Espaço de atividade literária pública e memória cronista

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Feliz Ano Novo - votos de um ótimo 2026!

Na continuação da Quadra Natalícia de 2025 e à chegada de novo ano: – Desejo a todos os meus amigos (as), leitores (as) e seguidores (as), uma boa Passagem de Ano e um Feliz Ano Novo de 2026!

Armando Pinto

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Pequena coleção pessoal de “Santinhos” natalícios na lareira de Natal

Passado mais um Natal, permanecem as lembranças de quanto juntou toda a afetividade familiar. Entre cuja diversidade, também ajudou à festa algo mais como as pequenas coisas que simbolizam a quadra. Além das decorações e tudo mais, sobretudo o presépio e a mesa da família, desta vez juntou-se na decoração lateral ao presépio, sobre a lareira dos presentes, com os netos em destaque, também algumas pagelas alusivas ao Natal, dos popularmente chamados “santinhos”, neste caso com motivos do nascimento do Menino Jesus. Santinhos que fazem parte da pequena coleção particular dessas pagelas guardadas desde a infância, entre cujo acervo se contam esses de temas natalícios.



Armando Pinto

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Boas Festas - Feliz Natal de 2025 !

 

 - A todos os amigos e  acompanhantes dos blogues pessoais "LONGRA HISTÓRICO-LITERÁRIA" e "MEMÓRIA PORTISTA", aqui naturalmente incidendo mais aos leitores deste espaço de Memória Longrina e Felgueirense, o autor e gestor deseja Boas Festas, com votos de Feliz Natal passado em boa Consoada e Dia de felicidade familiar. 

Longra-Rande / Felgueiras - Natal de 2025

Armando Pinto

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Artigo pessoal no SF Felgueiras Jornal - Prenda natalícia dirigida ao Infinito Celestial

 

Em plena época de Natal, no aconchegante sortilégio natalício, cuja quadra é propícia às ofertas de prendas, serve de mote e motivo o artigo pessoal desta vez publicado no Semanário de Felgueiras, na respetiva edição de 23 de dezembro, com o Natal à vista, para enviar uma minha prenda: à minha madrinha. A quem, falecida recentemente, dirigi assim a intenção, enviada ao Infinito Celestial, onde repousam os nossos entes queridos.


Armando Pinto

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Recuando ao tempo em que na Casa do Povo da Longra havia anualmente Festas de Natal

Recordada que já foi aqui a histórica Festa de Natal da apresentação pública do Rancho da Casa do Povo da Longra, em 1994, e sabendo que durante anos foi tradição haver festas de Natal anualmente na mesma Casa do Povo, também, como até está referenciado no livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras, vem à lembrança desta vez rememorar alguns desses casos, de tempos idos. Além de outros exemplos em que foram realizados espetáculos com autos de Natal, espetáculos de variedades e outros, uns com pessoal da chamada prata da casa, tal como ocorreu com os sucessivos grupos de Teatro da Casa do Povo, e outros através de grupos que também tiveram sede nas instalações da mesma Casa do Povo, como por exemplo se passou com o Centro Cultural e Recreativo da Longra. Vindo desta vez a talhe lembrar umas festas das que em anos diversos foram sendo realizadas pelas Direções da instituição. Conforme está também descrito no livro historiador da região. Mas como com tanta matéria em tantas páginas não podia ser mais desenvolvido, que o que foi ainda assim… calha agora recordar o facto com algum pormenor acrescido - mais por imagens e recortes jornalísticos do que foi possível ter sido pesquisado e angariado pelo autor e como tal faz parte do arquivo pessoal. Além das festas natalícias de eras contemporâneas dos anos 90 e pico e 2000 e tal... naturalmente na lembrança popular, recua-se a tempos mais remotos. Quão se recordam dessas festas umas de 1957 e 1959.




Armando Pinto

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sábado, 20 de dezembro de 2025

Recuando à memória da estreia do Rancho da Casa do Povo da Longra no sábado anterior ao Natal de 1994... No 31.º aniversário da sua apresentação pública.


Prestes a chegar ao Natal, vem à memória o sábado anterior em que no ano de 1994 pela primeira vez subiu ao palco em primeira apresentação pública o então novel Rancho Infantil da Casa do Povo da Longra. Agrupamento que havia sido fundado meses antes, mais propriamente em Maio anterior, quando o então Vice-presidente da Associação Casa do Povo da Longra, Armando Pinto, apresentou em reunião da Direção da mesma instituição esse projeto, logo aprovado que foi e passado a constar na acta da reunião a sua fundação, a 5 de Maio de 1994.

Após isso, e passados tempos de anúncios para captações e procedimentos para obtenção de elementos, mais buscas por materiais necessários, etc, e tal, de permeio com longos tempos de ensaios e organização, finalmente chegou o dia de mostar em público a respetiva existência. Isso ainda dentro do mesmo ano de 1994, em que o dia 17 de dezembro foi ao sábado. Sendo então nesse sábado que houve grande afluência de gente à sala de espetáculos da Casa do Povo da Longra, para a primeira apresentação em público do Rancho Folclórico que havia sido criado no mês das flores e dos amores. Grupo esse que, finalmente, na festa de Natal na Casa do Povo, passou a ser visto em estreia, satisfazendo grande curiosidade e entusiasmo que havia entre a população da região.

– Longra, sábado 17-12-1994 - 1.ª Apresentação pública do Rancho da Casa do Povo da Longra, então chamado ainda Infantil (e passado tempo depois já Infantil e Juvenil). De cujo dia da estreia reporta o quadro de recordação pessoal, guardado em espaço particular.

Foi nesse sábado, dia da realização da Festa Natalícia da Associação Casa do Povo da Longra, realizada no salão de espetáculos da Casa, em que, de parceria com a Junta de Freguesia de Rande, foi organizada essa tarde festiva que entrou pela noite dentro, com a estreia do então novo Rancho Folclórico a ser prato forte do programa, além da entrega de prendas no final às crianças da área

Efeméride parcial esta que se lembra, não pelo dia numérico mas da semana: Tal como em 1994, também agora em 2025, quando se escreve e publica esta recordação, embora este ano o sábado antes de Natal calhe no dia 20, lembra-se que em 1994 o histórico sábado foi no dia 17 de dezembro, quando teve lugar essa bela ocorrência. Sendo um sábado também de inverno frio, mas quente no ambiente vivido na Longra, no entusiasmo sentido no salão de espetáculos da Casa do Povo da Longra.

Foi isso então já há 31 anos, embora pareça que o tempo passou depressa… Quão nesse sábado 17 de dezembro de 1994 pela primeira vez atuou diante de público o então recém-formado Rancho Infantil da Casa do Povo da Longra – como se chamou inicialmente esse grupo primeiro criado após a revitalização da mesma instituição (cuja casa estivera praticamente sem atividade cerca de duas dezenas de anos e apenas tinha portas abertas pelo funcionamento do Posto Médico local).

Meses depois dessa revitalização, houve a criação do mesmo Rancho a 5 de maio desse ano de 1994... 

... e em sequência disso, também, mais alguns meses depois, foi pois em dezembro, naquele sábado dia 17, que se estreou o mesmo Rancho Infantil (assim então, como se chamou de início, relembre-se, e de seguida um ano volvido passou em 1995 a chamar-se Infantil e Juvenil – daí a possível confusão com a data publicada num quadro existente na Casa do Povo, que tem gerado enganos). Tendo a estreia e consequente apresentação pública ocorrido na então Festa de Natal realizada em conjunto pela Direção da Associação Casa do Povo da Longra com a Junta de Freguesia de Rande, incluindo a primeira atuação do Rancho como cabeça de cartaz.

Disso, reportando à “Apresentação Pública” do Rancho, a 17 de dezembro de 1994, recorda-se o facto com recortes das reportagens saídas a público nas edições seguintes dos jornais ao tempo existentes em Felgueiras.








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Depois, do que se passou e viveu com a fundação e manutenção desse Rancho, criado por mim e por minha esposa, em 1994, e mais tarde continuado por mim, já como Presidente da Casa do Povo, desde dezembro de 1996 até outubro de 2006, à passagem de mãos e testemunho, seguiu-se toda a caminhada que prosseguiu pelo tempo adiante. De cujo trajeto, pressoalmente, se guardam algumas recordações materiais de boas lembranças, incluindo registos físicos de sensibilidade duradoura. 



Armando Pinto 

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Dia da Imaculada Conceição - Padroeira de Portugal e antigo Dia da Mãe!

Oito de Dezembro é o Dia da Imaculada Conceição. Celebrando-se a solenidade da Padroeira de Portugal, mas lembrando sempre que este dia antigamente era o Dia da Mãe.

Na pertinência junta-se um "santinho" com imagem da Imaculada Conceição, alusivo à respetiva festividade litúrgica, correspondente a algo pessoal há muitos anos passado. Cuja pagela ofereci a minha Mãe e mais tarde, depois de ela falecer, guardei comigo.

Armando Pinto

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Recordando um Postal de Natal clássico de tempos idos (com "Boas Festas" vindas do Brasil)…

 

Está a chegar a época natalícia, com seu sortilégio de remexer e remoer sentimentos. Mas já não com a interessante faina de escrever Postais de Natal, como antigamente, com mensagens de Boas Festas enviadas por correio. Assim como naturalmente também depois contando a receção de outros vindos de sítios distantes, com votos de familiares e amigos. Visto que hoje em dia as mensagens natalícias vão e vêm por mensagens de telemóveis ou e-mails, e outros meios informáticos, quando não por telefonemas diretos e pessoais. Mas sem o seu quê transcendente que tinham os antigos postais, de papel ilustrado e remetidos dentro de envelope de carta, ou apenas o próprio postal simples, apenas com a mensagem de um lado e do outro uma figuração apropriada da quadra.

Ficam assim na recordação os antigos postais clássicos, feitos e enviados de maneira postal tradicional. Como no caso que se recorda.

Assim sendo, vem a talhe recordar como exemplo um caso, de um postal recebido há anos, mais propriamente em 2006, com a particularidade desse ter sido feito artesanalmente pela pessoa que o desenhou, escreveu e enviou. Como gentilmente me remeteu uma amiga correspondente brasileira, que ficou minha amiga por via de contactos através dos quais eu pude ajudar nas pesquisas sobre as origens de sua família portuguesa, para investigação que andava a fazer para um livro que escreveu a contar a história de sua família. Ganhando assim especial lugar este postal, além do valor estimativo, também pelo valor afetivo e artístico, com a imagem desenhada por ela, que era e foi uma grande artista brasileira, a pintora Lygia Sampaio, de Salvador da Bahia, Brasil.  



Armando Pinto

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

De vez em quando… entre curiosidades locais: carteira desportiva do sr. Damas da Longra

Tal como anteriormente aqui se registaram as carteiras desportivas de outros antigos basquetebolistas da Longra, no caso a carteira de desportista do sr. Adriano Sampaio e Castro como atleta do antigo Grupo da Casa do Povo e também idêntica do sr. Joaquim Cardoso da Arcela como atleta do Grupo da Metalúrgica, desta feita é vez de registar igual carteira do sr. António Dâmaso, mais conhecido por senhor Damas. Documento já incluído noutros trabalhos historiadores, que agora aqui se partilha deste modo também. Tratando-se da antiga Carteira de Desportista, antecessora dos cartões de atleta, no caso de António da Silva Dâmaso, o senhor Damas da Longra, como basquetebolista do Grupo Desportivo da Metalúrgica da Longra. Cartão com validade desde 1953 até ter expirado na época de 1959/60 e que, por isso, foi riscado em modo cruzado, quando teve substituição - tendo o sr. Damas continuado nessa equipa (depois mais referida como Grupo Desportivo MIT/Longra) até ao fim da mesma, já na década dos anos 70, como consta da história respetiva, anotada no livro “ Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, publicado em 1997.

Armando Pinto

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