Dia 19 de MARÇO é o Dia do Pai, numa data comemorativa que homenageia anualmente os pais. Cuja tradição está enraizada e tem contornos deveras afetivos nos laços familiares. Ocasião em que a descendência mostra ao progenitor sua afeição, de variados modos naturalmente, enquanto um pai sente que vive plenamente a paternidade, na história sentimental da família.
É assim aqui o tema deste dia, nesta ocasião. Tal como pessoalmente, na vida particular, tenho o meu pai como meu herói, desde que me lembro e continuarei a lembrar pelos tempos fora. Tanto que desde pequeno me recordo de ficar orgulhoso quando ouvia dizer que ele criara uma sirene melhor e muito diferente de quaisquer outras, para a empresa em que trabalhava, quão (a sirene da Metalúrgica da Longra!) era uma referência para toda a vasta região onde chegava a longa distância, a pontos que servia inclusive como sinal de previsão meteorológica, conforme fosse ouvida, até terras de Lousada e Celorico de Basto, mediante testemunhos conhecidos. E extensivamente ainda me orgulho dele ter sido distinguido com o Prémio da Associação Industrial Portuense, galardão com que foi o único felgueirense assim reconhecido.
Tal como sou pai e sei como é ser visto pelos meus filhos. Num sentimento que transporto para aqui, como espaço de memorização afetiva.
Então eu que sempre pensei que não há pai como o meu pai, no dizer popular de que "não há pai pró meu pai", também penso assim dos filhos, de modo que se tivesse de repetir tudo na vida, a minha vida seria da mesma forma, para ter a minha família!
Armando Pinto






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