Espaço de atividade literária pública e memória cronista

terça-feira, 24 de agosto de 2021

Rememoração: Lembrando o 1.º Passeio Anual do Rancho Infantil e Juvenil da Casa do Povo da Longra

Tinha o jovem Rancho da Longra, fundado em Maio de 1994, ainda pouco tempo mais que um ano de vida quando, no verão de 1995, ocorreu o primeiro passeio anual do agrupamento, em excursão de lazer de todos os seus membros, ao tempo. Numa viagem diferente das habituais, fora das deslocações derivadas de viagens para atuações em festivais e festas do respetivo calendário programado. Ocorrência essa que (além naturalmente de fotos que ficaram no original museu do Rancho, na galeria de quadros), se pode recordar também aqui por imagens coevas, de fotografias do álbum particular do autor.



Armando Pinto

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(Mais) Um testemunho documental de interesse felgueirense: O Livro Oficial da Volta a Portugal de 2021

 

Por mais voltas que se deem, o ciclismo de competição desportiva, através especialmente da tradicional Volta a Portugal, é um fenómeno popular que arrasta multidões e desperta atrativas paixões. E todos os anos dentro dessa realização há uma publicação que anuncia, regista e fica a marcar cada edição: o “Livro Oficial da Volta”. Por meio do qual depois, e ao longo dos tempos, se consegue fazer a memória dessa clássica corrida que percorre o país de lés a lés, nuns anos por uns sítios, noutros por diferentes lados e assim sucessivamente, até alguma ou mais vezes ter passado às terras de cada qual dos entusiastas seguidores.

Esse mesmo livro oficial, como tal, é um dos artefactos relacionados que mais interesse despertam também nos colecionadores de adereços identificativos do ciclismo competitivo. Algo que desta feita também consegui obter e guardar, por esforço pessoal de obtenção. Passando assim a ser mais um testemunho de registo duma ocorrência de grande relevância felgueirense, por Felgueiras ter feito parte das etapas da Volta a Portugal em bicicleta e por conseguinte constar nas páginas deste livro respetivo. Que já faz parte da biblioteca doméstica aqui do autor destas anotações memorizadoras.

Armando Pinto

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segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Ainda sobre o Conselheiro Dr. António de Barbosa Mendonça – na visão de um sobrinho-neto (num discurso oficial em 2014 )

O Conselheiro de Rande, como era mais conhecido popularmente o Conselheiro Doutor António Mendonça, da Casa de Rande – solar que deu origem à denominação da freguesia do mesmo nome, por ser também do nome do presor fidalgo fundador da resultante freguesia de tempos remotos – foi figura histórica que faz parte incontornável da memória coletiva da região. Como está descrito seu curriculum vitae no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, e também ainda recentemente foi ilustrado num pequeno filme da interessante série que o amigo e historiador felgueirense Carlos Ferreira tem vindo a fazer sobre figuras ilustres de Felgueiras.

Além disso e outras referências que lhe têm sido dedicadas, há um outro testemunho mais familiar, conforme lhe foi dedicado em discurso proferido por seu sobrinho-neto Dr. Albano Mendonça – em discurso em Maio de 2014 aquando de homenagem comemorativa dos 100 anos da chegada do comboio à Longra, de que ele foi um dos obreiros. Cuja oração, por ser mesmo de sapiência, merece registo, partilhando-se textualmente o que foi escrito e proferido então pelo amigo Dr. Mendonça do Coto, atualmente médico no Algarve e proprietário da Casa de Valdemar (conforme o nome oficializado, mas localmente sempre conhecida por Casa de Valdomar):


= Retrato do Conselheiro de Rande em quadro pintado existente na casa da Misericórdia do Unhão (com anexa imagem da Casa de Rande, de arquivo do autor destas anotações) =


= Retratos do Conselheiro de Rande e de sua filha Guilhermina, a popular Menina de Rande, em quadros pintados pela própria menina Maria Guilhermina Mendonça e que estavam na sala de visitas da Casa de Rande (até ter sido vendida).



= Casa de Rande, ao tempo de sua venda, sendo então ainda habitada a área do solar.


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= Anotação pessoal, referente ao dia e à ocorrência…

Nota: A imagem de cima reporta o Conselheiro já em idade mais avançada de sua vida, sendo foto de arquivo pessoal e, tal como as outras, teve publicação no livro  “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”.

Armando Pinto

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sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Memórias do mega passeio excursionista de todo o pessoal da Associação Casa do Povo da Longra, em 21 de Agosto de 2004… à Peneda!

O tempo passa mas as memórias ficam. Bem como passam as pessoas mas as instituições continuam e devem permanecer. Tal o exemplo duma inesquecível realização ocorrida a 21 de Agosto de 2004, ainda na gerência aqui do autor destas linhas à frente dos destinos da Casa do Povo do Povo da Longra. Como foi há 17 anos, já (pela conta deste lembrete de 2021, em que até coincide o dia em ser sábado, igualmente, neste ano em curso)… recordando-se o grande “Passeio” de toda a gente que se incluía e andava então nas atividades da Associação Casa do Povo da Longra. Como então fomos em inesquecível Excursão de convívio desde a Longra, passando por Guimarães, Arcos de Valdevez e Soajo, até ao santuário montanhoso da Senhora da Peneda, no cimo do parque natural da Peneda-Gerês.

Na ocasião foram 2 grandes autocarros cheios de passageiros de pessoal afeto à Associação Casa do Povo da Longra, indo todo o mundo devidamente esclarecido da essência de tal realização, conforme estava explicado no desdobrável panfleto escrito pelo presidente da instituição e que foi distribuído por todos os excursionistas logo à entrada nos autocarros, à saída da Casa do Povo da Longra.

Ocorrência essa que bem permanece nas boas recordações de muita e boa gente, quão faz parte da história da instituição Casa do Povo da Longra e das suas anexas seções, sendo que foi então toda a gente dos diversos departamentos que ao tempo existiam na casa, os Grupos do Rancho, dos Cavaquinhos, do Teatro e dos Fados, cujos elementos, mais os diretores e os associados que se quiseram associar, puderam assim confraternizar num dia pleno de convivência cultural e ambiental.

De tal dia, além de tudo o mais, ficaram as recordações impressas nas fotografias que cada um captou, como as que estão guardadas nos álbuns particulares do autor.

Armando Pinto

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Felgueiras festejou publicamente a vitória da equipa felgueirense e portista W52-FC Porto na Volta a Portugal em bicicleta / 2001

  

No final da tarde e pela noite do domingo 15 de agosto houve festa azul e branca também em Felgueiras, graças ao saboroso triunfo de Amaro Antunes e toda a equipa W52-FC Porto na oficial 82ª Volta a Portugal. A Grandíssima Portuguesa de 2021.

Depois das emoções vistas desde Viseu, à noite houve receção em Felgueiras, concelho do interior do distrito do Porto. Onde, nos Paços do Concelho de Felgueiras, foi publicamente assinalada a grande vitória da equipa W52-FC Porto, festejada então no concelho em que tem sede social e de onde são oriundos e laboram seus principais patrocinadores desta equipa felgueirense e portista campeã de Portugal!  

Em boa e nobre atitude do Executivo Municipal liderado pelo atual Presidente Nuno Fonseca, a que se associaram muitos munícipes felgueirenses que gostaram dessa ocorrência. 

Também lá estive, como não podia faltar! (Cuja presença aparece registada nestas fotos das páginas informáticas da Rádio Felgueiras e do Semanário de Felgueiras)

Tendo Felgueiras gratas tradições no ciclismo nacional, como aliás está expresso no livro "Ciclistas de Felgueiras", editado por iniciativa do autor (cuja publicação ocorrida no sábado 7 de março de 2020, na Biblioteca Municipal de Felgueiras, resultou então no último ato publico felgueirense antes das restrições do confinamento  derivado da pandemia Covid), houve mais uma vez  razão de manter essa tradicional ligação, desta feita pela grande vitória da equipa de ciclismo que está sediada em Várzea  onde, após a saída do autocarro e caravana dos ciclistas e seus acompanhantes do centro da cidade de Felgueiras, se desenrolou depois grande manifestação popular de regozijo, até por fim ter tido lugar na Refontoura um jantar de confraternização dos vencedores e seus familiares, no restaurante Caffé-Caffé, do amigo Vitor Carvalho (de cuja página do facebook se partilham as fotos correspondentes).

Uma vitória, esta, que é mesmo especial, no acerto das edições da Grandíssima Volta Portuguesa, sabendo-se que além das 82 edições numeradas, houve mais, como especialmente ainda há um ano a chamada Especial, por ter sido somente organizada pela Federação Portuguesa de Ciclismo e não pela empresa concessionária, devido à pandemia Covid. E o final foi emotivo por toda a envolvência, mediante as dificuldades lutadoras das equipas adversárias da mais forte equipa, que mesmo assim soube vencer. Sem haver atenuantes para a queda no contrarrelógio do segundo classificado, visto (apesar de estar a ser escamoteado da visão pública na comunicação regimental) no mesmo contrarrelógio final o Amaro ter sido vítima de um adepto “contrário” que o tentou amedrontar e quiçá tentar derrubar, colocando-se de supetão à sua frente na respetiva passagem… além de na véspera também ele, o Amaro Antunes, ter tido azar no percalço que o retirou na disputa da arrancada final da etapa do Monte Farinha.

Mas o que é bom é mesmo melhor, e o FC Porto mais uma vez deu essa grande alegria aos portistas como o autor destas linhas. Sim, a mim também que, após as emoções em casa diante do computador e por fim do televisor, estive depois à noite na receção, em Felgueiras, na sede de concelho da terra do “sponsor special” sr. Adriano Quintanilha, e já agora também do autor destas linhas e possivelmente até autor de alguma publicação também especial sobre ele…

Pois o que conta é mesmo isso, por mais que custe a quem desejava o contrário. Nomeadamente àqueles que esquecem quando Benfica e Sporting andaram associados a empresas e tiveram sedes das suas equipas de ciclismo nas localidades dessas empresas, andando agora com esfarrapados pretextos. Sendo de bradar até que um clube que tem uma roda de bicicleta no seu emblema não tenha atualmente ciclismo e o outro que se gaba de rei da selva não ser capaz de reinar no desporto que passa pelos sítios de toda a gente…!

Assim sendo, neste espaço de memorização felgueirista, regista-se a receção acontecida na noite de domingo na Câmara Municipal de Felgueiras e partes das reportagens dos jornais O Jogo e Jornal de Notícias da segunda-feira seguinte - mesmo sem os autores dos títulos e dos textos não conseguirem disfarçar certa azia... que até satisfaz mais quem está satisfeito!

- Do Jornal de Notícias:

(... nesta lista há um engano: em 1983 o Marco Chagas já não  correu pelo FC Porto, mas então sim pela nova e episódica equipa da Mako Jeans - cuja formação, criada através de fuga de ciclistas do FCP para essa nova equipa, com a época já a começar, originou depois o afastamento do ciclismo por parte do FC Porto, durante largo tempo).  

- Do jornal O Jogo:

Armando Pinto

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