Espaço de atividade literária pública e memória cronista

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Páscoa de 2025 (20 de abril) - Tradição Familiar e Paroquial - Compasso de Rande (Felgueiras)

 

Com um dia diferente no ambiente e mesmo na feição da meteorologia, viveu-se o dia de Páscoa de 2025 à maneira tradicional.

Então, mais uma Páscoa faz já parte dos dias memoráveis, com o Compasso Pascal de Rande cá em casa, em mais um momento de vivência familiar, na tradição que pelos tempos vem. Continuada que foi neste dia de Páscoa de 2025 a tradição dos dias de Aleluia, de pleno convívio familiar, em casa. E com a receção do tradicional Compasso Pascal durante a tarde, por sinal com tempo agradável, bem melhor que os últimos dias, e desta vez sem chuva à hora do Compasso, até. Recebendo a Visita Pascal em casa, à boa maneira de sempre.

Assim sendo, passado o dia festivo de apoteose à semana maior do ano, como faz parte da sensibilidade cristã e do maravilhoso clássico de sentido coletivo, esvai-se no sentimento humano o semblante entusiasta, para voltar a normalidade do calendário. Mas com a sensação de ter ficado algo tocante, mais uma vez.


Então, mais um dia de Páscoa passou e assim já decorreu esse acontecimento anual. Tendo-se mantido a tradição do Compasso, com o é usual pela região nortenha e particularmente tem sido vivido por terras de Felgueiras. E obviamente em S. Tiago Maior de Rande. Tal como costuma acontecer, pelo conhecimento pessoal, e continua a fazer parte da vida comunitária, na vivência paroquial. Conforme fica a assinalar a pagela desta Páscoa, entregue na Visita Pascal respetiva, com a qual fica encimado este apontamento.


Em registo deste ano, ainda, como quem escreve mais uma página no livro comunitário de afinidade comum, juntam-se algumas imagens relacionadas. Ilustrando-se esta memorização com algumas fotos da Visita Pascal à chegada e durante a mensagem de Aleluia e no beijar da cruz, aqui em casa. Mais a já habitual foto de conjunto, que é tradição cá da casa, com toda a gente presente. A registar a Páscoa de 2025 em Rande – Felgueiras, na nossa Família e com representação da nossa terra!


Armando Pinto

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sábado, 19 de abril de 2025

Feliz Páscoa!

 

Estamos na Páscoa, embora pelo tempo da meteorologia destes dias, em plena Primavera, quase pareça estarmos no Natal. Mas é chegada a Páscoa, tempo de reunião de família, quer à mesa em convívio e depois a receber a Cruz Paroquial na visita do Compasso Pascal.

– A todos os amigos, seguidores e leitores deste meu blogue “Longra Histórico-Literária” desejo uma feliz e santa Páscoa, com um abraço de Aleluia!

Páscoa de 2025

Armando Pinto

sexta-feira, 18 de abril de 2025

Missa Crismal da Sé do Porto, com especial menção ao Padre Manuel Joaquim entre os celebrantes das Bodas de Prata Sacerdotais em 2025!

Na Quinta-feira Santa, da comemoração da Instituição da Eucaristia, realizou-se na Sé do Porto a anual Missa Crismal, com a presença dos sacerdotes, diáconos e bispos da Diocese Portucalense. Tendo o Bispo Diocesano do Porto, D. Manuel Linda, destacado «o trabalho dos sacerdotes no serviço aos outros, promovendo a esperança, encorajando o diálogo e renovando a Igreja no discernimento e na unidade.» Então, na Catedral repleta de sacerdotes e diáconos, o bispo do Porto salientou «o serviço dos sacerdotes como o de autênticos “peregrinos da interioridade”, lembrando «o momento fundante da ordenação sacerdotal.»

Ali, no dia 17, como habitualmente, o bispo do Porto recordou os sacerdotes e diáconos falecidos durante o último ano e aqueles que neste novo ano celebram bodas sacerdotais de 25, 50, 60 e até 70 anos de serviço à Igreja. Entre os quais, dos sete que neste ano de 2025 celebram as Bodas de prata sacerdotais, de 25 anos da ordenação presbiteral, se conta o Padre Manuel Joaquim da Costa Ferreira, por isso ali nomeado também na Assembleia da Sé da Igreja Portucalense

Entretanto, durante a mesma cerimónia do dia de início do Tríduo Pascal, «após a homilia, os concelebrantes renovaram as promessas sacerdotais, o bispo abençoou o óleo dos catecúmenos e enfermos e consagrou o do crisma. Óleos que serão usados tanto na administração dos sacramentos do Batismo e da Confirmação como nas ordenações ou na consagração de uma igreja.»

Armando Pinto

(Imagem/Foto Miguel Mesquita, da página VP-Voz Portucalense, Semanário da Diocese do Porto, de onde se tiraram as partes indicadas entre parênteses.)

 

quinta-feira, 17 de abril de 2025

Grupo C E & A (Colegas de Escola e Amigos), sua simbologia relacionada com a Longra e Felgueiras, mais atualização do próximo Convívio…

 

Está em marcha o movimento para a realização dum encontro de convívio de várias gerações de Colegas de Escola e Amigos da Longra e arredores. Estando-se já na fase de inscrições, confirmações e pagamentos para o almoço que se vai realizar dia 10 de maio próximo. De modo a juntar amigos e conhecidos que andaram pela Longra em anos diversos e assim poder haver um reencontro de bons amigos. Havendo um grupo de WhatsApp criado para o efeito. No qual ainda poderão ser adicionados amigos que não tivessem tido conhecimento, mas estão a tempo de contactar com Pedro Teixeira, Armando Pinto e Alberto Ferreira. E, entretanto já mexe a iniciativa, como comprova uma bandeira com o brasão do grupo, recebida hoje por oferta amiga e que já está no meu escritório doméstico. Com simbologia do brasão e bandeira alusiva a caraterísticas locais – como entretanto foi e está explicado no grupo de WhatsApp.

Armando Pinto

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Casos de preservação e respeito pelo passado histórico e tradicional da nossa região…

Está ainda no limbo das questões o caso que se passa com o caminho da Calçada de Rande (como se sabe um caminho medieval da parte que resta do antigo percurso do Caminho de Santiago verdadeiro, que passava na região), de interesse público. Caminho agora e desde há muitos anos com atribuição toponímica oficial de “Travessa da Calçada”, com colocação devida da respetiva placa da toponímia de foro municipal. Cuja ocorrência ali acontecida por estes dias está ainda por esclarecer e urge resolver da melhor forma para a inerente preservação. Pois não se entende como um caminho assim antigo e histórico, que há muito deveria ter sido classificado oficialmente como de interesse público, pelo menos, possa ser destruído, ainda que parcialmente, e mesmo alterado, sabendo-se que em espaços públicos para qualquer intervenção tem de haver licença oficial. 

Esse caso demonstra como estudos de registo histórico ainda conseguem fixar à posteridade certos aspetos entretanto desaparecidos ou em vias de destruição. E levam a pensar como até há certos factos de menor impacto, mas com características de interesse memorial. Que se apontam como curiosidade, visto se não tivessem sido registados de algum modo se lhes perderia o rasto. Tal como se passa precisamente com os nomes de ruas, travessas e vielas que ainda preservam os nomes dos antigos lugares, a fazer memória do conhecimento popular. Visto saber-se que há antigos lugares em escrituras que já nem se sabe onde ficavam. E ainda há outros de características locais tradutoras da tradição oral. Como por exemplo acontece com nomes antigos de lugares, quão lembra os nomes dos antigos lugares de Valdomar de cima e de baixo, (hoje já só restando o de baixo, por o de cima ter desaparecido com o rasgamento e passagem da auto-estrada) em Rande. Sendo na versão escriturária dado o nome de Valdemar, mas na tradição popular e conhecimento comum sido e ser sempre Valdomar. Igualmente com o lugar das Chãos, no alto de Rande, que pelo nome feminino seria das Chãs, como foi alterado na escrita, mas o povo continua como antes a chamar-lhe lugar das Chãos, conforme constava em antigos documentos. Igualmente no nome da freguesia de Sernande, que pela regra gramatical seria Cernande, mas é escrita Sernande, segundo vem de tempos idos. Bem como na Pedreira, o lugar popularmente conhecido por Crasto seria Castro, de local de um antigo sítio castrejo, mas o povo e a tradição deram e dão conhecimento de Crasto, pela evolução popular. Entre diversos exemplos, em modo ciente de como a tradição é prova afinal histórica, também.

O caso do Caminho da Calçada de Rande tem ainda maior relevância por se tratar de um muito antigo local de passagem do itinerário dos Caminhos de Santiago, do trajeto que passava pela parte sul do concelho de Felgueiras, vindo de Cernadelo de Lousada e chegado a Rande já em Felgueiras após passagem pelo Unhão - como está descrito no livro historiador da região. 


= Fotografias originais (da parte de baixo e do cimo do caminho da Calçada de Rande), de captações fotografadas nos anos 80, do século XX. aquando da elaboração do livro em que ficaram depois impressas - "Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras". 

(Fotos do autor deste blogue e entretanto também cedidas pelo próprio ao Arquivo Municipal de Felgueiras, por acordo de cedência pessoal e institucional.)

Armando Pinto

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sexta-feira, 11 de abril de 2025

Artigo sobre a “PÁSCOA TRADICIONAL” no SF FELGUEIRAS JORNAL

 

Artigo, em modo de crónica, a rememorar a Páscoa Tradicional” da nossa região felgueirense, na edição do Semanário de Felgueiras de sexta-feira dia 11 de março, em sua página 10-Opinião/Cultura:

Armando Pinto

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quinta-feira, 10 de abril de 2025

FELGUEIRAS – Escola EB 2, 3 D. Manuel Faria e Sousa - Concurso de Maquetes de Castelos 🏰 "Um Olhar sobre um Castelo" – Ano Letivo de 2024/2025

 

No âmbito das atividades letivas do Agrupamento de Escolas D. Manuel Faria e Sousa, decorreu a iniciativa Concurso de Maquetes de Castelos 🏰 "Um Olhar sobre um Castelo". Tendo sido por fim apreciados e escolhidos os melhores exemplares do tema a concurso.

Do mesmo Concurso da Escola D. Manuel Faria e Sousa, a entrega do 1.º Prémio e Menções Honrosas teve lugar na Biblioteca Escolar do Agrupamento, no dia 2 de abril, pelas 15:00 horas, com a presença do Sr. Diretor, Professor António Sousa, que procedeu à entrega dos respetivos prémios.

É de salutar apreço a arte dos trabalhos apresentados a concurso, que estiveram expostos no polivalente da escola sede do agrupamento, na cidade de Felgueiras. Tendo o 1.º Prémio do Concurso de Maquetes de Castelos sido atribuído a Tiago Pinto, do 5.º A. 

Tiago Pinto, de 11 anos, da Longra. 

Do facto regista-se a ocorrência, através de imagens que dispensam legendas.


(Fotos da página FB de Agrupamento de Escolas D. Manuel de Faria e Sousa)

 Armando Pinto

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