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quinta-feira, 18 de setembro de 2025

De vez em quando… uma publicação com história de interesse felgueirense: Gazeta Literária da A.J. H.L.P. de realce ao Dr. Magalhães Lemos - quando fazia 100 anos (em 1955) que nasceu esse Ilustre Filho de Felgueiras!

Em tempos de puxar aos interesses concelhios, e porque o todo concelhio é o que mais deve contar e não apenas umas quantas freguesias e uma ou outra área urbana de maior influência, ou pelo menos das terras mais protegidas e melhor servidas, enfim mais bem vistas… vem a propósito trazer acima um tema de alcance geral, no caso relacionado com um dos mais ilustres felgueirenses. Por sinal natural da sede do concelho. Tal o facto de numa revista antiga de prestígio ter sido realçado logo na primeira página, com continuação na página seguinte, a figura nacional do Dr. Magalhães Lemos. Um dos maiores expoentes do orgulho felgueirense – esse que foi um médico cientista de grande renome, qual icónico Filho saliente de Felgueiras. Como uns quantos mais considerados maiores entre pares conterrâneos, felizmente, tal como Leonardo Coimbra, Francisco Sarmento Pimentel, Padre Luís Rodrigues, Lucas Teixeira, Leonor Rosa da Silva, etc., entre gente saliente felgueirense de assento de nascimento registado.

Ora, esse prestigiado cientista de medicina psiquiátrica, o Dr. Magalhães Lemos, entre tantas publicações de permeio saídas a público em sua homenagem, teve em 1955 (quando fazia 100 de seu nascimento), uma interessante referência na revista “GAZETA Literária”, com direito a um artigo de 1.ª página e continuação na segunda, a historiar a sua ligação à “Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto”, instituição da qual foi em 1907 Vice-presidente e em 1909 passou a Presidente. Tendo-se mantido depois cerca de sete anos à frente da erudita coletividade portuense. Conforme se vê pela publicação que agora aqui se recorda, memorizando a respetiva publicação do número de Agosto e Setembro de 1955 dessa revista mensal, órgão da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Cujo número faz parte da biblioteca pessoal do autor deste blogue.


Nascido em Margaride-Felgueiras a 18 de Agosto de 1855 (e como tal perfazia um século em Agosto de 1955 quando foi relembrado na Gazeta Literária da Associasção dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto), o Dr. António de Sousa Magalhães Lemos faleceu na cidade do Porto a 22 de Julho de 1931.
Ora, como dizia um político contemporâneo, do final do século XX e continuado neste século XXl, basta fazer as contas...  

Armando Pinto

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Busto escultórico de homenagem ao Dr. Magalhães Lemos


Tal como tanto pode fazer sol como não, na possibilidade meteorológica de estar de sol ou chuva ou até simplesmente nem uma coisa nem outra, também aparecendo semblante pardo de tempo encoberto, nos dias que terão influência ambiental na disposição de qualquer pessoa, igualmente o ambiente de memória eterna do que nos pode dizer qualquer coisa estará dependente de haver ou não melhor ambiência sobre o que perdura no tempo, nomeadamente através do que as pessoas conterrâneas façam pela correspondente preservação memorial.  

Assim sendo, e na linha do que por vezes tem tido lavra escrita do autor destas linhas em livros e até crónicas ou publicação da blogosfera, bem como nos artigos que têm sido publicados no jornal regional Semanário de Felgueiras, inclusive um ou outro à espera de publicação, desta vez retemos os olhos da memória, neste espaço informático mais particular, sobre o busto do eminente cientista de medicina psiquiátrica Dr. António Magalhães Lemos, ilustre felgueirense honrado na toponímia felgueirense com seu nome numa rua e existência dum monumento central na sede do concelho de Felgueiras.

Ora, o busto estatuário do Dr. Magalhães Lemos, da autoria do escultor portuense António Azevedo, foi colocado na praça central de Felgueiras corria o ano de 1937, em pleno verão. Tendo a inauguração tido lugar a 18 de Julho desse ano, com a presença de autoridades civis, religiosas e científicas, na presença do autor da peça escultórica, natural do Porto e ao tempo residente em Guimarães. Sendo o sítio de implantação mais acima que o atual, em virtude de nessa época ainda existir a célebre pérgula do jardim e só depois da destruição dessa estrutura romântica, já a meio da seguinte década de sessenta, houve transferência de local da estátua e pedras do pedestal circular.

Em alusão a essa lembrança memorial, colocamos aqui, acima, uma imagem reportada à respetiva inauguração da estátua, em memória desse insigne felgueirense que foi célebre professor de medicina psiquiátrica, Dr. António de Sousa Magalhães Lemos, por meio de foto coeva de reportagem de Jaime Ferreira, repórter que assinou essa fotografia que faz parte do acervo oficial do município felgueirense.

Armando Pinto
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