Espaço de atividade literária pública e memória cronista

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Carnaval da Longra / 2026 - Desfile do tradicional Corso Longrino


Perante uma tarde agradável, sem chuva e assim a contrariar o ambiente dos dias recentes, o dia de Carnaval trouxe à Longra mais umas horas alegres e engraçadas do desfile de Entrudo. Tendo mais uma vez decorrido o Corso Carnavalesco Longrino, já com tantas e boas tradições, que este ano desfilou pela 30.ª vez, em moldes organizados, contando com figurantes caretas e carros alegóricos.

Visto isso, em mais um registo anual do carnaval da Longra, guardam-se aqui imagens da edição de 2026 deste acontecimento, com uma galeria fotográfica de reportagem alusiva, com fotos captadas pelo autor deste blogue.










































Armando Pinto

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Máxima memoranda - citação dum historiador de tarimba…!

 

«O Amor à terra pode constituir uma boa razão para a História Local, porque o amor é mais perfeito e mais forte quando se apoia no conhecimento. Quem conhece a História da sua terra pode amá-la com mais consistência.»

( Francisco Ribeiro da Silva - historiador e professor universitário )

Citei.  E só posso dizer: Amém!

Armando Pinto

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Falecimento da D. Amélia Noronha - a senhora “Dona Amélia do senhor Sousa” da Longra

Faleceu esta sexta-feira, 13 de fevereiro, a senhora D. Maria Amélia Noronha, da Longra. Estava com 97 anos, em longa e marcante vida, essa senhora conhecida popularmente como “Dona Amélia do senhor Sousa”, esposa do senhor Luís Sousa da IMO.

Pessoa que ficou deveras associada à Escola Primária da Longra, conforme faz parte da história local e memória coletiva, foi por isso a D. Amélia referida no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”,  também na parte respeitante à escola. Havendo sido sua vida ligada ao ensino deveras influente em todo o seu percurso de vida, desde a vinda para a região de Felgueiras e fixação afetiva, familiar e residencial na Longra. Como está descrito no livro “Luís de Sousa Gonçalves O SENHOR SOUSA DA IMO".

A D. Amélia, Maria Amélia de Noronha e Abreu, nascida a 22 de julho de 1928, era natural de Ribeira de Pena, mas fixou-se na Longra desde o "Ano Lectivo" de 1952/1953, primeiro a viver hospedada por via de ter vindo exercer o seu mister do magistério primário na região, e depois casada e constituindo família, tendo ficado na Longra para a sua vida toda. E aqui foi efetivamente a professora com mais anos de trabalho na Escola Primária da Longra, desde a antiga do velho casarão de pedra, até à nova do edifício ainda atual. Permanecendo assim seu nome ali para sempre. Esteve depois ligada a diversas organizações comunitárias, tal foi na Conferência Vicentina de S. Tiago de Rande e S. João Baptista de Sernande e na Universidade Sénior de Felgueiras (sobre cuja existência escreveu em 2011 a “História da USAF Universidade Sénior e do Autodidacta de Felgueiras”, em género de diário das atividades da mesma organização).

Entretanto, a D. Amélia teve ainda outras participações, como no caso da apresentação do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, em 1997, na Casa do Povo da Longra, em cuja sessão fez parte da mesa de honra, a convite do autor, incluindo haver discursado a propósito (momento a que se refere a imagem do instantâneo fotográfico do cimo deste artigo em sua memória). 

Anos mais tarde, voltou a estar presente na apresentação de um outro livro, então na assistência, por na mesa estarem outros seus familiares, na sessão de lançamento do livro “Luís Gonçalves: Amanuense-Engenheiro da Casa das Torres”, em 2014, na cidade de Felgueiras e precisamente no edifício da casa projetada pelo popular arquiteto do desenho dessa mansão histórica.

E, por fim, naturalmente, em 2019 foi figura de relevo na apresentação, na Longra, do livro sobre seu marido, intitulado “Luís de Sousa Gonçalves O SENHOR SOUSA DA IMO.

Descanse em paz, senhora Dona Amélia da Longra!

Armando Pinto

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

(Mais outras) Fotos com história de "Colegas de Escola e Amigos"… remontando ao tempo dos acampamentos da "Liga de Rande"…


Ainda na continuidade de reavivar lembranças de tempos idos através de fotografias, desta feita é vez de publicar duas fotos do tempo em que os então jovens do grupo da Liga Eucarística dos Homens de Rande faziam anualmente um convívio de campismo no ambiente da natureza, pelo verão, por via de acampamentos, ao jeito de se fazerem de campistas, em Santana, perto das capelinhas desse alto de Rande. Convivendo assim por meio dessa prática de permanecer temporariamente ao ar livre, usando tendas, no caso durante um fim-de-semana, desde sexta-feira até domingo. Sendo de um desses acampamentos, em 1966, as fotos que se publicam, primeiro da ida em direção a Santana, e depois alguns elementos junto a uma das tendas. Tendas essas que eram emprestadas pelo Padre José Barros, natural de Rande e ao tempo pároco de Vilarinho (freguesia de perto de Vizela, mas pertencendo a Santo Tirso). 



Estas fotos fazem parte do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, sendo os elementos conhecidos conterrâneos, entre os quais diversos que incluem o atual grupo dos “Colegas de Escola e Amigos”.

Armando Pinto

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

(Outras) Fotos com história de Colegas de Escola e Amigos - em recordações fotográficas dos antigos Rancho Infantil e Adulto da Longra mais da Marcha de S. Tiago dos anos 60…

Continuando a trazer à baila das lembranças algumas reminiscências visuais, de antigas andanças da juventude da região da Longra e arredores, em tempos idos, por inícios dos anos 60, recorda-se desta vez a participação de crianças da Escola da Longra no antigo Rancho Infantil da Longra; assim como os jovens já saídos da escola anos antes que formaram o adulto Rancho Folclórico da Longra; nos dois casos em 1961/62. E ainda, com inclusão de membros de ambas as formações, também a participação do mesmo Rancho, popularmente conhecido por Rancho das Quatro Barrocas da Longra, na Marcha de S. Tiago de Rande em 1963. Cujas caras e feições, desse tempo, se podem ver nas fotos que se publicam aqui e constam do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”.



Armando Pinto

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