversos e mais regularmente quer no jornal O Porto entre 1974 a 1980, no Mensageiro da Longra em 1978, no Notícias de Felgueiras enre 1985 a 1995 e no Semanário de Felgueiras desde 1996 até à atualidade), ainda, algumas participações em livros literários e publicações diversas …


ARMANDO PINTO
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domingo, 1 de janeiro de 2023

Início do ano com “rio fora” na Longra – em dia de Ano Novo de 2023

O 1º de janeiro, como dia de períodos de fortes chuvadas, trouxe um ambiente não muito visto na maior parte do ano e mesmo em muitos dias de inverno, perante cheias de rios a transbordar. Também assim se viu a partir do início da manhã e pela tarde dentro na zona envolvente da Longra, com cheia do rio, embora em amplitude correspondente, diante da pequenez dos fios das águas que passam aqui na região felgueirense, entre os diversos cursos que acabam por fazer o rio Sousa inicial. Sendo dessa feição o visual dos terrenos campestres das margens do pequeno rio a passar nas zonas mais baixas da Longra. De modo a dar antigo aspeto invernoso de “rio fora”, como se diz com a água a extravasar, saindo fora do leito normal, mesmo a inundar os campos ribeirinhos. Neste dia 1 de janeiro do agora novo ano de 2023.

Armando Pinto

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