Na continuação da Quadra Natalícia de 2025 e à chegada de novo ano: – Desejo a todos os meus amigos (as), leitores (as) e seguidores (as), uma boa Passagem de Ano e um Feliz Ano Novo de 2026!
Armando Pinto
Na continuação da Quadra Natalícia de 2025 e à chegada de novo ano: – Desejo a todos os meus amigos (as), leitores (as) e seguidores (as), uma boa Passagem de Ano e um Feliz Ano Novo de 2026!
Armando Pinto
Passado mais um Natal, permanecem as lembranças de quanto
juntou toda a afetividade familiar. Entre cuja diversidade, também ajudou à
festa algo mais como as pequenas coisas que simbolizam a quadra. Além das
decorações e tudo mais, sobretudo o presépio e a mesa da família, desta vez
juntou-se na decoração lateral ao presépio, sobre a lareira dos presentes, com
os netos em destaque, também algumas pagelas alusivas ao Natal, dos
popularmente chamados “santinhos”, neste caso com motivos do nascimento do
Menino Jesus. Santinhos que fazem parte da pequena coleção particular dessas
pagelas guardadas desde a infância, entre cujo acervo se contam esses de temas natalícios.
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- A todos os amigos e acompanhantes dos blogues pessoais "LONGRA HISTÓRICO-LITERÁRIA" e "MEMÓRIA PORTISTA", aqui naturalmente incidendo mais aos leitores deste espaço de Memória Longrina e Felgueirense, o autor e gestor deseja Boas Festas, com votos de Feliz Natal passado em boa Consoada e Dia de felicidade familiar.
Longra-Rande / Felgueiras - Natal de 2025
Armando Pinto
Em plena época de Natal, no aconchegante sortilégio
natalício, cuja quadra é propícia às ofertas de prendas, serve de mote e motivo
o artigo pessoal desta vez publicado no Semanário de Felgueiras, na respetiva
edição de 23 de dezembro, com o Natal à vista, para enviar uma minha prenda: à
minha madrinha. A quem, falecida recentemente, dirigi assim a intenção, enviada
ao Infinito Celestial, onde repousam os nossos entes queridos.
Armando Pinto
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Recordada que já foi aqui a histórica Festa de Natal da
apresentação pública do Rancho da Casa do Povo da Longra, em 1994, e sabendo que
durante anos foi tradição haver festas de Natal anualmente na mesma Casa do
Povo, também, como até está referenciado no livro “Memorial Histórico de Rande
e Alfozes de Felgueiras, vem à lembrança desta vez rememorar alguns desses casos,
de tempos idos. Além de outros exemplos em que foram realizados espetáculos com
autos de Natal, espetáculos de variedades e outros, uns com pessoal da chamada
prata da casa, tal como ocorreu com os sucessivos grupos de Teatro da Casa do Povo, e outros através
de grupos que também tiveram sede nas instalações da mesma Casa do Povo, como por
exemplo se passou com o Centro Cultural e Recreativo da Longra. Vindo desta vez
a talhe lembrar umas festas das que em anos diversos foram sendo realizadas pelas
Direções da instituição. Conforme está também descrito no livro historiador da
região. Mas como com tanta matéria em tantas páginas não podia ser mais
desenvolvido, que o que foi ainda assim… calha agora recordar o facto com algum
pormenor acrescido - mais por imagens e recortes jornalísticos do que foi
possível ter sido pesquisado e angariado pelo autor e como tal faz parte do
arquivo pessoal. Além das festas natalícias de eras contemporâneas dos anos 90 e pico e 2000 e tal... naturalmente na lembrança popular, recua-se a tempos mais remotos. Quão se recordam dessas festas umas de 1957 e 1959.
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Após isso, e passados tempos de anúncios para captações e procedimentos para obtenção de elementos, mais buscas por materiais necessários, etc, e tal, de permeio com longos tempos de ensaios e organização, finalmente chegou o dia de mostar em público a respetiva existência. Isso ainda dentro do mesmo ano de 1994, em que o dia 17 de dezembro foi ao sábado. Sendo então nesse sábado que houve grande afluência de gente à sala de espetáculos da Casa do Povo da Longra, para a primeira apresentação em público do Rancho Folclórico que havia sido criado no mês das flores e dos amores. Grupo esse que, finalmente, na festa de Natal na Casa do Povo, passou a ser visto em estreia, satisfazendo grande curiosidade e entusiasmo que havia entre a população da região.
– Longra, sábado 17-12-1994 - 1.ª Apresentação pública do Rancho da Casa do Povo da Longra, então chamado ainda Infantil (e passado tempo depois já Infantil e Juvenil). De cujo dia da estreia reporta o quadro de recordação pessoal, guardado em espaço particular.
Foi nesse sábado, dia da realização da Festa Natalícia da Associação Casa do Povo da Longra, realizada no salão de espetáculos da Casa, em que, de parceria com a Junta de Freguesia de Rande, foi organizada essa tarde festiva que entrou pela noite dentro, com a estreia do então novo Rancho Folclórico a ser prato forte do programa, além da entrega de prendas no final às crianças da área.
Efeméride parcial esta que se lembra, não pelo dia numérico mas da semana: Tal como em 1994, também agora em 2025, quando se escreve e publica esta recordação, embora este ano o sábado antes de Natal calhe no dia 20, lembra-se que em 1994 o histórico sábado foi no dia 17 de dezembro, quando teve lugar essa bela ocorrência. Sendo um sábado também de inverno frio, mas quente no ambiente vivido na Longra, no entusiasmo sentido no salão de espetáculos da Casa do Povo da Longra.
Foi isso então já há 31 anos, embora pareça que o tempo passou depressa… Quão nesse sábado 17 de dezembro de 1994 pela primeira vez atuou diante de público o então recém-formado Rancho Infantil da Casa do Povo da Longra – como se chamou inicialmente esse grupo primeiro criado após a revitalização da mesma instituição (cuja casa estivera praticamente sem atividade cerca de duas dezenas de anos e apenas tinha portas abertas pelo funcionamento do Posto Médico local).
Meses depois dessa revitalização, houve a criação do mesmo Rancho a 5 de maio desse ano de 1994...
... e em sequência disso, também, mais alguns meses depois, foi pois em dezembro, naquele sábado dia 17, que se estreou o mesmo Rancho Infantil (assim então, como se chamou de início, relembre-se, e de seguida um ano volvido passou em 1995 a chamar-se Infantil e Juvenil – daí a possível confusão com a data publicada num quadro existente na Casa do Povo, que tem gerado enganos). Tendo a estreia e consequente apresentação pública ocorrido na então Festa de Natal realizada em conjunto pela Direção da Associação Casa do Povo da Longra com a Junta de Freguesia de Rande, incluindo a primeira atuação do Rancho como cabeça de cartaz.
Disso, reportando à “Apresentação Pública” do Rancho, a 17 de dezembro de 1994, recorda-se o facto com recortes das reportagens saídas a público nas edições seguintes dos jornais ao tempo existentes em Felgueiras.
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Depois, do que se passou e viveu com a fundação e manutenção desse Rancho, criado por mim e por minha esposa, em 1994, e mais tarde continuado por mim, já como Presidente da Casa do Povo, desde dezembro de 1996 até outubro de 2006, à passagem de mãos e testemunho, seguiu-se toda a caminhada que prosseguiu pelo tempo adiante. De cujo trajeto, pressoalmente, se guardam algumas recordações materiais de boas lembranças, incluindo registos físicos de sensibilidade duradoura.
Armando Pinto
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Oito de Dezembro é o Dia da Imaculada Conceição. Celebrando-se a solenidade da Padroeira de Portugal, mas lembrando sempre que este dia antigamente era o Dia da Mãe.
Na pertinência junta-se um "santinho" com imagem da Imaculada Conceição, alusivo à respetiva festividade litúrgica, correspondente a algo pessoal há muitos anos passado. Cuja pagela ofereci a minha Mãe e mais tarde, depois de ela falecer, guardei comigo.
Armando Pinto
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Está a chegar a época natalícia, com seu sortilégio de
remexer e remoer sentimentos. Mas já não com a interessante faina de escrever
Postais de Natal, como antigamente, com mensagens de Boas Festas enviadas por
correio. Assim como naturalmente também depois contando a receção de outros vindos
de sítios distantes, com votos de familiares e amigos. Visto que hoje em dia as
mensagens natalícias vão e vêm por mensagens de telemóveis ou e-mails, e outros
meios informáticos, quando não por telefonemas diretos e pessoais. Mas sem o
seu quê transcendente que tinham os antigos postais, de papel ilustrado e
remetidos dentro de envelope de carta, ou apenas o próprio postal simples, apenas com a
mensagem de um lado e do outro uma figuração apropriada da quadra.
Ficam assim na recordação os antigos postais clássicos,
feitos e enviados de maneira postal tradicional. Como no caso que se recorda.
Assim sendo, vem a talhe recordar como exemplo um caso, de
um postal recebido há anos, mais propriamente em 2006, com a particularidade desse
ter sido feito artesanalmente pela pessoa que o desenhou, escreveu e enviou. Como
gentilmente me remeteu uma amiga correspondente brasileira, que ficou minha
amiga por via de contactos através dos quais eu pude ajudar nas pesquisas sobre
as origens de sua família portuguesa, para investigação que andava a fazer para
um livro que escreveu a contar a história de sua família. Ganhando assim
especial lugar este postal, além do valor estimativo, também pelo valor afetivo
e artístico, com a imagem desenhada por ela, que era e foi uma grande artista brasileira,
a pintora Lygia Sampaio, de Salvador da Bahia, Brasil.
Armando Pinto
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Tal como anteriormente aqui se registaram as carteiras desportivas de outros antigos basquetebolistas da Longra, no caso a carteira de desportista do sr. Adriano Sampaio e Castro como atleta do antigo Grupo da Casa do Povo e também idêntica do sr. Joaquim Cardoso da Arcela como atleta do Grupo da Metalúrgica, desta feita é vez de registar igual carteira do sr. António Dâmaso, mais conhecido por senhor Damas. Documento já incluído noutros trabalhos historiadores, que agora aqui se partilha deste modo também. Tratando-se da antiga Carteira de Desportista, antecessora dos cartões de atleta, no caso de António da Silva Dâmaso, o senhor Damas da Longra, como basquetebolista do Grupo Desportivo da Metalúrgica da Longra. Cartão com validade desde 1953 até ter expirado na época de 1959/60 e que, por isso, foi riscado em modo cruzado, quando teve substituição - tendo o sr. Damas continuado nessa equipa (depois mais referida como Grupo Desportivo MIT/Longra) até ao fim da mesma, já na década dos anos 70, como consta da história respetiva, anotada no livro “ Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, publicado em 1997.
Armando Pinto
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Assim mesmo. Tal o que ocorreu e se conviveu no passado
sábado, 29 de novembro, com um encontro de amigos, entre alguns antigos colegas
que foram estudantes capuchinhos. Almoço de convívio em Barcelos. Grato
reencontro que muito me satisfez. Num abraço de anos de amizade.
Ora, assim sendo, foi mais um bom momento dos que felizmente
ando a poder reviver, dos que tem sido possível ter. Andando a viver o
presente, sem perder o passado.
Desse encontro, mais algumas memórias ficam guardadas no nosso
íntimo. Como no caso, em que foi um encontro memorável, como um dos amigos
disse e concordo. E se de outras vezes não tenho podido ir, quer ao grande encontro anual, como a almoços destes, sobretudo por motivos da deslocação, desta vez felizmente foi possível e ainda bem.
Além de tudo o mais, ainda ficaram algumas fotografias do
repasto de convívio, para a posteridade. Em captações fotográficas que dão para
rever os amigos, desse pequeno mas significativo grupo dos que andamos a
estudar juntos em Gondomar a partir de meio da década dos anos 60, e alguns de
seguida também no Porto.
Da visualização fotográfica pode-se enumerar os presentes: na primeira fotografia e da frente para trás - do lado direito: Albino, Luciano, Armando Pinto, António Costa, Arménio Medeiros e Silveira; do lado esquerdo: Fernando Lopes, Joaquim João (Faria), Júlio Alves, Amadeu, José Lopes, Domingos Cruz, Manuel Ramos e Miguel.
Com a presença também das esposas dos Arménio, Ramos e Domingos
Cruz, que naturalmente deram seu toque ao bom convívio realizado.
Foi um encontro bonito, de verdade.
Armando Pinto
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Passados já 25 anos desde a entrada no ano 2000, vem a calhar
lembrar um suporte informático com documentação relativa a esse tempo.
Tratando-se de um CD /Cd-Rom, de memória Ram, ref. Windows 95, 98, 2000, sobre “Festas,
Romarias e Tradições 2000 Hoje” das freguesias dos concelhos do Distrito do Porto.
Estando aí as descrições desses temas relacionados. Num trabalho feito em 2000 e
com os Cd’s distribuídos em 2001. Cuja edição, além de patrocínios
particulares, contou com contributo das Juntas das Freguesias à época existentes
autonomamente; e como tal devem constar nos arquivos correspondentes. Havendo um
exemplar na posse aqui do autor, fazendo parte do arquivo pessoal, por ter
colaborado com indicações de dados etnográficos e históricos, para o efeito.
Armando Pinto
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Aviso:
Ao perfazer nesta data de 24 de novembro de 2025 a conta de 127 anos
da fundação oficial da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de
Felgueiras, assinala-se também aqui neste espaço de memorização felgueirense a
existência da importante instituição concelhia, fundada em 1898.
Sendo como é esta corporação uma das mais antigas
instituições do concelho e pelo seu desempenho na proteção de pessoas e bens
digna de louvor, merece pois toda a nossa admiração e grato reconhecimento.
Ora, se em anos anteriores foi por aqui dado a reconhecer
aspetos de seu trabalho voluntário e dedicação à causa do serviço público, através
de alguns apontamentos constantes em artigos entretanto publicados, de lavra
própria, desta feita homenageia-se a mesma Corporação com imagens do que sobre
a mesma consta entre adereços guardados pessoalmente.
Armando Pinto
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Faleceu a Milinha do Restaurante da Sãozinha, como era
conhecida ultimamente desde que sua filha passou a ter o Restaurante Cimo de Vila
de Sernande. Anteriormente também conhecida por Milinha das Figueiras, por ter
vivido durante anos na casa do lugar desse nome, em Varziela. Senhora muito
simpática e sobretudo com quem eu simpatizava muito e sei que ela comigo de
igual forma manifestava grande apreço. A D. Maria Emília da Cunha, residente na
Travessa de Cimo de Vila, no antigo lugar de Sacotes, em Sernande. Tinha 88 anos.
Desaparece assim mais uma das pessoas idosas que iam ao Posto
Médico da Longra, ainda do tempo do Posto Clínico da Casa do Povo e seguinte
Centro de Saúde da Longra, sobretudo que me tinham afeição desde esses tempos
do Posto Médico da Longra, cuja frequência desses serviços fazia parte das
amizades mantidas. No caso da Milinha até, como me lembro, de tal modo que
quando lá chegava era a mim que se dirigia logo para a atender. Entre pessoas
que depois que saí, por aposentação antecipada (por episódica doença),
quando me viam mostravam como gostaram de eu lá ter estado. Enquanto a Milinha
ainda me ia vendo com assiduidade, até estes dias. Sempre com seu sorriso misturado
com palavras cativantes. A ponto que, ainda há tempos, um antigo empregado do
restaurante de sua filha me ter dito que admirava como ela olhava e se referia
a mim: «Ela tem-lhe um respeito…!». Mas claro, sabendo ela que eu olhava para
ela também com grande amizade, a pontos de gostarmos de conversar um bocado
sempre que podíamos. O que, sabendo-se como eu pessoalmente falo pouco, queria
dizer muito.
A Milinha, ainda era prima de minha esposa, também - não sei
ao certo o grau, quão pouco importa para o caso; e ainda há tempos eu e minha esposa lhe oferecemos um ramo de flores num encontro de família realizado no restaurante da filha - mas para mim era a pessoa
simpática que me fica na lembrança.
Até sempre, Milinha!
Armando Pinto
Obs.: VELÓRIO - O corpo estará em câmara-ardente na Capela
da Ressurreição de Rande, hoje, Domingo dia 23 de novembro a partir das 15 h 00.
O FUNERAL realiza-se segunda-feira dia 24 de novembro pelas 15 h 30 da Capela da Ressurreição de Rande, para a igreja paroquial de Sernande, onde serão celebradas as cerimónias fúnebres. Irá a sepultar no cemitério de Sernande - Felgueiras.