Neste dia, registado na foto, tínhamos menos uns anos bons…
Em 06-7-2002
A. P.
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Neste dia, registado na foto, tínhamos menos uns anos bons…
Em 06-7-2002
A. P.
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Foi já há 18 anos a elevação da Longra a vila, "coisa" que além do mais pode ser sempre relembrada no livro na ocasião publicado...
Passado este ano mais um ano, dessa fase que deveria ter sido comemorativa mas que passou esquecida, não pode passar em claro algo mais. Porque há uma área oficial da zona considerada da vila, como consta na Câmara Municipal (além de também na Assembleia da República, mais na Torre do Tombo) e já foi até publicado, estando então a vila da Longra incluída num território definido. Não podendo assim iludir-se quem quer que seja com inaugurações quer fora do dia próprio, quer dentro da união de freguesias, mas fora da área urbana oficialmente atribuída à vila.
Posto isto, e por se estar ainda dentro deste período
assinalável, recorde-se o que em tempo oportuno foi publicado no Boletim Municipal
“Felgueiras + Informação”, de abril de 2007, sobre a Regeneração urbana e
Mobilidade - Requalificação de Espaços Públicos nos Centros Urbanos – Longra; e
de julho 2017 in “Regeneração Urbana Avança”… para se fazer cotejo ao que foi
depois realizado e não está ainda completamente concluído.
Armando Pinto
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Completa-se neste dia 1 de julho de 2021 já 18 anos da
elevação da Longra a vila.
Estando-se assim no dia que deveria ser oficialmente comemorativo, e à falta de lembranças oficiais, relembra-se aqui o facto de mais este aniversário da vila da Longra, na passagem do 18º aniversário da respetiva aprovação nacional.
Sem qualquer anúncio de alguma iniciativa de cariz institucional, tal como vem sucedendo nos anos recentes após a alteração administrativa, ou seja com a união de freguesias que tem desmotivado e desleixado tudo, passa assim mais um aniversário da vila da Longra em silêncio ensurdecedor. Mesmo, contrariamente ao que foi acontecendo por outros lados do concelho de Felgueiras, nem no dia próprio há alguma coisa, como por exemplo no parque infantil, recentemente alvo duma intervenção, também... Sem poder haver desculpas da pandemia, pois estes acontecimentos sem nada acontecer vêm de tempos anteriores às restrições derivadas do Covid.
Ora, apesar de localmente e entre iniciativas municipais e locais não haver no próprio dia, pelo menos, quaisquer ações comemorativas por quem de direito oficial, continua-se aqui a não deixar passar despercebido o facto e seu contexto.
Assim sendo, na pertinência da ocasião avivam-se memórias
por meio de algumas das diversas recordações da passagem da Longra a vila.
Pois, como se costuma dizer, palavras leva-as o vento, mas o
que é escrito perdura. Foi e é assim que por meio do que ficou escrito e publicado,
está perpetuado, de modo a saber-se, da antiga existência dum clube pioneiro na
prática desportiva de atletismo em Felgueiras, o Real Clube dos Carvalhinhos,
fundado em 1978. Tendo em 1979 sido publicado um pequeno livro, em género de revista, a talhe comemorativo de
seu 1º aniversário. No qual está registado ter tido primeira Direção eleita com Fernando Meireles a presidente, Abílio Pedro Teixeira vice-presidente, Armando
Moreira no Conselho Técnico, na Assembleia Geral Agostinho Rocha, no Conselho
Fiscal Fernando Ventura, mais uma longa lista de dirigentes vogais, tesoureiro,
secretário, etc.
Dessa publicação, além da capa (cujo rosto encima este
artigo de lembrança), ilustra-se a recordação com imagens de simples amostra de
algumas das suas muitas páginas. Com a curiosidade de na nesma revista constarem poemas de dois elementos do antigo CCRL (Centro Cultural e Recreativo da Longra).
Armando Pinto
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Com efeito, decorreu no passado sábado, dia 19 de junho, uma jornada
cultural interessante sobre o Penedo das Pegadas de S. Gonçalo, um exemplar do
património chegado à atualidade provindo de eras remotas, no concelho de
Felgueiras.
Tal realização teve início durante a tarde com uma
conferência proferida pelo Dr. Renato Henriques (da Universidade do Minho) e do
Dr. José Ribeiro (do Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de
Felgueiras), numa sessão que teve lugar nas instalações da Villa Romana de
Sendim. À noite, em Varziela (no respetivo sítio, também de fronteira entre Sernande
e Varziela, hoje um campo de vinha, de transformação de antiga mata), foi
concretizada uma visita noturna ao local próprio do penedo, o único sítio com
arte rupestre do concelho, o Penedo de S. Gonçalo ou Penedo das Pegadinhas de
S. Gonçalo como também é conhecido popularmente. Sendo motivo para o facto um
cerimonial que teve lugar apropriado, culminado com uma queimada galega, num ritual
comemorativo de tradição antiga a anunciar a chegada do solstício de verão (comemorado
a 21 de junho).
Esta atividade, no âmbito da “II edição do Ciclo de
Conferências de Arqueologia em Terras de Sousa e Tâmega” realizado em
Felgueiras, teve assim também acréscimo de convívio popular e extensivo ato de reconhecimento
do "Penedo de S. Gonçalo", como exemplar único de arte
rupestre do concelho de Felgueiras, até há pouco tempo ainda quase desconhecido
da maioria das pessoas (salvo de quem leu crónicas escritas sobre o facto já
anteriormente).
Sob iluminação de focos bem colocados para o momento, enquanto os assistentes se associavam ao ato munidos com luminárias artesanais, em cenário composto também por druídas ali presentes, houve inicial apresentação do que representa a figuração milenar impregnada no penedo, em desenvolvida explanação bem conduzida pelo arqueólogo Dr. José Ribeiro.
Seguindo-se o cerimonial de ancestral tradição, como era uso em sítios do género. Através dos figurantes druídas, representados à maneira de avoengos antepassados de tais cerimónias místicas.
Terminando tudo em ameno convívio, sob o mote da ligação histórico-artística da sinalética de arte rupestre, à mistura com as lendas das andanças de tradição popular, em modo de elucidação e reconhecimento do interesse público daquele ancestral monumento rústico, que além de preservado há que ser devidamente classificado, como testemunho oficial da presença de antigos povos na região.
Costuma-se dizer que nem só de pão vive o homem. E como
também se diz, quem diz homem diz mulher, igualmente. Porque como antigamente
se dizia, havia mulheres que diziam não saber como havia homens que gostavam de
vinho, mas também bebiam… Ora, pois… Se nem só de pão se vive, também o vinho
ajuda a viver. Talvez por isso o vinho sempre foi uma marca identificativa, com
marca própria em diversos casos. Servindo mesmo as suas castas e tudo o mais
como características regionais, tal como extensiva e inclusivamente as regiões
se podem identificar por marcas de seus vinhos.
Assim, muito naturalmente sendo o concelho de Felgueiras uma
zona genuína do vinho verde, as marcas de vinho verde tornaram-se
identificativas da terra de sua produção. Podendo através duma coleção de
algumas marcas ficarem associadas certas identificações históricas. Como no
caso duma coleção particular em que estão guardadas algumas garrafas de marcas
que existiram e já desapareceram, assim como outras ainda existentes,
devidamente engarrafadas e preservadas apenas como recordações históricas,
precisamente. Cujos rótulos e mais aspetos identificativos servem de explicação,
como tal, à vista.
Armando Pinto
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