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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Exercício de memória em tempo de confinamento: Algo dos princípios do Carnaval da Longra

Estando-se nesta era de inícios da década dos anos 20 do século XXI em plena pandemia do Coronavírus/Covid-19, neste ano de 2021 não será possível haver Carnaval, devido ao malfadado vírus que impõe confinamento social, na esperança de poder erradicar-se essa peste.

Assim sendo, resta assinalar-se a quadra da melhor forma possível. E, além de se poder mesmo assim vincar a data na própria terça-feira com o tradicional cozido à portuguesa bem recheado de carnes e acessórios de chouriços-mouros, salpicão, batatas e hortaliças, mais sobremesa do serrabulho doce tão típico da região, há também que recordar antigas folganças, na tradição local. Vindo à lembrança o já tradicional Carnaval da Longra, que nos primeiros tempos tinha o corso carnavalesco no Domingo Gordo, enquanto havia cortejo na cidade de Felgueiras na terça-feira seguinte, e depois se impôs mesmo com a realização do desfile alegórico no próprio dia de Carnaval na Longra, onde passou a haver o Corso Carnavalesco mais importante da região felgueirense, em moldes organizados. Incluindo concurso de trajes e grupos de caretas, ao final das tarde, e à noite o velório, enterro e queima do Entrudo.

Como tal, lembrando antigas realizações do mesmo, apraz aqui e agora recordar, através de fotografias e duma reportagem jornalística (In Semanário de Felgueiras, em 1998), algo dos princípios do mesmo Carnaval da Longra. Sem mais explicações, que as imagens falam por si.

Nota Bene: Correspondendo a algumas questões surgidas em mensagens privadas, há a notar o seguinte: - É verdade, conforme é do conhecimento aliás das pessoas da terra e outras com conhecimento de causa, que na região da Longra-Felgueiras sempre os mascarados de Carnaval foram e são chamados de CARETAS (com a, na vogal final, “caretas”). O nome ou termo “Caretos” é usual na região do Nordeste Transmontano e tornou-se mais conhecido recentemente por via das reportagens televisivas sobre as tradições carnavalescas de algumas aldeias típicas de Trás-os-Montes. Se realmente consta nalgum estudo sobre o interior do Douro Litoral, essa confusão, isso pode ser derivado a certos trabalhos cujos autores confiaram em informadores menos esclarecidos e sem conhecimentos da realidade no terreno. 

Armando Pinto

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segunda-feira, 4 de março de 2019

Buracos…!


Há pouco tempo ainda foi aqui feita menção do caso da danificação existente na bifurcação da Rua Verdial Horácio de Moura com a Rua Conselheiro Dr. António Mendonça, na Longra. Ou seja na subida de quem vem do lado do rio e chega à via principal, à Estrada 207 de ligação Felgueiras-Lousada. Com o incompreensível desleixo decorrente.

Ora, nesta segunda-feira antecedente ao Carnaval veio uma equipa da Câmara Municipal de Felgueiras reparar algo disso, sendo “tapados os buracos”, mas sem que tenha sido levado o lixo derivado, das pedras saídas com a passagem de veículos sobre o piso danificado, mas também com as pedras soltas, tipo gravilha, do que foi agora retirado aquando do enchimento dos buracos com alcatrão.


Na ocasião estava outro carro de lixo a proceder a outros trabalhos que nada têm a ver com o caso, que apenas se refere para não haver confusão, visto ter sido captado na ocasião. Simplesmente dando para ver como enquanto o carro do lixo levava um contentor a despejar e o pousava de novo, foi feito o trabalho de tapar os buracos. Apenas que enquanto o outro carro levou o lixo que tinha de levar, já no caso da caminheta dos trabalhos da estrada não só ficou o que já estava depositado como ainda foi amontoado mais…


Pois então, como no artigo anterior deste blogue foi aflorado o tema do carnaval, até parece que vem a propósito notar que há coisa que continuam a não ser levadas a sério.


Na oportunidade há pois duas vertentes a considerar: Primeiro, é de louvar que tenha sido consertado o estado da referida via municipal, de ligação da Longra até ao Nicho de Rande, desde a carvalha da Padaria, na Longra, até à estrada para o cruzeiro de Rande e continuação para Barrosas-Idães; assim como foi feito em menos de um minuto o que levou meses a merecer atenção de quem de direito. Por outro lado, em segundo lugar, lamenta-se que não tenha sido feito trabalho completo, ficando por limpar o que estava amontoado e passou a ficar ainda mais atulhado na berma.

Acreditando-se que nos serviços competentes da Câmara Municipal haja pá e vassoura para o efeito, fica o reparo antes que esse montão de lixo vá entupir mais as entradas das águas pluviais próximas.


Também na pertinência do Carnaval e do "boneco de cartaz" que está no Largo da Longra, deverá também alongar-se mais abaixo a vista, estando o altaneiro Entrudo a chamar a atenção para tudo o mais em volta.  

Armando Pinto
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Sinal do Carnaval da Longra


Já se encontra ao cimo do poste central do Largo da Longra o tradicional boneco carnavalesco, a anunciar a chegada do Entrudo, quanto à realização próxima do carnaval da Longra.

Trata-se dum “macaco”, como por aqui o povo normalmente chama, feito de trapos e vestido com roupas velhas, que costuma ser posto no centro de confluência da região. Em sinal, afinal, como é, ao género de manifestação no calendário, de apresentação popular respetiva.

Esse boneco figurado, depois, irá ser o “defunto” queimado no fim de tudo, no encerramento do funeral do Entrudo e após ser lido o tradicional testamento, sendo então cremado “o dito cujo” na noite de Carnaval.

Em vista dessa sensação engraçada, colocamos aqui e agora a sua visualização, em panorâmica e mais de perto, para registo óbvio; e, ao mesmo tempo, para que (a quem não conhece ou não tenha possibilidades momentâneas de ver) possa haver ideia de tal essência, algo singular.



Armando Pinto

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval / 2014: Corso Carnavalesco da Longra


Numa amena tarde chuvosa, do  inverno que não tem querido largar o ambiente desta zona sousã, decorreu em tons festivos e semblantes animados o tradicional Corso Carnavalesco Longrino, numa organização que primou pela continuidade de tal louvável realização, dentro dos moldes já usuais, mas sempre interessantes e apelativos. 

Pese as contrariedades meteorológicas, cujos efeitos afastaram algum público, teve contudo assinalável afluência o cortejo decorrido na tarde deste dia de Carnaval, na Longra, perante número condigno de participantes que quiseram, mais uma vez, correr o entrudo.

Melhor que muito fraseado, mais, aqui ficam algumas imagens a descrever visualmente esta ocorrência que faz parte dos bons hábitos anuais da região.


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© AP –  C/ direitos e créditos: blogue “Longra Histórico-Literária”
Armando Pinto

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Carnaval da Longra – Felgueiras / 2013!


Pela 17ª vez, em dezassete anos consecutivos, realizou-se mais uma vez, este ano, o tradicional Carnaval da Longra. Corso Carnavalesco, este, que tem sido organizado oficialmente desde 1997: primeiro através de organização da Direção da Associação Casa do Povo da Longra, depois do Grupo de Teatro e do Rancho da mesma Associação, e, por fim, após a Longra ter passado a vila, desde 2004 tem havido realização em parceria conjunta de algumas Juntas de freguesia da área da vila e outras organizações sócio-culturais.


Sem necessidade de muita legendagem literária, pois as imagens praticamente falam por si, bem como da importância que este cortejo já detém; e continuando sempre com a ideia de registo; guardam-se aqui e agora algumas fotos do mesmo desfile, na versão de 2013.

















Armando Pinto 

© == Direitos da autoria deste blogue == 

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