Espaço de atividade literária pública e memória cronista

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Curiosidade sobre a Felgaridade de Artur Coelho… em apontamento da Crónica Desportiva em 1957


Ainda relacionado com o livro “Ciclistas de Felgueiras”, apresentado publicamente ao início da Primavera deste ano de 2020, antes ainda do surto pandémico... e, no caso agora a anotar, quanto à naturalidade do ciclista internacional Artur Coelho, visto ser Felgueirense quando muita gente do mundo do ciclismo pensava que era natural de Vizela, onde residiu também… e mesmo porque em Felgueiras eram poucos os felgueirenses que sabiam do facto, visto não haver muita gente já desses tempos e menos ainda conhecedores de muitos factos de outrora… traz-se agora à liça algo de um interessante apontamento publicado na antiga revista Crónica Desportiva, em seu n º 6,  de 19 de maio de 1957 – cuja exposição, sobre os ciclistas que integraram a Seleção Nacional representativa de Portugal na Volta a Espanha, nesse ano, se refere à terra de Artur Coelho de modo curioso, à vista panorâmica da mediatização local, ao tempo.

Dessa coluna retiramos, para este efeito, a parte respeitante ao Artur Coelho, naturalmente com as partes de apresentação e conclusão, também. 


Armando Pinto
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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Padre José Augusto, da Aparecida (Lousada) e conhecido aficionado do “Picadeiro” de Sernande (Felgueiras): Novo pároco para Paços, Lamoso, Meixomil e Penamaior (Paços de Ferreira)


Por deliberação canónica, o bispo do Porto, D. Manuel Linda, nomeou o Padre José Augusto Ribeiro Ferreira para pároco das paróquias de Paços de Ferreira, Lamoso, Meixomil e Penamaior. Assim o Padre José Augusto deixa a até agora sua freguesia da Aparecida, mais a paroquialidade de Aião, na zona de fronteira dos concelhos de Lousada e Felgueiras, e regressa à região da sua terra natal – sendo natural de Ferreira. Saindo da paróquia de Aparecida, em Lousada, onde realizou um trabalho pastoral de excelência.

Estão de parabéns as paróquias que agora recebem o novo pároco e a quem o autor destas linhas deseja as melhores felicidades.

O Padre José Augusto, além de ter ficado conhecido pelas grandes transformações que operou no que com ele passou a ser o santuário da Senhora da Aparecida… era pessoa conhecida e estimada na área da vila da Longra, nas redondezas das até agora suas paróquias, pela também sua ligação afetiva ao picadeiro de Sernande, onde existe um complexo estrutural de escola e local de lazer de cavalos. Sendo que regularmente, nas suas idas aos cavalos, a Sernande, passava e parava na Longra para tomar o pequeno-almoço, ou lanchar, e conviver. Sempre simpaticamente acessível. A pontos que diversas famílias de paroquianos de Rande e Sernande, por exemplo, pediam sua amabilidade para fazer batizados e outras cerimónias na igreja de S. Tiago de Rande, particularmente, dentro das possibilidades do respetivo múnus e aprovação óbvia do pároco próprio. Como no caso pessoal do autor destas linhas, pois que o sr. Padre José Augusto foi quem batizou os meus netos – facto que é de registar, sendo eu amigo e inclusive com diversas afinidades ao pároco local.

O Padre José Augusto ficou ainda celebrizado por sua afeição à iconografia e significado amplo da Senhora Aparecida, como demonstrou no modo como apertou a si a pequenina mas valiosa imagem, de grande estimação na veneração popular de muitíssimas gerações (conforme bem mostraram as imagens televisivas, na ocasião), aquando da queda do andor gigante da romaria da Aparecida.

Armando Pinto

quarta-feira, 15 de julho de 2020

segunda-feira, 13 de julho de 2020

"Remembrança" do livro ELEVAÇÃO DA LONGRA A VILA, publicado em julho de 2003


Correspondendo a diversos pedidos, sobretudo de gente nova, em virtude de há muito estar esgotado o livro sobre a "Elevação da Longra a vila", recordamos o caso da edição desse livro que na ocasião foi escrito e publicado pelo autor, tendo logo ficado esgotado na própria noite de apresentação. Contando também o facto de sua edição ter sido em número reduzido de exemplares, atendendo ao curto espaço de tempo da escrita e publicação, mais por ser edição de autor, sem ajudas de custo. Acrescendo até que na saída inicial da tipografia teve impressão de apenas 50 exemplares, número que acabou por ser alargado a 100 à última hora em vista do interesse notado. Sendo assim simplesmente de 100 o número de livros desses existentes, naturalmente, como ficou a constar na ficha técnica.

Assim sendo, esse livro ficou a historiar a inesquecível ocorrência de 1 de Julho de 2003. Cuja envolvência ficou então descrita em livro, logo apresentado publicamente no imediato dia 4, em festa comemorativa, na Casa do Povo da Longra.


Ora, por tais motivos, desse pequeno livro depressa ter esgotado, numa tiragem algo limitada devido a ter sido escrito em corrida contra o tempo - e como tal foi apresentado dias depois da elevação, na festa levada a cabo na sexta-feira imediata, ao início do fim de semana seguinte, portanto – repõe-se aqui e agora uma singela visão da respetiva edição.

Para o efeito, procurando corresponder aos desejos de pessoas interessadas, apresenta-se o respetivo conteúdo em digitalização. Quer para possibilitar reimpressão, a quem não teve possibilidade de aquisição, bem como oportunidade de leitura em moldes clássicos, através de formato em papel - apresentado também em 2003, como se recorda em visualização acima

Eis as páginas do livro em questão de apreço:


























Armando Pinto 

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 Podendo recorrer-se ainda a aumento do zoom ===


30.º Aniversário da Cidade de Felgueiras


Perfaz nesta data 30 anos desde a elevação da antiga vila de Felgueiras à categoria de cidade. Facto ocorrido a 13 de julho de 1990, quando se deu a aprovação oficial na Assembleia da República, em Lisboa. Sendo assim naquela sexta-feira aprovada a respetiva proposta apresentada, cujo texto esteve a cargo do então jovem advogado felgueirense Dr. Miguel Mota, naquele tempo com funções ao género de assessor da presidência da Câmara Municipal, na gerência do Presidente Júlio Faria, eleito em lista do PS. Havendo essa que foi a primeira proposta entrada na AR em Lisboa, para efeitos legais, sido apresentada pelo Grupo Parlamentar do PCP, seguida depois por outras de outros partidos  de teor idêntico, também (projectos de lei n.ºs 211/V (PCP), 301/V (PS) e 476/V (PRD), foi a correspondente elevação aprovada então na V LEGISLATURA, 3.ª SESSÃO LEGISLATIVA (1989-1990), em REUNIÃO PLENÁRIA DE 13 DE JULHO DE 1990, sob presidência de Vítor Pereira Crespo.

(Para MEMÓRIA: Teve interferência na apresentação da respetiva proposta o então deputado comunista Júlio Antunes, ao tempo residente em Felgueiras, cidadão de naturalidade minhota que veio para Felgueiras trabalhar na Metalúrgica da Longra. Sendo Júlio José Antunes, na época da respetiva ocorrência, deputado do PCP com funções de  um dos secretários da Assembleia, a proposta teve legalmente como primeiros signatários outros deputados do mesmo partido. Como as idênticas propostas dos restantes partidos tiveram diversos deputados proponentes, de apoio a Felgueiras)


Lei essa depois publicada em Diário da República a 10 de agosto seguinte, com assinaturas do Presidente da República Mário Soares e do 1º Ministro Aníbal Cavaco Silva..


Está pois de parabéns Felgueiras cidade e o sentimento felgueirense, na ocasião deste XXXº Aniversário da elevação da antiga vila de Felgueiras à categoria de cidade. Assim como Barrosas, já que na mesma data se comemora também a elevação a vila da antiga povoação de Barrosas (cuja aprovação em 1990 respeitou à proposta do projecto de lei n.º 456/V, apresentado na AR pelo PCP).

De tal facto, para este caso de rememoração sobre a sede do concelho, anota-se a transcrição dessa lei, como se registou também no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras, à página 98. Enquanto em ilustração cimeira se anexa imagem do cartaz oficial divulgado publicamente pela Câmara Municipal de Felgueiras.


Armando Pinto
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sábado, 11 de julho de 2020

(Mais) Algumas recordações da ocasião de oficialização da Vila da Longra


Estando-se ainda no período comemorativo de mais um aniversário da vila da Longra, na passagem do 17º aniversário da respetiva aprovação nacional, apesar de localmente e entre iniciativas municipais não ter havido quaisquer ações comemorativas por quem de direito oficial, continua-se aqui a não deixar passar despercebido o contexto.

Assim sendo, além do que se escreveu no mais recente artigo publicado no jornal Semanário de Felgueiras, na pertinência da ocasião avivam-se memórias por meio de algumas das diversas recordações da passagem da Longra a vila.


As imagens dispensam comentários escritos, bastando o que transportam na essência de sua significância.

= Panorâmica da vila da Longra no tempo da sua elevação... (embora em imagem datada de 2005, mas captada m 2003, ainda sem o Edifício Vila da Longra, por exemplo.) 







Armando Pinto
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sexta-feira, 10 de julho de 2020

Artigo de opinião cultural no Semanário de Felgueiras – a propósito do recente 17º aniversário da Vila da Longra


No quadrante da passagem do 17º aniversário da elevação da Longra a vila, à passagem de mais um ano desde a aprovação oficial na Assembleia da República Portuguesa da categoria da Longra como vila, após anteriores aprovações nas assembleias de freguesias da área, mais da Assembleia Municipal e executivo da Câmara Municipal de Felgueiras, em 2003, está ainda na memória coletiva tudo quanto isso representou e envolve. Vindo mais à lembrança agora que passou mais um aniversário, apesar de não ter havido comemoração oficial. 

Nesse âmbito, versa sobre o tema o artigo do autor na habitual crónica com espaço no jornal Semanário de Felgueiras. Que para aqui se transpõe, para efeitos de registo.


A propósito...

= Imagem com 17 anos também: Elevação da Vila da Longra na 1ª página do Semanário de Felgueiras, edição de 4 de julho de 2003 =

Armando Pinto
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