sábado, 29 de fevereiro de 2020

Programação da sessão de apresentação do livro “Ciclistas de Felgueiras” – 7 de março – 15 horas – Biblioteca e Arquivo Municipal de Felgueiras



Está já delineada a programação da sessão pública de apresentação do livro em apreço. Em cujo delineamento está feito assim o plano:

- Às 15 horas, na Biblioteca Municipal, abertas as portas, com ENTRADA LIVRE, estará patente uma exposição com material que serviu de suporte ao levantamento histórico do conteúdo do livro. Estando patentes alguns jornais, revistas e fotos que existem dos ciclistas referenciados. Assim como estará exposto o acervo de livros anteriores já publicados pelo autor.

- Entretanto, ainda no mesmo espaço, estará o livro à disposição dos interessados.

- Seguidamente a Sessão pública de apresentação do livro, no auditório da Biblioteca e Arquivo Municipal de Felgueiras, terá a mesa de honra composta pelo Sr. Presidente e / ou Srª Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Felgueiras, mais pelo apresentador oficial do livro, que será um amigo do autor que é figura pública da comunicação, mais pelo Presidente da Junta de freguesia da terra de um dos ciclistas biografados, como ainda pelo autor também, obviamente, e pelo apresentador público da sessão, que será um elemento conhecido da Rádio Felgueiras.

Entre a assistência, conforme respostas entretanto chegadas, além de representações do município e outras entidades, está para estar presente o sr. Presidente da Associação de Ciclismo do Porto e presente também o Presidente ou alguém representante da Federação Portuguesa de Ciclismo. Além naturalmente de pessoas conhecidas e amigos, quer dos meios do ciclismo português como da cultura local e nacional. Assim como entusiastas do desporto das bicicletas e também amigos da comunicação regional, entre diversos casos. Assim como dos ciclistas biografados, também os ainda vivos, felizmente. 

No final, enquanto o autor está disponível para a habitual assinatura de autógrafos aos possuidores do livro, também, como de costume em eventos nos espaços do município felgueirense, será servido um Verde de Honra, com oportunidade dos presentes tomarem o paladar ao pão de ló e às cavacas de Margaride-Felgueiras. Em acompanhamento ao vinho verde de Felgueiras.


A. P. 
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Uma referência a Felgueiras num dicionário dos anos 20, do século XX…


Em deambulações pela pesquisa memoranda sobre Felgueiras é fácil notar da situação da história felgueirense estar algo deficitária em estudos de eras antigas; e sobremaneira nos tempos em que já havia imprensa escrita, através da qual será possível descortinar diversa informação. Não sendo de estranhar que em tempos passados diversos escritores de estudos locais desconhecessem a história de Felgueiras. Inclusive um meritório autor de diversos estudos académicos como foi o Pof. Dr. Hernâni Cidade, organizador do acervo da primeira biblioteca municipal de Felgueiras, chegou a pensar que Felgueiras pertencia à espécie de terras que não tinham história, praticamente, tal a falta de informes tratados nessas antigas épocas. De modo que não admira que num dicionário enciclopédico de inícios do século XX apenas apareça uma muito leve referência a Felgueiras, contrastando com outras vilas e mesmo localidades. Como um destes dias se nos deparou, ao ver a correspondente página (pois nestas coisas vamos logo à descoberta onde aparece Felgueiras), no caso e por acaso num volume já com perto de um século.


Assim, no DICIONÁRIO PRÁTICO ILUSTRADO ("Diccionario Prático Illustrado"), publicado sob a Direção de Jayme de Séguier, em 2.ª edição datada de 1928, com sub-título de Novo Diccionário Encyclopédico Luso-Brasileiro, edição da revista Livraria Chardron Lello & Irmão - Porto, a nossa Felgueiras ficou referenciada como vila e cabeça de concelho, do distrito do Porto, Portugal, com 2. 178 habitantes a sede do concelho e 33 freguesias e 22. 846 habitantes o território concelhio. Isso entre matéria profusa ao longo das suas 1. 720 páginas, contendo “6. 000 gravuras, 110 quadros e 90 mappas”.

Armando Pinto
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Entrevista na Rádio Felgueiras, em "Três dedos de conversa com..."


Entrevista no programa transmitido na terça-feira, Dia de Carnaval; com repetição na próxima sexta-feira, depois das 16 horas:

Hoje depois das 18 h 00 no Regresso a Casa, "Três dedos de conversa com..." Armando Pinto: escritor e historiador felgueirense que brevemente irá apresentar um novo livro.

#RadioFelgueiras #Felgueiras


... A mesma entrevista volta a passar na Rádio Felgueiras na próxima sexta-feira, dia 28, depois das 16 horas (a seguir ao noticiário das 16 h).



terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Corso do Carnaval da Vila da Longra / 2020


Superando o dia pardo de chuviscos, conforme esteve durante a tarde deste mesmo dia de Carnaval, após manhã chuvosa e ambiente enevoado durante todo o tempo, o Corso de Carnaval da Longra deste ano de 2020 manteve certa atração. Pese embora, tal qual desde que passou a haver colaboração com o desfile de Carnaval de cidade de Felgueiras (reativado nos anos mais recentes), este da Longra se venha desenrolando ultimamente com mais pressa que antigamente, saindo mais cedo à rua e fazendo apenas o trajeto dum sentido, desde a zona industrial da antiga Metalúrgica até ao cimo da Longra (depois do edifício da farmácia), seguindo por fim rumo à cidade sede do concelho para colaboração com a organização da Câmara Municipal (de modo a ir engrossar seguidamente o Corso da Felgueiras cidade, inclusive já com autocarros da CMF à espera para levarem os figurantes, como sucedeu).

Contudo, enquanto esteve na estrada, pelo trajeto do início tradicional da vila da Longra, o Corso Longrino deu vida à localidade, ainda que momentaneamente apenas. Ficando o interesse popular à espera dos tradicionais números da noite.

Do Corso da Longra / 2020 regista-se memorialmente esse cortejo na sua passagem final, já ao chegar ao fim do trajeto, através de imagens captadas pelo autor deste blogue. Ilustrando à posteridade mais um Corso da Longra, na continuidade do Corso que regularmente e de modo organizado começou oficialmente em meados dos anos da década de 90, no século XX.

Armando Pinto


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Página "Livro Ciclistas de Felgueiras" em espaço particular no facebook

Está no facebook, em espaço prórprio, a página "Livro Ciclistas de Felgueiras", para divulgação e informação de todo o movimento tendente à realização da respetiva publicação e consequente atualização até à sessão correspondente.

Para registo, e natural conhecimento público mais alargado, gravamos aqui o início do que até agora se foi publicando sucessivamente na mesma página, que até esta data (dia de Carnaval, a 25 de fevereiro), conta já com 352 membros aderentes.

O página está acessível em https://www.facebook.com/groups/992182134471500/

Eis então a o início da publicação, com o post de apresentação correspondente, ao qual depois e de permeio já houve acrescentos vários, à vista dos membros que entretanto se tornaram fieis (amigos aderentes, adicionados e que aceitaram correspondendo a convites, ou que quiseram aderir):

Armando Pinto criou o grupo Livro CICLISTAS DE FELGUEIRAS.
Administrador18 de dezembro de 2019


Em breve, já em princípios do ano 2020, será publicado um livro sobre os CICLISTAS DE FELGUEIRAS, da lavra do autor dos livros de história da região.

Mais um livro, mas sempre pessoal e próprio. Desta vez sobre os ciclistas de alta competição que nasceram no concelho de Felgueiras, que correram na Volta a Portugal em bicicleta e até no estrangeiro, tal como em seguimento enquadra ligações de Felgueiras com o ciclismo e inclusive tem referência biográfica de quem mais está ligado ao ciclismo. Matéria da qual versa a obra histórico-literária, procurando relevar vidas salientes originárias do território felgueirense, em expansão pelo país e pelo mundo. Tendo o mais antigo e histórico representado o FC Porto, dois seguintes corrido com a camisola do Académico e o mais novo sido corredor do Paredes e da equipa felgueirense da Zala. Assim como há nome ligado ao ciclismo que, mais que um ciclista, é um felgueirense do mundo do ciclismo, Adriano Quintanilha.

Brevemente haverá novidades.

Assim sendo é criado este

Grupo de partilha e convívio virtual, para conhecimento da realidade que será este livro, quanto à homenagem memorável aos “nossos“ heróis das estradas. Qualquer membro pode partilhar e aprovar novos elementos, de modo a fazer chegar a boa nova a mais gente. O Grupo apenas é chamado de privado, para evitar que possam intrometer-se assuntos que nada tenham a ver com o espírito do tema.


Armando Pinto

= A APRESENTAÇÂO PÙBLICA SERÀ A 07 (SETE) de MARÇO de 2020. =



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Notícia da apresentação do livro “Ciclistas de Felgueiras” no SF


Noticiou o Semanário de Felgueiras mais uma vez, agora na aproximação ao evento, a sessão de lançamento do livro em apreço. Desta feita na edição da passada sexta-feira dia 21 de fevereiro, na página 12, entre notícias breves merecedoras de atenção através do único jornal concelhio atualmente impresso. Em cuja edição em papel do mesmo, também conhecido por FELGUEIRAS SEMANÁRIO pela leitura do respetivo cabeçalho, é relembrada a data e horário do correspondente lançamento – conforme se junta recorte digitalizado do exemplar.


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domingo, 23 de fevereiro de 2020

"Coisas de Gosto" - Artigo relacionado ao próximo livro, no Semanário de Felgueiras



Tal como no título se levanta o véu, reporta ao sentido do livro "Ciclistas de Felgueiras", já muito proximamente a chegar, o que se verteu em mais um artigo da normal colaboração no jornal Semanário de Felgueiras. Desta vez com lugar na edição da sexta-feira 21 de fevereiro, à página 10.


Coisas de gosto

Uma vez... Há já uns anos bons, uma minha sobrinha, que cresceu praticamente cá em casa, me disse um dia: - É de ti que eu gosto! Ela tinha ido tomar uma vacina ao Centro de Saúde, e como eu trabalhava lá estava com ela quando a enfermeira lhe aplicou a dose; então instantaneamente ela, que aí teria coisa duns dois anitos, me abraçou, como que dizendo não ter gostado nada daquilo, e agarrando-se a mim me diz: - É de ti que eu gosto. Outra vez... Muito antes disso, não me esquece mais, em tempos que nos hospitais ainda não deixavam nenhum dos pais ficar a acompanhar as crianças internadas, aconteceu que o meu filho, ainda muito pequenino, teve de ficar no hospital de crianças no Porto para uma intervenção e por isso lá passou uma noite (que foi das piores noites que nós os pais passamos); e na manhã seguinte, mal pudemos, corremos para o ir buscar, tendo ele quando me viu se atirado para meus braços a suspirar: - ó pai! Depois disso tudo, anos volvidos, quando minha filha foi estudar para longe, tendo ido para Lisboa, a primeira vez que veio a casa, não mais me esquece, quando ambos nos abraçamos nem foi preciso dizer nada, eu soube, como sabia, quanto nos queríamos. Tanto como sempre que ela vem a casa, agora já com meu neto também e meu genro, nossos olhos dizem: - Eu gosto de ti! Bem como com os outros netos, que vejo mais vezes por andarem por aqui à beira, quando os abraço é como que aperto tudo quanto é isso de gostar fortemente de alguém. Entre tantas e diversas situações, além de momentos e afetos particulares que guardamos bem no íntimo.

Também é assim, salvo as devidas diferenças de sentidos e afetos, que gostando do rincão natal gostamos de recordar coisas boas que existiram e fazem parte da nossa história ou da história comum a muito do que nos rodeia. Mas porque temos memória, senão quando desaparecer o disco cerebral onde isso está gravado, se não houver transmissão, ninguém mais lembrará isso.

Assim também em gravações mentais que perduram cá, vêm à ideia aspetos antigos da antiga vila de Felgueiras, da célebre pérgula do jardim e do largo das árvores onde paravam as conversas da praça. Como ainda, veio-me um destes dias à cabeça, a fábrica da manteiga que existiu na quinta da vacaria da Longra, do tempo do Conselheiro de Rande, onde em épocas de sucessores era servido leite a quartilho à clientela; e, como tal, então em criança ali eu vi potes de louça fina que lá restavam, mais maquinaria e mobiliário do fabrico de laticínios, de aspeto clássico. Coisas que se perderam, por não ter havido gosto de preservação. E aquelas oficinas de ferraria à maneira antiga, com forjas e bigornas, entre lojas antigas de ofícios tradicionais de tempos idos. Por entre outros possíveis exemplos. Algo que em Felgueiras tem sido recorrente deixar perder, a passar no andamento do tempo que voa e não volta. O que faz lembrar amiúde a necessidade de haver na sede do concelho um museu felgueirense que abarque a memória concelhia. Havendo ainda desconhecimentos e desconhecedores.

Ora, enquanto não há preservação física de tanta coisa, resta o que tem ficado escrito. Entre cuja colaboração, tem aqui o autor, dentro do possível, procurado dar alguma contribuição. Desde parcelas historiadoras, até biografias e outras lembranças. Como agora, dentro de pouco tempo, ficará em mais um livro registado algo que, embora podendo ser desconhecido de alguém, merece ser guardado na memória coletiva. Pois, tal como nem só de pão vive o homem, também na memorização tudo tem lugar, não apenas os personagens de cargos públicos e heróis nacionais, mas também os que se salientaram nos mais diversificados campos da atração social. Entre coisas que alguém gostou. E, como em tempos gostamos de ver desenhos oferecidos por nossos rebentos em dias de pai e mãe, também como filho desta terra gosto de ofertar algo sincero, dando desenhos feitos de memórias escritas para sempre recordar. 

Armando Pinto

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Cartaz e Convite Oficial do Município de Felgueiras para a apresentação do livro Ciclistas de Felgueiras



Já está publicado o cartaz anunciador e está dado conhecimento geral de CONVITE oficial para o evento em apreço. Sendo de relembrar que é de ENTRADA LIVRE, à disposição de quem se interesse por temas felgueirenses, portugueses e desportivos, além de amantes do ciclismo e de aculturação sócio-cultural e motivação histórica.

O convite, segundo o conhecimento do autor, também foi entretanto enviado a entidades oficiais do setor do ciclismo associativo regional e federativo nacional.



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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Homenagem eterna ao amigo conterrâneo "Zé de Valdomar", falecido a 11 de fevereiro de 2020


Na hora de partida de um dos amigos de longa data, recordamos o conterrâneo popular "Zé de Valdomar" com uma foto de bons velhos tempos. Reportando a imagem a um grupo de amigos e então jovens estudantes da Longra, aquando da realização de um jogo de futebol com estudantes da então vila de Felgueiras, pelos idos de 1972. Porque entre esses rapazinhos desse tempo estava o agora desaparecido Zé de Valdomar (o mais alto de todos, ao tempo), como era mais conhecido o Adriano José Pereira Guimarães (filho do sr. Ribeiro Guimarães de Valdomar de Cima, de Rande), num grupo em que mais alguém também já faleceu.

O Zé Adriano, como também era conhecido (embora o nome fosse ao contrário) mais tarde foi funcionário bancário muito conhecido em Felgueiras, até que por motivos de doença degenerativa se reformou ainda novo e passou a residir no Lar da Misericórdia de Lousada.

Faleceu na terça-feira, dia 11, com 62 anos.

Ora, o amigo “Zé de Valdomar” ficará para sempre recordado pela sua boa disposição, risonho como andava sempre. E era conhecido como o benfiquista mais alegre e despreocupado que havia por cá, por estar sempre de bem com todos e nunca arranjar desculpas para nada, como outros, dizendo mesmo que gostava mais até de conviver com portistas que com benfiquistas. Tal como dizia que eu era o Pinto da Costa da Longra, por me considerar “culpado” por haver tantos portistas na nossa terra e que só tinha pena de eu não ser da cor dele. Sendo deveras apreciador de tudo o que de bom acontecia por estes lados e muito sociável. Fazendo parte de muitas histórias que se contam enquanto houver amigos que o recordem, sobretudo das conversas no Café da Longra.

- Que descanse em paz!

(Foi a sepultar esta quinta-feira, dia 13, no cemitério paroquial de Rande. Havendo tido velório a partir de quarta-feira na Capela da Ressurreição de Rande.)

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Explicação pessoal referente a uma ausência na AGENDA CULTURAL DE INVERNO FELGUEIRENSE DE JANEIRO A MARÇO DE 2020


Podendo haver alguma estranheza e possivelmente se deparar interrogações sobre a newsletter impressa da Câmara Municipal de Felgueiras intitulada AGENDA DE INVERNO, referente ao período de janeiro a março do corrente ano 2020, quanto a não incluir a sessão de apresentação do livro CICLISTAS DE FELGUEIRAS, convirá uma dedução explicativa do autor, a título pessoal.

O caso merece explicação, atendendo a ter sido já colocado ao autor por pessoas atentas. E como tal merecer mais ampla atenção elucidativa.

Tendo a marcação da data para a apresentação pública, do livro em apreço, sido definida já sensivelmente a meio do mês de janeiro, e sendo que essa  publicação se reporta ao calendário de eventos compreendidos entre janeiro e março, obviamente estruturada antes ainda, é natural que não tenha sido incluído o evento do lançamento respetivo do livro, a 7 de março, embora o desdobrável publicado esteja a ser distribuído publicamnerte por estes dias de meio de fevereiro, conforme está a chegar agora às caixas de correio e a ser depositado em cafés e outros locais públicos. Contudo está certa a devida sessão, que será mesmo a 7 de março, pelas 15 horas, na Biblioteca Municipal de Felgueiras – conforme dentro de pouco tempo será também tornado público pelos serviços competentes da autarquia.

Armando Pinto
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

" Figurão do Entrudo ” já anuncia o Carnaval da Longra


Já está colocado no seu sítio tradicional, como de costume no Largo da Longra, a figura do espantalho a figurar o Entrudo. O costumeiro figurão que no dia de Carnaval, depois do Corso Carnavalesco que durante a tarde do próprio dia percorre na vila da Longra, irá ter à noite o sempre interessante velório, seguindo depois no típico féretro como figura do enterro do Entrudo, para por fim ser queimado, como manda a tradição. Sendo que essas tradições já vêm de tempos idos, do costume de no Carnaval se queimar as coisas velhas e que importa deixar para trás, é pois anunciado, também através desse “boneco”, mais uma realização do Carnaval da Longra, no próximo dia 25.


Do aspeto do figurão do Entrudo da Longra aqui se dá nota visual, através de imagens do Largo da Longra agora enfeitado como esse simbólico adereço, em tempo pardo de chuva, do ambiente natural desta época presente de “fevreiradas”.


Armando Pinto
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