Espaço de atividade literária pública e memória cronista

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Bombeiros de Felgueiras de parabéns - nos seus 121 anos de existência oficial


Comemorou-se este domingo, 24 de novembro de 2019, mais um aniversário da oficialização dos Bombeiros Voluntários de Felgueiras, no dia da passagem comemorativa dos 121 anos de sua existência. Em cuja solenidade os Bombeiros Voluntários de Felgueiras inauguraram as obras de ampliação e beneficiação do seu quartel, bem como foram apresentadas as novas viaturas da corporação. Acontecimento que teve a presença da Secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar, além de entidades representativas de instituições dos Bombeiros e da Autarquia do Município felgueirense.


Então, cerca de 50 anos volvidos da anterior ampliação do quartel antigo, está agora muito mais amplo e operacional o mesmo atual, desde as partes de serviço até instalações de apoio e outras, incluindo um valioso espaço museológico, com que agora está mais salvaguardada a memorização do esforço e tenacidade dos fundadores e seus continuadores.  


Esses pioneiros serão sempre de constante recordação, onde houver quem valorize a memória coletiva felgueirense. Sendo os Bombeiros de Felgueiras uma instituição carismática, que oficialmente foi reconhecida com a aprovação dos estatutos pelo Governo Civil, por «alvará passado a 24 de Novembro de 1898 (autenticado com carimbo devido e estampilha de dez réis), com Estatutos e Regulamento datados de 15 de Janeiro de 1899, publicados pela 1ª vez em 1904 - de cujo original, propriedade do autor desta obra histórico-monográfica, se reproduz a capa do folheto» (in livro "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras", publicado em 1997).


Porque já está escrito e registado, em locais próprios e meios de divulgação, o que foi e aconteceu sobre a inauguração, mais descrição da representatividade e inerentes intervenções que tornaram possível a nova realidade, aqui e agora apenas se regista algo da parte memorial. Com ilustração através de imagens, além de visualizações do museu respetivo, também digitalizações de algumas páginas do folheto original dos Estatutos e Regulamento, que o autor destas linhas, como felgueirense e estudioso da história relativa a tudo o que é representativo do sentido amarelo-púrpura, se orgulha de possuir e guardar.


Junta-se ainda, como acrescento memorial, digitalizações de dois artigos do autor, publicados em 1998 no suplemento do jornal Semanário de Felgueiras sobre o Centenário dos Bombeiros de Felgueiras, á época em ciclo comemorativo, ainda.




Armando Pinto
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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Notícia da apresentação do livro “O SENHOR SOUSA DA IMO”- no Semanário de Felgueiras


Transmitindo alguma coisa do que se passou na apresentação do livro sobre o Senhor Sousa da Imo, o jornal Semanário de Felgueiras publica na edição desta sexta-feira, dia 22, uma pequena reportagem sobre a sessão de lançamento ocorrida no sábado anterior, dia 16., a noticiar o caso.


Passados 22 anos desde que o autor do livro, e deste blogue, viu seu primeiro livro ter sido publicado, através de edição do Semanário de Felgueiras, em reconhecimento do Dr. Manuel Faria pela dedicação à causa da memória de tudo o que respeite à terra e gente de Felgueiras (o que sensibilizou aqui o escritor-historiador felgueirense que escreveu aquilo e escreve isto), bem como, após mais algumas obras entretanto saídas a público pelo mesmo empenho de memorização de coisas e loisas concelhias, teve assim vez o mais recente trabalho histórico-literário do autor das crónicas de curiosidades e recordações que de quando em vez têm lugar no SF.


Aproveita o autor para reconhecer agradecido a boa aceitação das pessoas que valorizam as loas da cultura histórico-memorial, com a satisfação da edição do livro praticamente estar quase esgotada. Assim como as manifestações entretanto proporcionadas pelos mais variados meios.


Sobre a própria notícia, agora, eis a respetiva narração no SF:


Armando Pinto
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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Retinas Visuais da sessão de apresentação do livro


Do evento de sábado dia 16: Sessão de lançamento do livro "Luís de Sousa Gonçalves O SENHOR SOUSA DA IMO" em imagens - através de mais fotografias a retratar algo do acontecimento.


Armando Pinto
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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Em “Tá bem / tá mal” – a falta de um museu concelhio na cidade de Felgueiras


Porque vem de encontro ao que já por várias vezes foi referido pelo autor deste blogue, em crónicas no Semanário de Felgueiras e noutros locais, damos desta vez destaque neste espaço a algo que na passada semana foi publicado no mesmo Semanário de Felgueiras, numa das peças a cargo da redação do próprio jornal.

Sendo apenas registado o caso agora, porque não foi possível antes deitar os olhos à edição do jornal na passada sexta-feira, dia da saída a público e da normal distribuição pelo correio, visto não ter chegado então à nossa caixa de correio, nem entretanto até depois… como está a vulgarizar-se em anomalias desde que os correios de Portugal começaram a atrasar tudo, não só com o fecho de estações antigas em vilas e povoações, mas também com diminuição de pessoal da distribuição, etc. e tal.  

Refere-se o assunto por se vir agora dar conta do tema, assim, após termos ido buscar um exemplar em mão à própria redação do SF (embora proporcionando ocasião de conversar um pouco com o pessoal amigo de lá). Mas a tempo, contudo, de ver o texto que nos chamou a atenção e com o qual concordamos.

Pois a coluna que nos chama a atenção vem publicada na página 7 da edição do Semanário de Felgueiras da passada sexta-feira, 15 de novembro de 2019. A fixar para memória futura.

Ora, como em Felgueiras há alguns exemplos de edifícios construídos de raiz ou restaurados que ficaram sem função bem definida, para não dizer sem utilidade, como foi o caso da construção central da Praça Vasco da Gama e que felizmente em breve irá desaparecer, além de outros sem funcionalidade de aproveitamento devido, à vista normal de munícipe, o texto da chamada de atenção no SF vem a calhar, para que não seja dada uma ocupaçãozinha apenas ao histórico edifício do Grémio, proximamente a restaurar e requalificar.

Assim sendo, registamos aqui também essa coluna, cujo conteúdo expressa também a ideia de mais gente…


Armando Pinto    
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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Apresentação do livro mais recente do autor, sobre o Senhor Sousa da Imo


Na amena tarde do passado sábado, dia 16, teve lugar o lançamento do livro em apreço, em sessão solenizada como homenagem a um dos grandes homens da Longra, como foi o sr. Luís de Sousa Gonçalves, o eterno senhor Sousa da Imo. Conforme havia sido anunciado, na Longra, no salão grande do restaurante Quinta da Juventude Eventos e Espaços Verdes.

Passou assim esse dia e sobretudo o que estava associado, de modo a agora se poder descansar dessa canseira e respirar fundo de algum anseio vivido, visto tudo ter corrido bem, como se diz quando foi a contento. Tendo ficado a boa noção de ter valido a pena, pois, além do biografado merecer, fica assim perpetuado mais um dos bons motivos de interesse local, no sentido bairrista da preservação atinente à salvaguarda da memória coletiva.

Foi uma festa bonita, com emoção e sentimento de respeito, em todos os aspetos inerentes e correspondentes.

Desnecessário será descrever o que ali se passou, visto ter sido presenciado pela grande maioria das pessoas conhecidas e amigas, quer da própria terra como da região, do concelho e de outras terras, também. Mesmo porque a ocorrência deve merecer proximamente referência no Semanário de Felgueiras, pelo menos, como jornal em que o autor é colaborador. Bem como na rede social do facebook e na página criada sobre o tema, estão já diversas anotações relacionadas.

Assim sendo, basta juntar algumas fotos, para ilustrar a feliz concretização, como foi e é este livro que fica a completar mais o acervo histórico felgueirense.  


Armando Pinto

Volta pela imprensa regional - Nota no jornal TVS-Terras do Vale do Sousa


De jornais que deram notícia sobre o lançamento do livro recente do autor, há a referir ter chegado ao nosso conhecimento haver tal merecido atenção na semanal crónica do historiador lousadense Professor Luís Ângelo Fernandes, na respetiva colaboração ao TVS (jornal Terras do Vale do Sousa), na edição semanal do período de 14 a 20 de novembro.

Regista-se a atenção.

Entretanto, dando desde já aqui nota duma novidade, relativa ao labor histórico-literário do Prof. Luís Ângelo Fernandes: Estou também já com entusiasmo à espera do dia da apresentação do seu próximo livro, sobre a história do Ensino em Lousada. Livro esse que, além de tudo o mais, também interessa sobremaneira ao autor deste blogue, como antigo aluno do Externato Eça de Queirós, assim como por saber que conterá algo da professora e poetisa Maria Camélia, que ficou ligada a Lousada e Felgueiras...

Armando Pinto